Vagão-Restaurante

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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Luicas W.G.P. em Sab Set 08, 2012 9:48 pm

Luicas afagava os cabelos de Agnes no abraço em que estavam. Quando a alemã acabou de falar, abaixou-se o máximo que pode sem quebrar o abraço e beijou a testa da sonserina. Apertou-a forte e olhou para o rosto da garota, passando os dedos suavemente pelas bochechas dela.

- Mas é claro que te ajudarei, meu amor. Temos que cuidar do nosso futuro juntos. Depois vou mandar Gaiaterra entregar uma copia dos meus papeis no seu dormitório.

Finalmente pararam com o que Luicas podia arriscar chamar de dança porque iriam se arrumar na cabine para a chegada em Hogwarts que devia estar próxima, mas enquanto deixavam a pista de dança em direção à saída, perceberam uma confusão causada por uma dança a qual não tinha como dar certo. Sabia que Agnes ia ficar ali, parada, apenas querendo ver a briga continuar porque ela gostava de ver o circo pegar fogo, mas Luicas era um tanto pacifico para deixar alguma coisa evoluir para esse ponto, ainda mais quando algum amigo estava envolvido.

Portanto saiu de perto de Agnes sem dizer nenhuma palavra e empurrou diversas pessoas para chegar até o centro da confusão. Em momentos como aquele agradecia a sua exagerada altura, pois era fácil “meter medo” de longe. Chegou perto dos dois mais envolvidos quando o grifinório acabava de provocar o outro lufano.

- Hey hey hey! Muito menos. – tentou se posicionar no meio dos dois para poder apartar um inicio de pancadaria. – Renzo não tinha o direito de dançar assim com sua irmã, isso é fato. Mas começar uma briga aqui só iria causar complicações. PROS DOIS! Não é isso que vocês querem, não é mesmo?

Olhou para Renzo e depois para Derfel, aproveitando para olhar a plateia que se formava procurando por qualquer fonte de incitação para a briga. Olhou diretamente para Agnes para que ela entendesse que não era para fazer nada naquele momento que pudesse atrapalhar aquela situação.

- Anda Renzo, pede desculpas pra Virginia... Você bem sabe que a tratou como uma... Prostituta.

Resumo escreveu:Luicas e Agnes estão quase saindo do vagão-restaurante quando percebem a confusão causada pela dança entre Renzo e Virginia. Enquanto Agnes fica parada, o lufano atravessa a multidão para impedir que as provocações de Derfel evoluam para algo mais feio.

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Luicas W.G.P.
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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Phillip Jernigan em Dom Set 09, 2012 6:13 pm

Resumo:
Phillip, com ajuda dos amigos, convida Roxanna para ser seu par na festa beneficente

Em meio aos acordes da sua guitarra, Phillip teve a nítida impressão de que a sonserina também lançava alguns de seus olhares a ele. Na primeira vez em que percebeu isso, ficou tão contente que quase errou o ritmo da música, mas conseguiu se acalmar ao concluir que era natural que a garota olhasse na sua direção, afinal, estava em cima de um palco. Na segunda vez, contudo, ficou muito envergonhado e olhou para outra direção, balançando a cabeça como se estivesse inocentemente dançando e Roxanna apenas aconteceu de ter estado no caminho da sua coreografia.

A garota, contudo, não o olhou com a frequência que ele desejava, então o balão de auto-estima de Phillip já voltava a murchar, e ele estava claramente menos animado quando Bo cantou o último “devil’s...dance...floor!” da música. Mal agradeceu aos aplausos que receberam, como o restante da banda, até porque logo viu uma das garotas usando a SUA jaqueta. Entortou a boca, em uma expressão de pesar, mas não teve muito tempo para se lamentar, porque Benjamin estava com problemas para se desvencilhar das fãs.

- Por favor, meninas - Pediu, protegendo o corpo do irmão com o dele enquanto sorria. Foi um ideia estúpida, é claro, e acabou saindo com um arranhão muito ardido no pescoço. Sem contar que quase levou uma mordida na mão, e machucar a mão de um guitarrista era um gesto tão grave e ele ficou tão bravo que cruzou os braços e encarou a criatura. - Sem excessos, por gentileza - pediu, sério, o que naturalmente não surtiu efeito algum. Em poucos minutos, porém, as fãs acabaram se afastando dele para assediar os demais membros da Brotherhood, e Phillip olhou para Roxanna - sim, de novo - pensando consigo mesmo como seria bom se, ao invés delas, a sonserina viesse conversar com ele depois do show, entusiasmada com a sua performance. Até permitiria que ela mordesse suas duas mãos, se ela quisesse.

Para seu completo embaraço, porém, a própria Roxanna de repente começou a caminhar em sua direção, no que ele desviou os olhos, fingindo que acenava para alguém do lado oposto do vagão - embora não tivesse uma viv’alma ali para cooperar com o seu disfarce. Assim, foi um pouco frustrante perceber que o alvo da garota era na verdade o baterista, Ryleigh, e ele não pôde deixar de concluir que ela preferia os grifinórios.

Nesse momento, Pips sentiu uma mão apertar seu braço seguida da voz de Benjamin, comentando sobre o clima que ele acreditava estar rolando entre ele e Roxanna.

- Você acha mesmo?! - perguntou, esperançoso, mas o irmão não pôde respondê-lo, porque não demoraram para se aproximar dela e de Ry. Ele levou muito tempo - até para os seus padrões - para perceber o que o irmão estava fazendo, ao colocá-lo bem ao lado de sua mais nova musa, mas, logo que notou, engoliu em seco. Sabia que deveria dizer algo engraçado, ou interessante, ou esperto, mas sentia-se incapacitado para qualquer coisa que não fosse concordar o que os demais diziam, balançando lentamente a cabeça, mesmo que não estivesse prestando atenção em uma palavra sequer. Nem mesmo quando Rene também veio participar da conversa sentiu-se mais a vontade.

De qualquer forma, era melhor assim, já que calado era o único jeito de evitar que falasse asneiras.

De repente, contudo, todos os seus amigos começaram a se afastar, o que ficou ainda mais evidente quando Ryleigh disse a Roxanna:

- O Phillip fica aqui contigo, ok? - ele, que ainda estava meneando a cabeça de maneira assertiva, parou de torpe e olhou para o baterista, em uma nítida expressão de susto. Não sabia como todos tinham percebido sua atração pela sonserina, porque tinha certeza absoluta de que estava sendo bastante discreto - (?) - mas mesmo morto de vontade de se esconder embaixo de alguma mesa, não deixou de sentir-se grato a eles.

Olhou outra vez para Roxanna, pelo canto dos olhos, e abaixou a cabeça. Aquele período de intenso contato com as fãs tinha ensinado a Phillip que as mulheres não gostavam de homens inseguros, e a grande prova disso era o sucesso que Bo fazia, então tentou manter sua fama de misterioso e silente. Com os dois polegares nos bolsos e tentando não olhar para ela para não sucumbir ao nervosismo (tipo assim), comentou:

- Podemos conversar? Acho que começamos com o pé esquerdo...-só então levantou os olhos, se deslumbrando novamente com a beleza da sonserina.

- Claro, claro, podemos conversar. Mas acho melhor sairmos do palco primeiro.

Phillip sorriu abertamente diante da resposta receptiva de Roxanna. No fundo esperava que ela fosse se irritar outra vez e responder que não tinha nada para falar com ele, então já considerava um ponto para si no score. Concordou com ela que deveriam descer do palco, e assim ficaram embaixo, continuou o seu plano:

- Excelente a sua iniciativa - Phillip estava parcialmente mentindo, porque não conseguiu entender qual era o objetivo da festa. E eu digo parcialmente porque, por outro lado, seria uma oportunidade para fazer isto: - Poderíamos ir à festa juntos. O que acha?

Tentou parecer que era um homem confiante, mas ao mesmo tempo não queria soar confiante demais. Era complicado isso de convidar alguém para sair, e Pips já estava pronto para ouvir a sua negativa, quando foi surpreendido novamente por uma Roxanna muito mais calorosa que a de outrora. Para a sua mais plena alegria, ela havia aceitado o_o

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Phillip Jernigan
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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Peter Enzensberger Junger em Dom Set 09, 2012 9:47 pm


hey, i just met you, and this is crazy, but here’s my number, so call me, maybe?

peter veste ISSO

Aquele rostinho semiconhecido despertou interesse no alemão. Não que ele achasse que ela pudesse ser uma garota em potencial no futuro, mas mais pela sua gentileza e preocupação em tirá-lo daquela confusão. Ela não só doou o resto da sua cerveja amanteigada para o garoto, como também propôs a ouvi-lo e consolá-lo. Be... Ba... Bety... Bea... Beatrice!. Gaguejou Peter mentalmente ao tentar lembrar o nome da colega de casa. Logo depois ela confirmou seu nome.

O alemão virou o copo com a bebida de uma só vez. Por um momento pensou que seria mais educado e cavalheiro se tivesse deixado o restinho para a garota, mas perdeu a linha de pensamento quando ela piscou para ele, segurou a sua mão e o puxou para o balcão do restaurante. Encantadora a Beatrice. Fez até Peter esquecer que minutos atrás ele dançava como um cigano espanhol enrustido.

- Ééérr... Danke schön... quero dizer, Obrigado. Vamos lá, vou te pagar um suco de abóbora – disse no ouvido de Beatrice para que ela escutasse. Os dois estavam andando. Ela na frente de Peter, tentando abrir caminho em meio à multidão que ainda se ocupava com o que restou do tumulto semigerado por Peter.

Ao chegarem ao balcão, Peter largou a caneca vazia e enquanto o garçom a pegava, aproveitou e pediu dois copos de suco de abóbora, levantando a mão fazendo um sinal de “2” com os dedos. Sentaram-se de frente pro outro. Peter não sabia muito bem o que dizer, por mais que tivesse facilidade em conversar com garotas e fazer novas amizades. Ele ainda estava com a cabeça no que havia acontecido. Refletia se deveria, de alguma forma, pedir desculpas a Virginia, por mais que ele não tivesse feito nada de errado. Ele ficou preocupado pois pensou ter deixado um má impressão à espanhola e a última coisa que queria era ver sua reputação em baixa. Mas enfim, ele nunca foi de se preocupar muito com essas coisas e não era agora que iria se sacrificar por isso...

O que realmente importava é que ele havia sido salvo da multidão por uma garota linda e meiga. E lá estavam eles, tomando um suco como se nada tivesse acontecido. O garçom entregou os copos de suco mais rápido do que o esperado e foi ai quer Peter percebeu que ainda não tinha falado nada. Neste momento, deixou de pensar no que havia acontecido e tentou se concentrar em Beatrice.

- Então, eu e o mano Renzo estávamos tranquilaços aqui, quando a poderosa chegou do ALÉM chamando a gente pra dançar. E a gente foi né, of course. Daí o Renzo começou com umas danças ritualísticas cabulosas e ai me aparece um boy do nada pra salvar a Virginia e ela, doidona, mete um murro na cara do Renzito. – tentou explicar rapidamente, gesticulando com as mãos. Peter conversando e se empolgando era uma cena à parte... – Fiquei com pena do meu querido lá, esmurrado por uma garota. Mas eu ia fazer o que? ME DIZ? Se eu defendesse ele, eu levava uma surra também... E daí minha filha, saudades beleza facial! Então preferi não arriscar minha pele... - finalizou, expressando sua preocupação com a aparência.

Quando Peter percebeu que estava se empolgando e prolongando demais a falação, parou por um momento e bebeu o suco até a metade, batendo, em seguida, o copo tão forte na mesa a ponto de algumas gotas de suco pularem na sua jaqueta de couro, obrigando-o a limpar com o dedo e passar na calça.

- Mas então Barbie, obrigado por ter me tirado de lá. Agora me diz, como eu não te conheci antes? – sorriu enquanto coçava o couro cabeludo.

Off:
Não liguem pro jeito que o Peter fala, rs.

Resumo:
Peter e Beatrice saem para o balcão e conversam sobre os últimos acontecimentos


Última edição por Peter Enzensberger Junger em Seg Set 10, 2012 7:48 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Beatrice Devgan Coote em Seg Set 10, 2012 6:30 pm

Spoiler:
Beatrice e Peter chegam até o balcão e ficam bebendo e conversando um pouco sobre eles e sobre a confusão envolvendo ele, Virgínia e Renzo.

Beatrice veste isso!
__


a certain softness in his eyes facinates me more than I ever thought it could


A ideia de arrastar Peter para fora daquela confusão havia funcionado. Por um breve momento pensei que ele não iria querer deixar aquele lugar comigo, mas aparentemente essa coisa de piscar havia sido uma estratégia e tanto. Depois da piscadela foi muito mais fácil conduzi-lo ao longo do vagão. O alemão tinha um sotaque muito forte quando falava inglês, mas era um som agradável aos ouvidos.

Peter era muito mais alto do que eu. Ficando de frente pra ele, não muito perto, os meus olhos ficavam na altura do seu peitoral, que não deixava a desejar nem um pouco. Agora eu consigo entender porque ele consegue fazer as garotas mais novas falarem dele dia e noite, pensei. Era mesmo complicado não se perder nele. Digo nele, porque não era só uma parte. Os olhos azuis, como os mares do Caribe, de uma profundidade impossível de ser medida. E aquele sorrisinho que ele deixara escapar quando lhe entreguei a cerveja amanteigada... Mas eu conhecia a sua fama e precisava manter a compostura.

Estava muito complicado abrir caminho e segurar a mão dele ao mesmo tempo. Afinal, magra como eu sou, poderia passar até no menor espaço entre as pessoas no vagão, mas como Peter era mais alto e mais encorpado, ele precisava de um pouco mais de espaço para se mover. Enquanto estava concentrada em escolher a melhor rota até o balcão, fui surpreendida com a sua respiração quente próxima ao meu pescoço.
- Ééérr... Danke schön... quero dizer, Obrigado. Vamos lá, vou te pagar um suco de abóbora – disse ele, bem baixinho no meu ouvido. Os pelos da minha nuca ficaram arrepiados no mesmo instante. Foco, Beatrice. O Balcão., me forcei a pensar. E tentei me mover o mais rápido possível para chegarmos logo em um lugar um pouco mais calmo.

Por sorte, encontramos dois lugares vazios, e sentamos um de frente para o outro. Peter pediu nossas bebidas e logo estávamos num silencio um tanto quanto constrangedor. Só não foi pior porque dava pra perceber que o alemão estava muito concentrado nos seus próprios pensamentos para lembrar que eu estava do lado dele. Como aquela era a primeira vez que ele sentava-se depois do ocorrido, evitei falar. Queria deixar que ele tivesse tempo suficiente para relaxar. Além do mais, ele não poderia esquecer a minha presença por muito tempo. Ou será que podia?

A chegada das nossas bebidas fez com que o nosso silêncio se quebrasse e Peter começou a relatar o que havia acontecido. Então quer dizer que o nome do lufano era Renzo. Renzo... é, soa familiar. A história aconteceu exatamente como eu havia imaginado. Menos a parte do convite da aluna. Virgínia. Por Merlin! Será que ela de fato havia convidado os dois para dançar, ou ele estava usando esse fato apenas para se justificar? Nada eu podia fazer agora e nada adiantaria tentar tirar essa história a limpo. Eu só perderia tempo. A única dúvida que restou é a de quem seria o tal menino que foi “salvar” a Virgínia. Isso realmente estava me deixando curiosa. Poucas vezes vi alunos agirem dessa maneira para proteger outros. Mas os estudantes da Grifinória eram tão esquentados e não mediam esforços na hora de comprar briga por outros membros da casa.

Ao fim da história, o louro bebeu o suco até a metade com um único gole e bateu o copo no balcão com força demais, fazendo com que algumas gotinhas melassem a sua jaqueta e uma única gotinha caísse no seu queixo. Ele limpou a jaqueta com a mão e esfregou a mão melada na calça. Sem nem pensar direito, agindo por puro reflexo, encostei o meu polegar no seu queixo, limpando a única gotinha de suco que ali estava.

Aqueles olhos azuis encararam diretamente os meus e um sorriso me escapou. Então percebi que a minha mão ainda segurava de leve o seu queixo. Em um breve momento de pânico, soltei o rosto do alemão e arrumei a minha postura. Silêncio constrangedor, de novo. Rápido, preciso pensar em algo para dizer!

- Er... Concordo. Quero dizer... – é Bea, o que você queria dizer? – As chances de você ser socado já eram grandes e só fariam aumentar se você tivesse se metido. - Pronto! Perfeito! Agora eu tinha afirmado que ele poderia facilmente ter apanhado da garota. Parabéns pra mim. Mas já que eu estou indo de mal a pior, que mal vai fazer tentar consertar o que eu disse, certo? - Nessas horas o melhor é ficar na sua mesmo. Já pensou se um monitor aparece de repente e vê a coisa pela metade? Você poderia ter se dado muito mal hoje, cara. – tá, melhor que nada.

Ele analisou o que eu disse por alguns segundos e pareceu não se importar muito. Obrigada, Merlin! Estou te devendo essa.

- Mas então Barbie, obrigado por ter me tirado de lá. Agora me diz, como eu não te conheci antes? – E sorriu. Um sorriso tão lindo e descontraído, que me faz até deixar pra lá o fato dele ter me chamado de Barbie. Não consegui deixar de retribuir o sorriso. Dessa vez eu já estava preparada, não precisei de muitos segundos pra me recompor.

- Bom, nós somos de anos diferentes e acho que isso dificulta as coisas um pouco. Além do mais eu passo mais tempo na biblioteca e na torre de astronomia do que em qualquer outro cômodo do castelo, e acredito que esses dois lugares não sejam muito frequentados por você. – terminei dando uma risada alta e levemente histérica. Eu precisava ficar mais relaxada.
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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Derfel Heaney em Seg Set 10, 2012 8:08 pm

Quem era o rapaz tão esquentado que surgiu no vagão restaurante? Não era um grande mistério, era apenas Derfel, movido por um instinto heroico e empolgado pelo calor do momento. Não poderia ser considerado um encrenqueiro, havia passado boa parte do seu tempo em Hogwarts de forma discreta, sem criar inimigos ou confusões, sabia que seu Tutor não gostava daquele tipo de situação, frisava muito bem que não passava de atitude de moleque e lá estava ele, contrariando todas as expectativas e lições do velho meio cego, com varinha empunhada e punhos cerrados pronto para a briga.

Se não fosse a intervenção de Virginia e Luicas – apesar do lufano veterano ter usado a palavra prostituta para se referir a sua meio irmã – o que não facilitou em nada as coisas, pelo menos arrefeceu o seu ímpeto, mesmo assim, deu uma encarada em Pendragon que era grande, mas não era dois enquanto baixava a guarda devagar, mesmo pensando se deveria colocar o ex-monitor na roda por se referir a Virginia de modo tão vulgar, enquanto tentava se segurar, uma bela visão surgiu a sua frente.

- O que vocês têm na cabeça? Nada?! -Mariana Lengruber girava os olhos, entediada. - Você... Virginia sabe se defender muito bem, sem sua ajuda, seus músculos e força física, tá? - dirigia isso à Derfel. - E também muito desnecessário começar uma briguinha aqui no meio desse tanto de urubus... - parava por um momento. - Então agora, que tal todo mundo voltar para as cabines para se arrumar? Logo chegaremos a Hogwarts. - encarava Derfel.

O grifinório coçou a cabeça como se apenas naquele momento, as coisas voltassem a fazer sentido, como possuía uma certa dificuldade para reconhecer suas trapalhadas, ainda tentou um último porém fraco argumento. – Mas eu... eu... Eles, vocês sabem. – Encarava um, depois o outro como uma criança repreendida por dois adultos. Deixou os braços caírem e ainda assim olhou para Virginia de um jeito cúmplice, como somente duas pessoas que conviveram juntas por muito tempo tem permissão. Se houvesse legendas naquela troca, seria basicamente essa: “Não foi dessa vez que explodimos o trem, talvez na próxima.”

- Me desculpa tá bom? Foi mais forte do que eu. Usava a varinha como uma baqueta de percussão no próprio corpo, engoliu a saliva, caçando palavras para utilizar. –Vou tomar um ar e lavar o rosto. – Não saiu de imediato, ficou ainda alguns segundos esperando alguma reação.

- Então tá... Isso, faça isso. E vê se não vai bater em ninguém pelo caminho... – Ela teve a ousadia de dar de ombros.

-Eu vou mesmo! - Pausa para raciocinar. -Quer dizer, eu vou para a cabine e não vou bater em ninguém. – Torta de Climão. Bateu no ombro de Luicas, o que para o grifinório poderia ser um sinal de agradecimento e se retirou, sem nem ao menos olhar para Renzo. Por que no fundo estava envergonhado pelo seu destempero e por não ter mantido a palavra de duelar, era uma mancha no seu orgulho e quanto ao terceiro elemento (Peter) ele não o viu por ali, nem havia gravado o rosto da criatura que pelo jeito se esgueirou entre os alunos e sumiu. Era melhor o jovem Cadarn fazer o mesmo e foi colocar o uniforme.

Off: conversei com o player do Renzo e decidimos não levar isso adiante, mas a ação terá um desfecho menos trágico e mais cômico no futuro.
Resumo: A turma do Deixa-Disso encerra a briga e Derfel fica com vergonha por quase ter estragado a festa e também por não conseguir levar o duelo até o final. Envergonhado deixa o vagão e vai se trocar.

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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Peter Enzensberger Junger em Ter Set 11, 2012 3:21 am

só porque ele é lindo, loiro e forte, tem dinheiro e um escort.

peter veste ISSO

Ou essa menina é muito gente boa ou é muito dada... Impressionante como ninguém resiste a mim.... Foi a primeira coisa que pensou o narcisista no momento em que Beatrice estendeu a mão para limpar o seu queixo que estava sujo com suco de abóbora. A corvinalense era realmente gentil e Peter, irracionalmente, já começava a se achar demais e a distorcer a personalidade da companheira de casa. Talvez ela não devesse ser tão prestativa com ele... Todo mundo sabe que o nosso alemão acaba sempre entendendo tudo errado, por mais que não seja a sua intenção. Não que ela devesse ser dura como Virginia, mas talvez tentar não dar tanta bola para o garoto.

O toque de Beatrice no seu rosto o fez perceber que a barba que ele tinha feito no dia anterior, já começava a crescer timidamente. A pelugem loira no rosto ainda era rala, mas já era um sinal de que Peter vivia, naquele momento, o auge da sua puberdade. Quando Bea sorriu sem nenhum motivo, Peter o fez também. Ela disse algumas palavras sobre o seu parecer em relação à confusão. O alemão preferiu não continuar com o assunto e resolveu focar na garota. Ele precisava de uma investida, não poderia perder aquela oportunidade. E ao chama-la de Barbie, sentiu que estava no caminho certo. Pobre garoto...

Surpreendentemente, a garota não dera muita bola ao apelido que Peter adotou para ela. Ao invés disso, preferiu responder a pergunta do alemão sobre eles nunca terem sido apresentados um ao outro antes. Ela havia dito coisas sobre frequentar lugares como biblioteca, torre de astronomia e coisas do tipo, afirmando que aqueles provavelmente não eram ambientes que pertenciam ao habitat natural do garoto. Como corvinalense, Peter se sentiu ofendido. Mas como adolescente prepotente, se sentiu realizado. HMM, sinal que sou descolado, belezinha.

- Então, honey, é uma pena não termos nos conhecido antes... O que acha de recuperamos o tempo perdido? – sugeriu na cara dura. Pegou o copo de suco e bebeu o que restava – Você não vai se livrar tão cedo de mim, até por que agora passarei a reparar em você toda vez que te ver no salão comunal... – deu uma olhada sacana no corpo de Beatrice e depois voltou para os seus olhos – Agora chega, de blah blah blah. Vem gata, vamos dançar, juro que vou me comportar – levantou-se repentinamente, retirou o copo das mãos da garota, trocando-o pelos seus dedos que, como garras, arrastaram a garota para o meio da multidão.

Agora era torcer para que tudo desse certo e nada terminasse em socos na cara.

Off:
Entrei pra moda do Polyvore. Até editei os posts anteriores para colocar a vestimenta do guri :D

Resumo:
Peter e Beatrice conversam no balcão e ele a chama para dançar.

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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Beatrice Devgan Coote em Ter Set 11, 2012 6:32 pm

Spoiler:
Beatrice é levada de volta para a pista por Peter. As coisas esquentam um pouco, mas Beatrice acaba fugindo do garoto, mas não sem antes fazê-lo provar um pouco do seu próprio veneno.

Beatrice veste isso!
_


womanizer, you're a womanizer, baby


Em um momento eu estava rindo histericamente. No outro o meu copo de suco, que eu tinha dado apenas dois goles, estava sendo arrancado da minha mão. Agora eram os dedos de Peter que se encontravam entrelaçados aos meus. Não tive muito tempo para pensar. Antes que eu pudesse concordar ou até mesmo protestar, já estava sendo arrastada de volta para a pista de dança.

Eu sabia que tipo de menino era o Peter, só nunca tinha lidado diretamente com um deles. Me acostumei a estar com pessoa gentis e boas, de maneira que eu podia agir como quisesse e dificilmente seria mal interpretada. Nem mesmo o Liam faz com que eu me sinta andando em um campo minado. Muito pelo contrário. E deve-se levar em conta que ele é modelo e está no sétimo ano, sendo três anos mais velho que eu. Mas ele me passa uma segurança tão grande... Não é que o Peter não seja gentil, mas pelo jeito como ele me olhou antes de me arrastar para a pista, eu entendi que naquele momento ele era o caçador e eu, a caça.

A musica tocava num ritmo envolvente, fazendo com que Peter dançasse bem perto de mim. Com os meus 10 centímetros de salto a vantagem de altura que ele tinha sobre mim se tornava muito pouca. Com isso, eu conseguia sentir a sua respiração na minha orelha e pescoço, me fazendo rir de leve, sentindo um pouco de cócegas. Eu estava dançando de maneira meio receosa e desajeitada, sem saber direito o que fazer com as minhas mãos, e não conseguia saber também se deveria me sentir confortável com aquela proximidade toda.

Sem o menor aviso, Peter me envolveu em seus braços, me segurando pela cintura. Estremeci com o seu toque inesperado, imaginando que ele poderia perceber e me soltar. Ao sentir a sua mão macia e quente tocando a minha nuca, fiquei levemente desnorteada. Que diabos estava acontecendo comigo?

Com o toque delicado da sua mão o garoto foi trazendo o meu rosto para perto do seu. Todo o meu corpo ficou tenso, em estado de alerta. E essa é a hora que sorrateiramente o caçador abate a sua presa, pensei desesperada, sem saber o que fazer. Eu nunca fui o tipo da garota cobiçada pelos meninos. Sempre vivi meio escondida, camuflada, tentando chamar o mínimo de atenção possível. De qualquer forma, ver o Peter fazer o seu joguinho comigo não me deixava lisonjeada de maneira alguma. Afinal, ele faria isso com qualquer outra pessoa que tivesse cromossomos XX. Porém, no ultimo momento, ao invés de seus lábios buscarem os meus, ele passou direto e começou a falar bem baixinho no meu ouvido.

- Relaxa, meu benzinho. É só não pensar muito... – e terminou a sua fala mordiscando a minha orelha. Não pensa muito. OK, isso era fácil com ele agindo daquela maneira. Meu coração disparado e eu pedindo, mentalmente, de forma desesperada, pra ele não me soltar. Se ele me soltasse eu iria cair ali, no meio da pista da dança, sem ter reflexo para reagir. Aparentemente as minhas pernas já não respondiam mais aos meus comandos. Merlin me ouviu, mais uma vez, e o alemão voltou a sua mão para a minha cintura, me segurando bem perto a ele.

Estar envolvida em seus braços me fazia sentir feliz, segura e protegida. Comecei, lentamente, a relaxar. Parei de pensar e deixei o ritmo nos embalar. O calor que emanava do seu corpo era muito agradável. E até as cócegas que a sua respiração me causava eram algo agradável.

Acorda, Bea! Esse cara é uma planta carnívora e você um mosquitinho. Ele só quer te seduzir e te deixar vulnerável de tal maneira que até o bote mais sutil vai surtir efeito. Foi então que eu caí na real. Obrigada, consciência. Eu deveria te batizar de Jiminy, the cricket.

Recuperei a consciência e resolvi fazer o alemão provar um pouco do próprio veneno. Coloquei a minha mão direita em seu braço e fui subindo devagar, em direção à nuca. Quando a minha mão estava na parte de trás do seu pescoço, coloquei os meus dedos pelo seu cabelo e puxei bem de leve. Coloquei a minha mão esquerda em seu ombro, puxando-o um pouco mais para mim, deixando os nossos corpos o mais colados possível e dei uma leve mordida em sua orelha.

- Pois é, Peter. É uma pena que hoje não seja o seu dia de sorte. – Disse baixinho em seu ouvido. Soltei o seu corpo, me desvencilhei dos seus braços com um pouco de dificuldade e saí correndo em direção às cabines. Aquele garoto deveria vir com um aviso de “cuidado, perigo” escrito em sua testa.

Eu nunca havia tomado uma atitude parecida em toda a minha vida. Mas eu me senti satisfeita. Eu podia ser boa, inocente, sempre querendo ajudar as pessoas. Eu poderia ser até inadequada, em certos momentos, pela minha inocência. Mas jamais eu seria brinquedo de ninguém. Jamais.

Agora era hora de me trocar para o banquete, o trem já estava quase chegando à estação.
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.How I Met Your Penguin

Mensagem por Holly M. Collins em Ter Set 11, 2012 10:29 pm

.How I Met Your Penguin

— E eu tenho um presente pra você!

Foi exatamente assim que Codi decidiu avisar que “daria um perdido” nas duas amigas. Obviamente o garoto pensou que se questionasse o psicológico de Holly, buscando atiçar seu lado curioso e também seu fascínio por ganhar coisas (cavalos, pufosos, penas, clipes...) ela ignoraria que ele sumiria e voltaria depois de algum tempo, sabe-se lá depois de fazer o que. Porém ele não esperava que... ... exatamente isso fosse acontecer! Enquanto ele esteve fora a única coisa que ela conseguiu pensar era que tal presente era esse (e se seria comida pois daí teria que dividir com Aileen e com o garoto também, claro).

- Leen... o Codi acabou de dizer presente não foi? – ela disse com os olhos brilhando e a cabeça a mil imaginando o que poderia ser – Um presente! Ele comprou um presente! – ela disse pulando e batendo palmas – Isso não é magnífico?

E enquanto esperavam no corredor o retorno do garoto Holly ouviu que alguma barulheira vinha de algum lugar ali perto. Parecia música. Boa música!

- Viu... tá ouvindo isso?

- Hm... acho que não.

- Ah... escuta de novo – Holly pediu tentando ao máximo ouvir o que era aquilo – Bem... parece música, não acha? – Aileen fez que não com a cabeça – Oras, claro que parece! Haha. Será que é uma festa? Depois de toda essa confusão na Estação não acho que os professores deixarão isso por pouco! Quem será o maluco?

Aileen ainda fazia cara de quem não entendia o que Holly queria dizer pois parecia não ouvir o que a menina ouvia. No entanto Holly se perguntava quem era louco o suficiente para tentar aquilo em pleno vagão mas já deveria desconfiar que eram, na verdade, loucos.

Finalmente Codi pareceu voltar e, para alegria de Holly, tinha cara de quem realmente tinha aprontado. Felizmente sua mãe havia ensinado a ter um mínimo de educação e de não pular em cima da pessoa (isso seria muito estranho dadas às circunstâncias, hã?) quando estivesse muito curiosa. Olhou com sorriso angelical para o amigo e fez uma brincadeira sobre ele ter demorado para aparecer.

— Não, é que um cara do Ministério me fez umas perguntas...

Claro, naquele dia o Ministério estava interrogando até as malas se fosse possível e como ela já havia sido questionada mais cedo não deu muita atenção ao acontecido. O que ela queria saber de verdade era sobre o tal presente!

— Vem cá... – ela chegou-se mais perto do amigo - Eu ouvi bem? Você tinha dito que tinha um... presente pra mim? JURA?

— É, mas não é pra dar agora, hehe...

“Oi? Não é pra dar agora?”

— Ah, não, Cooodi! Eu fiquei curiosa, vai! – faria o que fosse necessário para ter o precioso.

— Tá bom, tá boooom.

- YEEEEY! – ela gritou alegre.

Enquanto o garoto voltou para a cabine a fim de pegar o tal do pacote, Holly ficou do lado de fora com Aileen apenas esperando com toda a ansiedade do mundo o que viria a seguir. Em um momento desses não há poder divinatório que funcione! Finalmente ele saiu de dentro da cabine com os braços atrás do corpo, sinal de que escondia algo ali. A tensão no ar era densa.

— Er... eu soube que você gostava de pinguins, e... Passei numa lojinha e vi esse aqui, e... e... pensei em em, em você.

“Ufa! Não é chocolate!”

Holly ficou parada olhando para o brinquedo nas mãos do amigo. Ele se mexia graciosamente e com certeza era um dos presentes mais fofos que Holly já tinha ganho.

- AAAH MERRRLIN!! Isso é... é... um... PINGUIM-DE-VERDADE!

Esticou suas mãos, pegou o presente e o abraçou. Depois de olhá-lo mais um pouco olhou para Codi e deu um lindo sorriso de agradecimento.

- Oras... eu nem sei como te agradecer! – correu até ele e deu um abraço aconchegante esbarrando em Glaux – Ah... Glaux... que animal você é hoje? – disse tentando desvendar o mistério – Olha... você pode tentar ser um pinguim! O que acha? – disse com uma risadinha e provavelmente não entendeu a cara de desprezo do animal.

- Codi... como você se lembrou que pinguins são meus animais favoritos? – ela perguntou olhando para Aileen com cara de “Haha, isso não é engraçado?” – Porque na verdade os pinguins além de ótimos nadadores eles deslizam com a barriga no solo porque tem certa dificuldade no deslocamento, não é o máximo?

Na verdade um dos motivos pelo qual mais gostava dos pinguins era sua fantástica história sobre relacionamentos. Uma vez sua mãe lhe contara que em determinado momento na vida de uma garota ela encontra um garoto como fazem os pinguins: escolhem um companheiro por toda a vida. Holly esperava esse dia, esperava ver como era ser como um pinguim!

Depois de toda a euforia mais controlada saíram os três caminhando até o Vagão Restaurante a fim de comer coisas gordas e gostosas. Codi ia na frente com Aileen e Holly atrás com seu pinguim. Chegando mais perto do lugar foi possível verificar que, definitivamente, Holly não estava errada.

- É... parece música mesmo. Acho que conheço essa música... – disse mais de si para consigo.

Ao abrirem a porta que daria entrada ao ambiente notaram uma cabine extremamente lotada de pessoas, com um palco improvisado em um dos cantos e jovens em cima tocando o maior som. Não vamos dizer que Holly já sabia mas ela já desconfiava. Codi olhou para trás e falou para a menina:

- Ih... olha lá... não é seu irmão e a banda dele?

Holly sabia bem que era. Era um bom irmão mas às vezes deveriam faltar alguns botões de realidade em sua cabeça.

- Pois é... – ela fez revirando os olhos e abraçando mais forte o pinguim – Bom... irei visitá-lo na detenção! – disse com um sorriso – Agora... querem dançar ou vamos tentar lutar por doce de abóbora com canela?

Holly já não se importava mais com as manifestações do ego do irmão mais velho. Rene era assim, morreria pela banda e os amigos se fosse necessário então não tinha muito o que fazer. Conhecia os tons da música que tocavam pois o irmão só tocara isso durante os últimos dias de férias. Dizia que era a nova “galinha dos ovos de ouro” porque a fase de Ry já estava passando.

"Agora me faltam os Pinguins de Magadascar...", pensou enquanto acenava para amigos do quarto ano como dando “oi”.


Resumo: Holly, Aileen e Codi vão para o Vagão Restaurante. Codi acabou de dar um pinguim para Holly que chega abraçada com o brinquedo cumprimentando com um aceno os amigos do quarto ano. Simples assim!

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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Peter Enzensberger Junger em Qua Set 12, 2012 3:21 pm


girl, you really got me bad, you really got me bad. i'm gonna get you back, i'm gonna get you back.

peter veste ISSO

Peter era tão cara de pau e sem vergonha, que nem se incomodava se estava ou não agradando a garota. Só lhe interessava fazer o que fosse do seu gosto, mesmo tudo dando errado depois... O alemão parecia perder todo o seu lado racional para a ansiedade quando estava perto de uma garota em potencial. E para ele, Beatrice já era um alvo garantido independentemente do que ele fizesse. Por isso se adiantou logo em pegar a garota para dançar, sem nem pensar nas consequências que isso poderia trazer. Na verdade o problema não era nem chama-la para dançar, e sim o que ele iria fazer com ela em seguida.

Largou o copo da menina na mesa e a puxou para a multidão. A banda já tocava a última música, Peter precisava ser rápido e ao mesmo tempo não parecer desesperado. Sabia que a única coisa que não poderia fazer era agir como Renzo. Mas pelo pouco que ele havia conversado com Beatrice, percebera que ela não era tão esquentadinha como Virginia. O máximo que poderia acontecer era um tapa na cara e um grito de ”Abusado!”. E um tapa não afetaria o alemão, que já reunia uma coleção incontáveis de tapas na cara.

Eles dançavam bem próximo um do outro. Peter sentia os cabelos de Beatrice, que ocasionalmente tocavam o rosto do alemão. Tá na mão já. Pensou o alemão, convencido. Quando ele iria aprender que não se deve conquistar uma garota pensando dessa maneira? Talvez nunca.

Peter não esperou muito e resolveu tomar iniciativa envolvendo seus braços na cintura da garota, trazendo-a para perto. Com os braços nas costas de Beatrice, subiu as mãos em direção à nuca dela, tocando os seus cabelos loiros. O alemão não sabia se ela estava gostando ou não, já que ela não demonstrara nenhum sinal de resistência. Porém, Peter percebeu que ela estava visivelmente desconfortável. Mas não no sentido de não estar gostando, mas no sentido de não estar acostumada com aquilo.

- Relaxa, meu benzinho. É só não pensar muito... – sussurrou no ouvido de Beatrice, enquanto arrastava suas mãos para o rosto da garota. Finalizou com uma pequena mordida na orelha e voltou os braços para a cintura de Beatrice. Peter sorriu descaradamente... Já acreditava que tudo estava dando certo .

Beatrice parecia estar mais a vontade agora. Ela começou a deslizar sua mão pelo braço de Peter, chegando ao seu pescoço, numa tentativa de sedução. Adoro quando a fêmea toma iniciativa, pode vir meu xuxu. Mas nada saiu como esperado quando Beatrice puxou Peter para mais perto. O alemão já estava até se preparando para fazer um biquinho para lascar um beijo avassalador na menina, mas teve que beijar o vácuo quando o rosto de Beatrice passou direto pelo seu e atingiu o sua orelha. Foi ai que ele sentiu a mordida, como ele havia feito com ela. What the f*ck? Que tosquera, vamos ficar só nas mordidas agora? Doidona essa guria

- Pois é, Peter. É uma pena que hoje não seja o seu dia de sorte. – finalizou e saiu correndo, sem deixar tempo de reação para o alemão, que ficou ali desolado.

Peter olhou para os lados e desejou que ninguém tivesse percebido a garota fugindo de seus braços. Piranha maldita... Vaca tetuda! Um dia invado o dormitório feminino e te pego de vez. E pensando isso, se dirigiu à saída oposta do vagão-restaurante para que pudesse trocar sua roupa pelo uniforme. Peter se dava muito bem em superar coisas do tipo. Aquele não era o seu primeiro fora, e nem o último.

Off:
Ações combinadas com a Beatrice. Ações do Peter no Expresso finalizadas

Resumo:
Peter chama Beatrice para dançar e acaba levando um fora dela por ser abusado demais

-
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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Charlotte O'Keef em Qua Set 12, 2012 10:07 pm

postei com login errado, alguém pode apagar? obrigada (:
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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Elena Holdfeny em Qua Set 12, 2012 10:09 pm

_______________________________________________________________________________________

Respirando fundo, Elena entrou na confusão que estava o vagão restaurante. Tinha procurado por Lara ou algum outro rosto amigo, nos outros vagões, mas não encontrou ninguém. Não sabia se sua distraída, a respeito do que tinha acontecido poucos minutos atrás, era culpada disso ou se realmente todo mundo estava se escondendo naquele trem. Mas não levou muito tempo para ter sua dúvida sanada: Estavam todos no vagão restaurante, no show da Boy Band idiota de alguns garotos da escola. “Ano mal começou e todo mundo já tá assim querendo aparecer... Que ridículo.

Entrou no vagão. Esbarrando propositalmente em todos e todas que estavam no seu caminho, procurava atravessar o tumulto. Ela detestava cada vez mais aquela confusão. Gostava de shows, especialmente os de rock, mas um show num trem? Com aquele público chato formado de aluninhas histéricas de Hogwarts? Não era seu estilo. Um pouco sem paciência, empurrou algumas pessoas para chegar logo a parte mais tranquila do vagão. Já não esperava encontrar ninguém mais naquela bagunça quando viu Lara sentada numa mesa no canto do vagão. “Perfeito.” Prendendo melhor num rabo de cabelo justinho, foi em direção a mesa da amiga. Lara não estava sozinha. Havia um menino sentado com ela. Elena tinha sensação de já tê-lo visto antes, mas não lembrava da onde.

- Mas que dia agitado não? - Elena sentava de frente para a amiga. - Vendedor ambulante de coca-cola, explosão de porta, trem pegando fogo, Expresso se atrasando... - parava de falar aos poucos, pensando no seu esbarrão com Gastón. Não pode evitar abrir um sorrisinho. - E agora um show surpresa no meio do trem! Se tá assim antes de chegar a Hogwarts, tenho medo do banquete de abertura... - baixava o olhar e ria, mesmo não tendo certeza do que estava achando graça.

- ...Aurores atacando alunos... - Disse a menina, abrindo um enorme sorriso quando a amiga juntou-se a eles. - O show é a única supresa que me agrada hoje. Você gosta da Brotherhood? – Lara dizia e em seguida voltava a atenção pro seu milkshake. - Ah, aliás! Esse é o Leslie Astor! Ele me tirou daquela cabine explodida, tentou sequestrar minha gata e foi atacado por um auror. Leslie, essa é E-l-e-n-a H-o-l-d-f-e-n-y.

- Muito prazer! Eu sou da Corvinal. Vocês duas são da Sonserina, correto? E então, você se machucou de alguma forma com a explosão, Elena?

- Ah, você é o menino da cabine. Que ajudou a Lara!´ - dizia satisfeita por finalmente saber de onde o conhecia. - Bem Leslie, não me machuquei muito. Nada que eu não esteja acostumada ao menos... - se dando conta do que tinha acabado de falar, tirou o sorriso do rosto. - Não que eu sofra algum tipo de abuso em casa. Não, é que eu pratico algumas lutas e jogo quadribol... Enfim. - ela balançava a mão como se pudesse espantar o assunto para longe.

- Onde é que você tava? - Falou, apertando os olhos para a menina, desconfiada.

- Em lugar nenhum. - ela respondia rapidamente, desviando o olhar para o show. - Essa banda é muito boa né? Você gosta deles? Do Brotherhood?

- Eu gosto deles, sim. Prefiro a banda do pai do Bo, As Esquisitonas. Essa pegada irlandesa fica repetitiva depois de algumas músicas. Mas não fala pra ninguém que eu disse isso. O fã-clube deles pode tentar me assassinar. – Oi?

- Algum tempo sem atentados? - indagou o corvino ao lado de Lara. [color=#5F9EA0]- Quando foi o seu último? - do que eles estavam falando, Elena não tinha a menor ideia...

- Ué, algum desmiolado explodiu a porta da cabine em que eu e Lena estávamos hoje cedo! E eu considero a gargalhada do Alucard um atentado contra a minha sanidade, aliás. - E virou-se para Lena. - Você percebeu como os vagões estão estranhos? Alguns com cheiro de comida, outros cheios de plantas... E eu fui parar no vagão que tinha sombras que se mexiam. Por algum motivo. Alucard é o nome do auror que estava lá. Ele... – Lara dizia séria, parecia até um pouco assustada. - ...é a coisa mais assustadora que eu já vi.

- Verdade. - voltava a sua expressão séria e serena de sempre. Ela tinha percebido isso, mas tinha se distraído tanto depois que esquecera. - Você deu muito azar então, Larinha. Eu estava num lindo, com flores por todo o lugar... - soltava um suspiro e sorria. - Parecia um jardim super romântico.

Ela realmente queria soar mais preocupada e parecer mais interessada no que a amiga tinha dito. Mas não conseguia. Simplesmente não estava conseguindo manter sua mente sob controle. Pensa em mil coisas e nada ao mesmo tempo. Sentia vontade de sorrir mesmo sem ter nenhum motivo. Imaginava quando encontraria Gastón de novo e como seria... Precisava compartilhar com a amiga o que tinha acontecido antes. Se ao menos Leslie não estivesse ali.

- Sabe, a minha mãe dizia que o romance das flores reside nos amantes da floresta – o menino dizia, interrompendo os pensamentos de Elena. Ele brincava com a gata de Lara distraidamente como quem não tinha dito nada demais.

Mas ele tinha.
Não tinha certeza se ela estava deixando muito na cara suas emoções e sentimentos, mas não gostava de ser tão bem interpretada por um estranho. O menino parecia legal, mas Elena mudou sua expressão. Estava muito vulnerável agindo daquela forma bem à vontade. Não era dela ser assim geralmente. Sentiu-se como acordando de um sonho bom, recobrando todos os seus sentidos. Não iria ficar indefesa daquele jeito só por causa de uns beijos. Não ia mesmo. Ajeitou-se no assento e apoiou os braços na mesa, encarando tranquila Lara e Leslie. Alguém então esbarrou nas costas de Lara. Sua amiga acabou derramando um pouco do seu milkshake. Quase todos no vagão estavam todos pulando com a nova música da banda. Elena não sair daquele trem e chegar logo a Hogwarts.

- Esse trem precisa chegar logo, antes que exploda! - e pelo visto, Lara pensava a mesma coisa.

_______________________________________________________________________________________


OFF:
Tudo autorizado. Continua...

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Re: Vagão-Restaurante

Mensagem por Renzo Venturelli Andreão em Sab Set 15, 2012 6:22 pm

Renzo continuava a dançar. Isso é, na teoria, porque na prática o que o lufano estava fazendo não era uma dança. Exagerado, muito exagerado, não percebeu que sua parceira de dança não estava gostando nem um pouco daquilo que estava acontecendo. Os fatos que aconteceram em seguida foram rápidos demais para Renzo, impedindo-o de tomar qualquer atitude.

Um garoto, grifinório, que Renzo não conhecia, interviu o que ele fazia, empurrando-o para longe da garota e esta aproveitou a deixa para atingir-lhe um soco no rosto. Peter, seu amigo, neste momento simplesmente desaparece, deixando Venturelli para cuidar das coisas sozinho. Não o recriminava por tal atitude, mesmo que não fosse um ato que o lufano fizesse, condizia perfeitamente com o comportamento do alemão.

E por fim aparece Luicas – este sim atuando com maestria e sensato como sempre – interpondo-se entre Renzo e o grifinório, apartando uma possível briga no recinto

- Anda Renzo, pede desculpas pra Virginia... Você bem sabe que a tratou como uma... Prostituta.

Oi¿ Parem o mundo que Renzo quer descer. Ele, pedindo desculpas pra um bando de desocupados que só apareceram para ver o espetáculo¿ Nunca!

- Relaxa Luicas – dizia voltando a sua postura normal e limpando o canto da boca que corria um pequeno filete de sangue – não perderei meu tempo brigando com esse um ai. – desdenhava-o indicando com o nariz – Mas não me peça para pedir desculpas públicas à ninguém, você sabe perfeitamente que não sou desses. Além do que, se tiver que pedir desculpas, irei pedir à ela, e somente ela, e não a ele – dizia apontando primeiramente para Virgínia e depois para Derfel.

O brasileiro deu então as costas e começou a sair do local como se mandasse a mensagem para todos “fim do show”, porém, antes de sumir em meio ao povo, vira-se novamente para Virgínia e diz umas ultimas poucas palavras.

- Depois agente conversa – e seguiu em direção ao balcão novamente.

Micro post, quase um flood, só pra terminar as ações no trem

Spoiler:
Luicas intervem para que não haja nenhuma briga a mais e Renzo deixa claro que pedira desculpas somente a virginia pela dança e deixa a cena
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Re: Vagão-Restaurante

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