Sááááábado De sol.

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Sááááábado De sol.

Mensagem por Douglas Corday em Ter Out 09, 2012 9:49 pm

Spoiler:
Resumo: Doug tá lendo novamente um livro de transfiguração para ter coragem de tentar o feitiço para virar animago e se sair bem. Mas quando desiste de tentar, suspira e olha para as amigas a fim de ver onde estavam. Fazendo-as se juntar a mesa corvinal para uma conversa.

Status: RP Aberta
Data: 08 de Setembro, Sábado, 18 horas.
Local: Salão Principal.
Participantes: Douglas Corday, Kim Blayr. (Entre outros, que conforme entrar vai ser editado.)

Fungada. Ok, não estava começando bem a segunda semana de aula. Douglas limpou o nariz irritado com a manga da camisa enquanto lia seu exemplar de transfiguração avançado e ignorava o suflê de abobora. Odiava abobora, mas como era um suflê aparentemente bonito, tentou experimentar, o problema é que tinha pássaros dentro, e quando ele foi furar com o garfo para comer, os animais saíram voando pelo salao.

Grifinorios riram. Corvinais ignoraram. Lufanos tentavam pegar e os sonserinos acertavam com algum feitiço. Douglas não fugia a regra, ignorava a situação e com ela tudo que envolvia aquele envolvimento social. Seus olhinhos claros só escapavam das palavras pequenas, quando a ruiva de sua vida caminhava por perto.

Era engraçado como ele sempre sabia quando ela estava perto. O cheiro, os passos. Tinha decorado o sorriso e também os trejeitos, como aquela mania dela de colocar uma mecha de cabelo no dedo indicador e enrola-lo. Mas ele era fino demais, e nunca ficava cacheado.

Suspirou mirando com mais interesse sobre animagia. O livro avançado falava sobre transfigurações que não voltavam ao normal, e ele não queria ser uma dessas peças de museu. Alem do mais, ser um animago ajudaria em muitas coisas, como ser um amigo fiel, brincalhão, ficar de olho em quem não deve. SER UM SUPER-HEROI CANINO!

Imagina que emoção, salvar a vida de Rebecca e receber a recompensa?

Sorriu, jogando a franja loira pra tras, moveu os lábios em desagrado e seus olhos liam sem compreender as palavras. A mão direita pegou a varinha e batia ela delicadamente sobre o livro, impaciente. A esquerda batucava na mesa.

    Animagus o bruxo que é capaz de se transformar em um animal sem o uso da varinha. Apenas uma pequena parte da população bruxa é animaga, pois conseguir a transformação perfeita em um animal requer muito estudo e prática. O Ministério da Magia insiste em registrar os animagos porque essa habilidade pode ser utilizada para atividades secretas e criminosas, por motivos óbvios. Nesse registro consta em que animal a pessoa se transforma, o que ela faz, quais são seus sinais de identificação e outros dados. Animagos que não se registrarem perante o Ministério da Magia são considerados ilegais. Um animago é diferente de um bruxo transfigurado em animal por diversos pontos: o animago mantém a consciência humana, podendo raciocinar como humano. Já humanos transfigurados em animais se transformam em animais por inteiro, pois perdem a consciência de terem sido bruxos, e precisam de alguém para o transfigurar de volta em um humano.


Sabia tudo aquilo de cor. Já tinha lido o livro todo umas dez vezes e não tinha tido coragem de fazer o feitiço ainda. Queria pelo menos uma supervisão de um adulto, ou algum amigo mais inteligente. Talvez o fenômeno Codi poderia ajuda-lo, o garoto era inteligente o suficiente para isso, e Doug era meio inseguro demais para fazer sozinho.

Quando finalmente fechou o livro e consultou o relógio de pulso, viu que tinha ainda duas horas para o toque de recolher, onde estava seus amigos, afinal? Procurou por Antonin na mesa sonserina sem sucesso, e depois viu Kim flertando com uma lufana comum ate notarem que ele acabou de estudar e se erguerem.

Depois da briga que tiveram uma vez sobre estudos, os dois tinham tido uma espécie de pacto sobre os livros. Ninguém incendia os coitados, e todo mundo continua voando em sua vassoura magica, se é que me entende. E quando o corvinal esta lendo, ele não da muita bola para as pessoas a sua volta, o que deixa a noiva – Kim Blayr – Meio enfurecida.

- Acabou de estudar, corvinerd? – Disse a lufana dando um risinho abafado. Demorou uma semana até ela voltar a falar normalmente, algo sobre um beijo numa festa e gosto de morango fora comentado, mas aquele era um momento que deveria ser esquecido, assim como o compromisso do corvinal com a sonserina.

- Bem, não. Mas sei que vocês estavam com saudades, então podem ficar. Vocês viram o Antonin? Não consegui falar com ele depois da ultima aula, e tem aquele trabalho para semana que vem... Herbologia... Já sabem sobre o que vão fazer? Pensei sobre Gorey, talvez se eu achar o fungo certo, vou curar esse resfriado que resolveu se instalar por aqui.

Assim que terminou de falar sobre a gripe, acabou expirando. AnneLou fez careta, sentando-se encolhida para perto de Kim que aparentemente não se importou com o contato.
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Douglas Corday
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Re: Sááááábado De sol.

Mensagem por Anne Standfort em Ter Out 09, 2012 10:00 pm

Spoiler:
Off: Após um leve transtorno sobre quem fica onde e quando. Lou volta para o salao principal a fim de comer e des-estressar.

    Sááááábado De sol. Aluguei um vassourão. Pra levar a galera, pra competição! Chegando lá, mas que vergonha, só tinha poltrona. E os grifinorios, ficarão doidão, com a intromissão.


Aparentemente o plano de Louise para uma partidinha de balaço contra taco mano-a-mano com Rebecca Weasley tinha minguado. Alguém alugou o campo e nem era outubro, que absurdo! Ainda vestindo seu traje atlético, regata amarela, calça capri preta, sapatos reforçados e o bastão “fazedor-de-viuvas” a tiracolo, ela entrou no salao principal conversando com Rebecca. A ruiva estava absolutamente chateada por não poder rebater uns balaços e tendo em vista que a amiga dela ainda se encontrava um pouco mal do primeiro dia de aula, a menina simplesmente precisava bater em alguém, ou o capitão lufano iria sofrer.

- Calma, amanha cedo vamos treinar, qualquer coisa falamos com a Jhali. Tomara que a Morgan fique melhor, não quero começar o ano com desfalque e... – Notou o olhar mordas da ex-capitã e mordeu o lábio inferior.

Ela era uma lufana, participava do time lufano como reserva, tinha muito amor e competição no coração, mas as vezes sabia que falava demais. Apenas meneou e suspirou, a vida continua, se a menina ficou meio down, não era problema dela, era? Exatamente, nada! Agora ela precisava pensar rapido para sair daquela saia justa... Então, como que por um milagre quadribolistico, ela se lembrou do comentário sobre a vassoura de Becky, e resolveu arriscar.

- Alias, você conseguiu ver o que sua vassoura tinha?

- Nada, AnneLou, deixamos para amanha, ok? Vou ver como a Morgan está e digo a ela, agora se me da licença... – A ruiva pisou duro para sair de perto da morena, Lou suspirou novamente e deu de ombros, caminhando até a sua mesa. Quando uma revoada de pássaros assolou o salao, soube que tinham feito de novo. Uma semana de suflês encantados e outros doces azedos. Aqueles meninos grifinorios. Tsc. Podia jurar que tinha sido Elliot.

Mas ao experimentar o empadão de fígado, uma voz suave fez ela se engasgar. Todas as lembranças que ela fingiu não lembrar voltaram a toda. Os labios macios contra os seus, o gosto de morango, o toque suave da palma em suas costas. O leve puxar...

- Blair?

Tinha evitado a sonserina por dias e dias, afinal, nunca teve tanto tempo assim para um bate-papo sutil quando se beija alguém bêbado numa festa. Alias, ela usou o artificio da bebida para dizer não lembrava de nada, apesar de sua pele arrepiar só com a respiração forte da sonserina.

- Quero dizer, o que você acha que estou fazendo? Tentando não morrer engasgada com esse troço que chamam de empadão, nunca vi algo tão duro e amargo barra azedo barra gosmento barra blerg, numa coisa só.

E lá estava ela agindo como se nada estivesse acontecido. Cutucou seu empadão de forma interessada, assoviou um lema das vespas, olhou para Kim e sorriu.

- Sabe o que cairia bem? Aquele suflê de abobora que colocaram na mesa corvinal. – Pulou de seu banco e trotou até a mesa corvinal com Kim em seu encalço, sentou de frente para Doug. Puxou um suflê, cutucou. Olhou para os amigos quando outra revoada de pássaros explodiu do doce. Não que ela ficasse com nojo daquilo, mas ela gostava da cara de nojo que eles faziam enquanto ela logo já dava uma outra garfada e começava a comer o suflê.

- Atchim! – Disse o corvinal, Lou se afastou levemente no banco, um arrastar e soltar, mas quando o fez ficou próxima demais de Kim, e o clima... Shit. Pigarreou enquanto voltava para outro lado.

- Deus te crie. E quanto ao sonserino, acho que ele meio que evaporou na ultima semana, só vi ele nas aulas, e sabe como ele é, prefere ficar caladão a falar algo, então sei la. Hm, esse suflê tá melhor que aquela torta de fígado. Querem um pouco? Garanto que vai curar sua gripe, serio. - Comeu uma boa garfada, sentindo uma pena de passaro enrolar-se entre seus dentes da frente e usou o polegar e o indicador para tira-lo dali.
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Re: Sááááábado De sol.

Mensagem por Kim Blayr em Sab Out 13, 2012 11:14 pm

OFF




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- Que desperdício de tempo – comentou.

- Mas... mas tem gente que não sabe pra onde vai. Meu pai disse que o chapéu quase colocou ele na lufa-lufa... por um triz. – quem respondeu foi um garoto cuja voz era tão insegura quantos os olhos, e da mesma maneira assombrada.

- Continua sendo um desperdício de tempo. Quer dizer, olhe para você – ela descreveu um gesto rápido com a mão – você nunca irá para Sonserina.

- Nem quero. - Ele pareceu ofendido - Mas sei que quero cair na casa de Rowena! Estudei muito, sabia? Já li Hogwarts sua historia três vezes, sei muitas coisas.
Kim Blayr soltou um “oh” sarcástico. O desagrado desceu por sua garganta

- Puxa,hein! Três vezes? TRÊS? PUXA VIDA,HEIN! Espero que lá tenha escrito quem irá te levar para a enfermaria quando eu massacrar você no quadribol.

- Pode ficar tranquila. - Ele fungou. - Não jogarei quadribol. Meu pai fez minha linha de estudos, se não seguir... Bem, pode acreditar, tenho mais medo dele, do que de você.

- Não estou preocupada, você terá seis anos para mudar de ideia. – ela sorriu de uma forma maldosa – cuidado com as arquibancadas, não são um lugar seguro. É o que dizem.

- - Não... gosto de esportes. - Limpou o nariz com as costas da mão, e fez biquinho. - Mas sei de uma coisa, garotas não deviam ser tão agressivas.

- - E garotos deveriam ser mais corajosos. - retrucou e então seu olhar analisou-o da cabeça aos pés: no geral,era um garoto magricela de um rosto bonito e delicado - e menos delicados.

-- Coragem é uma virtude grifinoria, como disse, quero ser Corvinal. - Piscou seus olhões, e Kim franziu o cenho. - Mas quando você ler Hogwarts uma historia vai saber.

Kim Blayr o observou com um jeito cético e entao inclinou-se, surrurando-lhe ao ouvido

- e a dor é da sonserina. - ela sorriu - quando voce for para a enfermeria..vai saber.

- Não, não é a dor. É da astucia e da ambição. - Ele disse- Te empresto meu livro, se quiser.

- - Ahh,é a dor sim,posso provar - ela argumentou, abrindo um sorriso.

- Violencia contra colegas de estudo causam detenção. – ele rebateu

- Ainda não somos colegas, não fomos selecionados.

- - Mas logo seremos chamados, nao devia ameaçar os colegas. - E cruzou os braços.

- Então tenho que aproveitar o pouco tempo que me resta – o chuto foi rápido e certeiro, o conturno pareceu surgir magicamente por entre suas vestes, que se agitaram levemente.

- VOCÊ ME CHUTOU ?! – o garoto parecia chocadíssimo. Kim quase riu.

- Opa, parece que você está com duvidas. Pega mais esse para ter certeza – e o chutou novamente – parece que não ensinam isso em Hogwarts uma história,não é?

- MADAME, MADAME – o garoto acenou para a mulher gorducha que organizava os primeiro anistas em uma fila indiana. Kim rolou os olhos e os arregalou de leve quando percebeu que a mulher os fitava.

- Pare, ou vamos para a detenção seu estúpido! – exclamou

- DEVIA TER PENSANDO NISSO DUAS VEZES ANTS DE ME CHUTAR! – ele a olhou com raiva.

- Chutarei mais se você não calar a boca, sua ave medrosa de merda – ameaçou, estreitando os olhos.

- O que está acontecendo aqui? – a mulher possuía um olhar severo e sua boca era fina, e sumiu quando ela franziu os lábios.

- ELA ME CHUTOU.

- Verdade?

- SIM, TENHO CARA DE MENTIROSO?

- Mocinho, não grite comigo.

- MAS ELA ME CHUTOU!

- Ok, calma, respire fundo e seque as lagrimas. Mocinha, por que fez isso?

- Não fiz nada – ela retrucou

- FEZ SIM! - Engasgou, fazendo bico. - Fez... sim.

Kim levou as mãos nos bolsos e deixou os ombros caírem

- Olhe para mim, senhora monitora. Por acaso, tenho eu, cara de quem faz isso? ele é meu colega de estudos, não seria correto.

A sobrancelha da mulher permaneceu levemente erguida durante alguns segundos.

- Então, se nao fez, por que ele está dando tanto alarde? Venha comigo, vou conversar com vocês dois no final da cerimonia, e se eu ver mais alguem conversando, vou jogar no lago com a lula. Fui clara?

Um muxoxo de protesto e infelicidade escapou de seus lábios. Kim foi alocada na fila paralela, duas posições a frente do seu lugar original. E virou-se cinco vezes até finalmente ser chamada pelo chapéu seletor, somente para estreitar os olhos para o garoto.

- Vou pegar você – murmurou na primeira
- Seu merda – foi o que escapou na segunda
- Me aguarde – a ameaça foi acompanhada de um gesto enfático com as mãos
- Te pego por aí.
E finalmente:
- Você...- e fez um gesto como quem corta o pescoço.
Mal sabia ela que ele haveria de ser seu noivo.[/inlinebox]

______________________________________

Apollion Azazel, decidiu, era uma figura interessante.

O professor era baixo, atarracado, de cabelos muito pretos e olhos oblíquos maldosos. E parecia estar cagando para tudo e todos. Azazel cresceu diante dos olhos indiferentes de Kim, cresceu, projetou-se e pareceu querer engolir a sonserina. De sua parte, Kim não esboçou reação alguma, permaneceu com os olhos mortos, como se nada ali lhe dissesse respeito.

Reparou que burburinhos ocasionais irrompiam e morriam, como se temessem ser ouvidos. Seu rosto era de gesso mas um pensamento, lúcido como a morte, lhe ocorreu: de acordo com meus cálculos, isso vai dar merda.

Seus olhos vagaram displicentemente pelo saguão quando a voz chegou aos seus ouvidos.

Era aguda, afinada, mas parecia dispersa e confusa. Kim Blayr observou a Musa e deixou escapar um sorriso.

- Ohh querida Clementina!

A pausa que se seguiu foi suficiente para que, ela,Kim, se erguesse em meio aos demais, com a mão no lado esquerdo do peito e bradasse:

- Queria,querida Clementina. – olhou as três mesas seguintes deu três tossidinhas e sentou-se. A musa não pareceu reparar em sua interrupção, mas Louise Stantfort soltou um risinho quando seus olhares se encontraram.

________________________________

O vento agitou os fios castanhos, que grudaram em seu rosto empapado de suor. A sua esquerda, podia sentir a presença de Hogwarts: o castelo se erguia das pedras, muitos metros acima do solo, e sua sombra recaia por boa parte da planície verde até atingir o lago. De sua vassoura, Kim Blayr avistava pequenos,minúsculos,pontos escuros que se moviam desordenadamente.

Sentia a goles pressionada contra suas costelas quando sobrevoou os outros três jogadores e por fim a atirou, o couro deslizando pelos seus dedos, a bola descrevendo um meio arco preciso e sendo apanhada. Seus olhos percorreram novamente os minúsculos pontos e se detiveram em dois, amarelos, que caminhavam agilmente em direção ao campo até pararem abruptamente. O coração de Kim Blayr deu um pequeno salto e ela dispensou com um gesto de mão os gritos que lhe lançaram. Inclinou-se sobre o cabo negro da vassoura e desceu em círculos uns bons 3 metros e não se atreveu a aterrissar, contentou-se em observa-la refazer seu percurso até sumir.

*


- Não,não vi seu namorado Corday. E se eu fosse você, não comeria esse suflê, você já fala demais. – Kim Blayr estava um tanto apática. Seu corpo formigava onde antes, por brevíssimos segundos, Louise Stantfort esteve. E de onde havia escorregado, como escorregara na última semana. Kim fitou o perfil afilado da morena e soltou um gemido de frustração.

- Além do que, não me interessa seu namorado, Corday. – ela virou-se e com o garfo, espetou um pedaço de bife suspeito que havia começado a andar pela mesa e, em seguida, o mordeu. – Daqui a dois meses será o torneio em que vamos firmar o compromisso e marcar a data do casamento. – três mordidas grandes - não vou me casar – duas mordidas – não vou me casar. Vou fazer como aquela princesa, daquele reino distante, como é mesmo o nome? É algo com D, aquele, que te todas as princesas trouxas – aliás,que Rei esperto,hein, comeu muita mulher mesmo – a Dis..a Disney, isso, isso, Obrigada Lou, mas como é o nome da desgraçada da princesa, é uma ruiva,uma ruiva selvagem, vou fazer como ela.

- Merida.

- Isso, Merida, Princesa Merida, grande mulher, grande princesa, me casaria com ela. Digo. Não me casaria, como ela. Não, não, não como ela, não me casaria como ela. Sem vírgula! De qualquer forma, não vou me casar. – sentenciou, mordendo outro bife andante.
- Isso está te enlouquecendo, não é?

- Claro que não, estou normal. Não pareço normal? Não pareço? Estou normal, não me olhe assim, não me olhe assim. Veja, eu estou normal, Ei,você, sim, isso mesmo, você aí,seu gordo comilão, você come pra merda, não pareço normal? E você, é, de vermelho, sim, a grifinória...Merlim! você é daltônico? Claro que é a grifinória, alguém mais usa vermelho nessa escola? Não estou normal? EI,VOCÊS – Kim Blayr se ergueu. Em uma mão, trazia o bife que agitava debilmente as minúsculas pernas, na outra, uma faca. – NÃO PAREÇO NORMAL PRA VOCÊS? – ela brandiu a faca, em eloquência.

- Ok, já entendi, agora senta – Louise murmurou.

- Ah, que cortesia a sua, me oferecer um lugar na sua mesa, Louise. Cadê seus pais, não vem jantar conosco? Nossa, você tem muitos irmãos. Uma mesa só de irmaõs. E os outros,quem são?parentes? jesus,sua mãe pariu pacara... primos? são seus primos? você tem muito parente mesmo, hein.

Kim Blayr piscou seus olhos castanhos. Sua cabeça girava.

Resumo


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