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Mensagem por Andrew Hunter em Seg Out 29, 2012 12:25 pm


Local:Corredor sem saída próximo as masmorras;
Data: 8 de Setembro à noite, próximo ao horário de recolher.
Clima: Relativamente frio.
RP: Fechada
Participantes: Agnes Hunter, Andrew Hunter





“Someday, somehow
I'm gonna make it all right but not right now”




Andava pelos corredores do castelo, a busca de alguma coisa para fazer. Apesar de estar em ano de Nom’s não cumpria com o dever de ficar horas a fio na biblioteca estudando. Passaria por capacidade e, não por que estudei para isso.

Nos últimos dias tinha enchido Kayra com alguns mimos, estava começando a gostar daquilo, realmente, parecemos o casal mais unido de Hogwarts, claro, quando era conveniente, como bons sonserinos que éramos. Até mesmo os Hunters estavam apoiando o namoro, apesar de estar gastando mais do que o comum.

Na última carta meu pai, estava orgulhoso do filho dar um passo desse e não....

Ali no mesmo corredor, conheceu aquela garota que caminhava e atraía sua atenção, os cabelos cumpridos, bem vestida, tinha classe, a conhecia, apertou o passo e logo estava proximo à ela. Parecia contente, era o momento de me aproximar, andei mais depressa, apenas um passo de distancia, respirei fundo fechando os olhos, sentindo o perfume, sorri e diminui a passada para me aproximar, conferia o material. Tinha uma bela prima, com um corpo que instigava o desejo e a tentação. Pena ela ter namorado, se bem que ele deveria ter cuidado em deixá-la sozinha daquela maneira.

Como sempre ela pareceu não gostar da brincadeira, ainda mais pelo meu sorriso que deveria estar entregando meus desejos. Não adianta eu querer uma aureula quando seguro um tridente.

Tudo o que penso normalmente eu falo, e não seria diferente com Agnes, e realmente ela sabia se cuidar. Minha prima sempre foi a mimada da familia, filha mais nova, a única mulher no meio dos trasgos, não seria diferente em Hogwarts; zelar da família. Como sempre ela conseguia o que queria, menos a paz tão desejada. Fui para irritá-la, mas percebi que era um daqueles momentos que deveria abraçá-la. Haviamos crescido juntos apesar de tudo. A implicância era um brinde, um caso a parte.

Estava namorando com Kayra, oficialmente, mas não agiamos sempre como namorados, confiava nela; precisava rir, mas não podia mesmo sabendo que Agnes poderia de alguma maneira perguntar ainda mais coisas. Não precisamos ficar colados, ela não é meu pertence e muito menos eu dela, então, não precisávamos enviar relatórios de quando, onde e com quem estamos.

Parecia perturbado, calmo demais e o que estava acontecendo? Estava muito terno, o que era aquilo, quando percebi, começavamos uma conversa divertida, com Agnes concordando, apesar de mentirosos, tudo soava verdadeiro.

A conversa estava tomando um rumo do qual evitava à algum tempo. Não queria continuar, precisava virar a mesa. Estava dificil, quando ela queria alguma coisa Agnes ia até o final, a conhecia, tudo estava ficando mais dificil para responder, era questão de tempo. Não gostava das perguntas eu ou fulano, e a postura dela mexia comigo, por isso não respondi.


Spoiler:

Resumo: Andrew encontra-se com Agnes no corredor e dessa vez procura não perturbá-la vendo que ela parece estar com problemas, mas de certa maneira quem acabou ficando com problemas foi o alemão tendo que responder coisas que não queria.
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Re: Now the story's played out like this

Mensagem por Agnes Hunter em Seg Out 29, 2012 12:39 pm

Não sabia por quanto tempo ficou escondida naquele canto, não queria voltar para o dormitório, não queria voltar para o grande salão onde o jantar era servido. Queria apenas ficar sozinha, longe de qualquer questionamento sobre o seu péssimo humor. Não estava chorando, era difícil arrancar um choramingo daquela sonserina de gênio forte, mas talvez se deixasse aquela mágoa se transformar em lágrimas aquela sensação ruim talvez esvaísse. Mas Agnes gostava de remoer a situação, sentir raiva, pensar em palavras que poderiam ter sido ditas e por algum motivo ficaram entaladas.

Infelizmente já deveria estar na hora de voltar para o dormitório, se possuía alguma sorte, conseguiria passar despercebida pelos outros alunos e afundar o rosto no travesseiro até o sono chegar. Caminhava se perdendo e encontrando, correndo as mãos pelas paredes frias, cantarolando uma música qualquer em alemão sem tomar conta dos seus passos, talvez por isso não percebeu a aproximação de uma outra pessoa .

- O Luicas deveria ter cuidado em deixar você andando sozinha pelos corredores desse jeito! – Sotaque alemão: confere. Humor de caminhoneiro: confere.Agnes se virou sabendo que encontraria seu primo Andrew. Ele possuía um jeito bem característico de se aproximar, com um jeito de andar devagar, medindo a garota da cabeça aos pés. A jovem que usava um vestido curto, acima do joelho, mas ainda comportado recuou um passo e cruzou os braços na frente do corpo. Não gostava de se sentir exposta daquele jeito, mesmo assim não daria o braço a torcer, ele parecia “aprovar” a sua aparência com um sorriso malicioso.

-Andrew! Para com isso, estou falando sério e o Luicas não precisa mais se preocupar comigo. Não temos mais nada, acabou. – Respondeu enfezada como se ainda fosse difícil ter que proferir aquelas palavras.

Com o seu jeito de malandro ele se aproveitou para dar a volta e logo estava passando a mão pelo seu ombro, em uma espécie de abraço que foi seguido por Agnes com os olhos esperando o primeiro gracejo.- Não fica assim! – Andrew já alterava o tom de voz, agora não utilizava o seu jeito despojado o substituiu por algo mais terno.

-Hey, hey! Ficar assim como? Não estou “assim” nada. – Deixou tombar a cabeça no apoio de Andrew, ultimamente tudo estava tão confuso que um pouco de apoio familiar, mesmo que lá no fundo ela sentisse que não era apenas isso, talvez não fosse fazer mal.– Só estou em uma fase ruim, não é nada demais. E a sua namorada, cadê ela? – Perguntou mais por educação do que por interesse.

- Eu não sei, deve estar em alguma aula. Ou com as amigas dela. Realmente não sei – A alemã achou estranho aquela reação, uma hora estavam arrumando apelidos bregas, na outra seu primo nem fazia ideia do que se passava com a menina. Comportamento típico masculino. - Quer conversar? Andrew a encarou e a menina desviou o olhar para baixo, ultimamente estavam sem se falar apropriadamente. - Eu sei que pareço um trasgo. – Riu.

-Só parece? Está sendo muito bonzinho consigo mesmo, acho que você precisa admitir que é um trasgo vil e sem sentimentos, cuja única razão para sua existência é me irritar. – Falou forçando um sorriso para tentar melhorar sua expressão triste.No fundo existia uma boa dose de verdade, desde o momento que o primo regressou para sua vida, não passava um dia sem rusgas e implicâncias, bom, pelo menos não era o tempo todo, em alguns intervalos se comportavam como primos normais, mas sempre acontecia “algo” estranho, um silêncio esquisito, um toque não explicado, um carinho mal interpretado. Exatamente naquele momento, reinava uma trégua.

- Ah... –Achou estranho, no rosto do garoto um sorriso, mas a expressão em seus olhos era triste. - É um dos propósitos de eu estar aqui em Hogwarts. Mas eu tenho sentimentos sim. Tenho? –Ele voltou seus olhos para as paredes de pedra. – É acho que tenho.... Mas nem te irrito tanto assim.

-Me irrita sim, você nunca perde a chance de me provocar, fale a verdade Andrew, porque você gosta tanto de me deixar brava? O que eu fiz? Ou melhor, o que eu não fiz? – Falou entrando no jogo, brincando, mas falando a verdade.

- Ué por que eu gosto! – Agnes se desvencilhou do abraço, parando na frente de Andrew , assumindo uma postura inquisidora.

-E você não poderia gostar de outras coisas? Como Quadribol? Rúgbi? Sorvete de chocolate? - Começou a enumerar uma série de coisas, simplesmente porque era imatura e não conseguia manter uma conversa bem fundamentada por muito tempo, precisava fazer uma gracinha, então começou a elencar atividades enquanto balançava o corpo de um lado para o outro, fazendo a saia do vestido dançar.


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Re: Now the story's played out like this

Mensagem por Andrew Hunter em Seg Out 29, 2012 12:53 pm






“ know you're wondering when
(You're the only one who knows that)”




Agnes era insistente e chata com isso, estava ficando cada vez mais difícil, estava ficando nervoso. Punida, ela não era punida, nunca havia sido por nada. Ficava ainda pior as coisas entre nós, via que ela se assustava com o meu nervosismo, queria mantê-la longe era a melhor coisa que eu poderia fazer para evitar qualquer coisa, mas a parede não deixava que nós nos afastassemos. Mas ela parecia querer saber mais alguma coisa, já
que ela queria saber.

Ela pareceu por um instante vacilar, mas isso não aconteceu, Agnes falou, e parecia colérica. O que ela havia perguntado era um absurdo, pelo menos tentei transparecer que era uma brincadeira o que ela havia perguntado.

Medo, não, era cauteloso. Olhei para os lados ali não tinha ninguém por perto, meu coração estava disparado. Não podia assumir. Nossa família não... Em alemão confessei a ela, mas não conseguia encará-la, dei as costas para ela, mas ela queria que eu dissesse olhando para os olhos. Não.

Tarde demais!

Uma lágrima tombou dos olhos de Agnes, juntamente com a figura feroz que formou em mim, o toque macio dos dedos dela, me amoleceu. Ela não podia fazer aquilo comigo, não era permitido.

" Romeu, Romeu? Por que és Romeu? Renega teu pai e abdica de teu nome; ou se não o quiseres,(...)”

Nunca fui bom aluno, mas as detenções de estudo trouxa me fez aprender alguma coisa.

“Jura me amar e não serei mais um Capuleto”

Eu nunca quis afastá-la de mim como ela estava dizendo, era a maneira que tinha achado de me proteger dela, não de mim mesmo. Eu estava lá e acabava sozinho, porque Agnes corria, como na praia.

Não posso, não podemos a família. Já havia caído nessa questão e estava pagando por isso. É errado... Blá, blá, blá...

Meus soldados, meu forte, minha defesa tinha perdido há muito tempo. A trouxe para perto de mim, precisava sentir que não era o único que estava de guarda baixa e pego de surpresa, não estava só, ela também confessava, arrisquei um sorriso sincero, que ela não viu.

- Sim, eles sempre conseguem... - Nossa família sempre conseguia o que queria e não hesitariam conseguir novamente caso ficassem sabendo de alguma coisa.
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Re: Now the story's played out like this

Mensagem por Agnes Hunter em Seg Out 29, 2012 1:02 pm

- Mas eu gosto de outras coisas. - Riu - Mas estando aqui em Hogwarts fica difícil. Logo você está aqui e como eu gosto de você, de te irritar. - Encolheu-se tocando a cabeça em um dos ombros, com uma feição de coitado. - Não me sobra muitas outras coisas.

-Você gosta mais de me irritar do que da Kayra? – Seus cabelos estavam soltos e lisos, separou uma mecha e enrolou entre os dedos, assim como gostaria de enrolar Andrew com aquelas perguntas, suas maneiras infantis escondiam a maldade na sua pergunta.

- E agora estou sendo interrogado é? - Se esquivou.

-Sim, está! Por que afinal de contas eu preciso saber os motivos pelos quais eu sou punida todos os dias. – Disparou.

- Punida? –Andrew riu descontraído, talvez para esconder um certo nervosismo, a menina estava realmente pressionando. – Você não sabe o que é isso! – Desta vez ele falou sério, Aggy recuou tentando sustentar sua postura, mas fraquejava. Seu sentimento era ambíguo, se as suas suspeitas estivessem corretas sabia qual seria a resposta e não queria ouvir, mas colocar as coisas em pratos limpos talvez livrasse a garota daquele peso.

-Então o que é? Vai, fala! - O encarava séria dessa vez.

- Vai fala? – Quando deu por si os dois estavam muito próximos, um pouco mais de um palma de distância, parecia que aquele corredor havia diminuído.- O que quer ouvir? – Apesar das desavenças, Andrew nunca falou com ela daquele jeito, elevando o tom de voz, Agnes deu um passo para trás e sentiu a parede fria em suas costas, não havia para onde fugir.

Separou os lábios, tentou falar algo, mas a voz não saiu. Precisava tomar coragem, engoliu seco e começou gaguejando. Aos poucos sentiu-se mais confiante e finalmente conseguiu expressar em voz alta uma das suas maiores dúvidas. -Que você gosta de mim Andrew Hunter, eu sei que gosta e estava prestes a dizer aquele dia na praia, mas você tem medo de admitir. Você é medroso. – As palavras saíram como faíscas.

- Eu gosto de você? – Ele dizia como se fosse a coisa mais absurda do mundo, carregando nas pinceladas de ironia, Aggy ficou com medo, porque poderia ser coisa da sua imaginação e apesar das palavras do seu primo, ela não queria um troféu, muito menos a chance de poder usar aquilo contra Andrew. Não era motivo de orgulho, era um problema, um grande problema, que ela não estava preparada para lidar.- Não tenho medo Agnes. Pra quê quer saber? Vai inflar o seu ego? Vai ser bom para você? O que vai ganhar com isso? - Um sorriso frio saiu dos lábios de Andrew, que parou à frente da prima. - Ja, ich mag dich Agnes! - virou as costas para ela. – Feliz?

Não, ela não estava feliz. -Diz olhando pra mim, nos meus olhos. Diga! – Naquela altura da conversa A menina Hunter já estava com as bochechas rosadas, apesar do seu jeito manhoso ela era turrona, teimosa, considerada como uma “menina-ruim” que não chorava, mas um par de lágrimas se formou no canto dos seus olhos e escorregaram pelo seu rosto, Andrew se virou devagar, o rosto dos dois estavam muito próximos, ela simplesmente esticou os dedos e tocou o maxilar do primo, fazendo o caminho do rosto do garoto.

-Eu gosto de você Agnes Hunter. – Ele disse baixinho para ter certeza que apenas as pedras das masmorras poderiam ser testemunhas daquele escândalo. -Contente agora?

-“Romeu, Romeu? Por que és Romeu? Renega teu pai e abdica de teu nome; ou se não o quiseres,(...)”Você nunca vai saber o resto, porque não gosta de ler, não tem paciência e nem gosta desse tipo de coisa. – Tentou sorrir, mas fez uma careta engraçada. – Quando eu mandei você fazer o que desejava, não hesitou um instante e correu para outra, agora já arrumou uma namorada. Durante todo esse tempo, seu passatempo foi sempre me perseguir e me irritar, que tipo de gostar é esse Andrew? Quando a gente gosta de alguém, sempre queremos fazê-la feliz ou no mínimo a gente briga por essa pessoa e não tenta afastá-la o tempo todo. Esse é o seu jeito de gostar? Não preciso disso, quero um alguém que fique do meu lado, não me deixe sozinha. Eu não quero.


Devido a altura do seu primo, Agnes estava encostada em seu peito quando sentiu as mãos de Andrew levantando seu rosto. A menina Hunter sentia a mão do seu primo gelada enquanto ele parecia mapear todos os cantos do rosto dela. -Eles que nos perdoem. - E riu de maneira marota e a beijou.

Agnes primeiro levou um susto, sua primeira reação foi corresponder a carícia, um beijo suave, devagar , neste momento sua mente foi invadida por uma série de pensamentos confusos, cada um mais pragmático que o outro. Afastou o rosto com os olhos ainda fechados enquanto dizia de forma sussurrada. -Eu não posso, sinto muito, mas não posso, tenho medo do que pode acontecer Andrew.

- É Melhor jeito de viver! - Parecia calmo. - Os únicos limites das nossas realizações de amanhã são as nossas dúvidas e hesitações de hoje... escutei certa vez. E agora você anda pensando nos seus atos? - Ele parecia rir.

-Você jura? – Se afastou para que Andrew observasse seu rosto com expressão enigmática.Fez uma pausa por alguns instantes e sussurrou no ouvido do primo algo tão surpreendente que a expressão do rapaz se transformou.









Última edição por Agnes Hunter em Seg Out 29, 2012 1:20 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Now the story's played out like this

Mensagem por Andrew Hunter em Seg Out 29, 2012 1:14 pm






“Someday, somehow
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Por ser mais alto, Agnes estava encostada no meu tórax, a trouxe mais para perto, não queria soltar, afastou-se, um pouco, o rosto macio dela estava entre suas mãos, os olhos verdes cruzavam com os meus, azuis, não precisavam falar nada, sabiam o que cada um queria dizer. - Era uma maneira de chamar a sua atenção! - aproximou-me ainda mais, sentia sua respiração, o perfume doce de Agnes. A distância ainda menor. Não continuava. Parou com os olhos semicerrados, abriu lentamente, encontrando os dela. Abri um sorriso de canto, meio sem graça. Como se fosse a primeira vez, sentia a minha mão gelada, a respiração dos dois ofegante. Olhei para ela - eles que nos perdoem - e riu da sua maneira marota e a beijei, calmo, tímido receoso, mas deixando que nos entregássemos; senti que ela se afastou.

Razão!

Mas tinha certeza que ela não agia por ela e, sim pela emoção de cada um dos momentos. Não éramos os melhores um para o outro, era assim que pensava, mas não era justo com os outros. Agia pelo momento e não pela razão, como havia escutado. Não deixava para depois e aprendia da melhor maneira.

Ela se afastou.

Olhei sem entender para o que ela sussurrou no meu ouvido, e ri. A abracei, éramos primos hora essa. Parei, a colocquei no chão com cuidado, parecia escutar alguma coisa, fiquei sério e olhei para Agnes.

- Parece que estamos sendo vigiados.... – Realmente não seria uma boa ideia de mais alguem saber o que os dois estavamos fazendo, apreensivos e concentrados. - Shiuu, escuta – levei o indicador a boca e olhava a o redor, era um som estranho – escutou?

Sim!

Saímos de onde estavamos, com cuidado, olhando primeiro para um lado e para o outro, um de cada vez. Estamos lado a lado, andando na direção que o som parecia aumentar. Olhei no relogio e mostrei para ela

- Não era para estarmos andando por aqui.... –

- Que droga temos que voltar para o dormitório antes que apareça um idiota para nos dedurar.

E lá os primos cruzavam as portas do covil, sem que ninguém os interceptassem pelo caminho.


Spoiler:

Resumo: mais cedo ou mais tarde isso aconteceria!
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