The inside maze

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The inside maze

Mensagem por Pandora F. Nollyn em Dom Out 28, 2012 2:20 pm



Data: 8 pra 9 de Setembro.
Hora: Dê 00h00 para frente.
Clima: Relativamente frio.
RP: Fechada (Só com MP)
Participantes: Até o momento; Pandora F. Nollyn, Agnes Hunter
(disse que vem), Andrew Hunter(queria ver não sei mais), Annelise Flower(quer vir).
Pan veste: Isso.
Dados: 1- Furtividade pra não serem detentos. 2 - Percepção de de onde vem ou pra onde vai o barulho.
Resumo: Pan acorda com sede e pede companhia pra beber água, no caminho ouvem barulhos e decidem ver de onde eles vêm.


Se aconchegava deliciosamente debaixo dos cobertores quando sentiu sua boca seca. talvez pelo frio. Passou a língua sobre estes e nada, o toque de recolher era as 10 horas e ninguém parecia ter realmente reclamado visto que havia sido dia de Hogsmead e todos estavam cansados. Virou para o lado e foi encher um copo com a água da jarra que ficava no dormitório pra essas situações só havia um problema, ela estava vazia, parecia que mais pessoas haviam compartilhado de sua sede. Se sentou e tombou a cabeça para traz se espreguiçando com um murmurio de "ninguém merece".

Sabendo que aquele castelinho não havia mudado nada com as férias e continuava ávido para pregar peças em alunos e coloca-los em encrencas se dirigiu até a cama de uma de suas colegas para pedir companhia para buscar água. Com o tom controlado par anão acordar todo mundo, mas ao mesmo tempo nem ligando caso o fizesse tocou de leve no ombro de uma de suas colegas e disse.

-Hey Ag, a água acabou e estou com sede, vem na cozinha comigo?

Nesse mesmo instante alguém se ajeitava na cama atrás da jovem.

- Uhmmm, vai beber água a essa hora? Depois vai fazer xixi na cama. - Jogou o cobertor para o lado e sentou na cama parecendo não acreditar no que estava fazendo, tirou a varinha debaixo do travesseiro e calçou suas pantufas de porquinha rosa. - Rápido, assim a gente aproveita e pede para eles trazerem mais uma jarra.

Pan não pode controlar a pequena risadinha ao ouvir a piadinha de Agnes e ficou grata ao que essa se levantava e apanhava a varinha. Fez o mesmo calçando suas sapatilhas, enquanto agradecia a Hunter. E quando reparou o barulho que havia escutado de alguém se ajeitando era de Annelise que pelo visto também estava com sede. Ás três partiram para fora do dormitório em direção a cozinha, passaram pelo salão comunal (onde Andrew decide segui-las [ou não, é com ele] provavelmente por causa de Ag.) E saiam de dentro da casa.

Ao caminhar por menos de um minuto nas masmorras em um ritmo cuidado para não serem pegos fora da cama naquele horário, um barulho estranho desperta do grupo a atenção. Ao se atentarem pra isso Pan para de andar e faz sinal pro grupo fazer o mesmo. E encosta o ouvido na parede tentando descobrir o que era aquele som de rastejar.



Última edição por Pandora F. Nollyn em Dom Out 28, 2012 2:22 pm, editado 3 vez(es)
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Re: The inside maze

Mensagem por Pandora F. Nollyn em Dom Out 28, 2012 2:20 pm

Dados porque não pode lançar com o primeiro post.
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Re: The inside maze

Mensagem por RPG Enervate em Dom Out 28, 2012 2:20 pm

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Re: The inside maze

Mensagem por Agnes Hunter em Seg Out 29, 2012 4:33 pm

Agnes veste >>>> Pijamas!

Não conseguia dormir, se revirava de um lado para outro e o sono não chegava. Começou a listar opções como: feitiços, poções azarações e outras coisas, mas nada parecia ser agradável naquele momento. Afundava a cabeça no travesseiro olhando para o teto escuro, provavelmente ficaria a noite inteira daquela forma revendo os últimos acontecimentos. Primeiro a briga com Luicas, seu ombro ainda estava sensível depois a conversa com Andrew e o beijo roubado no corredor.

Pensou em contar cordeirinhos com os olhos fechados e a cabeça protegida pelo grosso cobertor quando sentiu alguém tocar em seu ombro, bom se alguém quisesse conversar seria uma ajuda, desejou que fosse uma menina bem chata, com um desabafo gigante assim, ninguém poderia culpa-la por dormir bem no meio do falatório. Qual foi sua surpresa quando se deparou com Pandora pedindo para acompanha-la até a cozinha?

Claro que ela aceitaria, primeiro porque não deixaria a menina andar pelo castelo tão tarde e sozinha, não porque ela acreditasse que a quartanista não conseguiria se defender, mas por simples preocupação afinal, eram irmãs sonserinas. Ainda assim, forçou um pouco de mau humor apenas para não deixar o povo mal acostumado, talvez ralhasse mais tarde para que da próxima vez a menina convidasse a monitora apenas por diversão.

Calçou suas pantufas quentinhas e colocou o roupão de veludo, não esqueceu de levar também a varinha, poderia encontrar algum abelhudo sem graça nos corredores. Jogou sua longa trança para frente e foi empurrando a garota Nollyn como se estivesse com pressa, uma outra sextanista também se juntaria ao pequeno passeio, Hunter chegou a essa conclusão porque a garota começou a se arrumar de forma discreta.

Até ali, nada de anormal, mas ainda assim poderiam encontrar o chefe da casa em alguma inspeção surpresa, atravessaram o salão comunal, mas Agnes notou alguém espalhado em um dos sofás, para sua surpresa era Andrew que também estava acordado, bom, felizmente ela não estava tão louca assim. Cutucou seu primo para que também as seguisse, já que ele estava sem sono, talvez uma caminhada ajudasse a relaxar. Passaram pela entrada secreta dos domínios de Salazar e chegaram aos corredores que levariam o grupo até a cozinha.

Olhou para os lados tentando encontrar algum dedo duro, prestando atenção no desenho que as sombras formavam naquela parte do castelo.

off: Furtividade
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Re: The inside maze

Mensagem por RPG Enervate em Seg Out 29, 2012 4:33 pm

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Re: The inside maze

Mensagem por Annelise Flower em Seg Out 29, 2012 9:15 pm

[div=width: 600px; text-align: justify; background-image: url(http://img221.imageshack.us/img221/2706/3415crazykira.jpg); background-repeat: repeat; padding: 20px;]

Slytherin
Thirsty. part I


[hi=#AFC7C7]Se Annelise Flower pudesse resumir seu ano em hogwarts até o presente momento, ele seria algo como: BOOOORING. Fora o boom do trem, com toda aquela história de incêndio e futuro triângulo amoroso e brincadeiras bobas com os dois grifinórios gatos, o sexto ano da sonserina se resumira, basicamente a gasear assistir as aulas mais necessárias – leia-se: interessantes e práticas, Anne nunca entendeu como a tonta da sua irmã mais nova podia gostar de uma matéria blergh-suck-my-whatever estilo história da magia. E isso tudo meio que estava deixando a garota..impaciente. Onde estavam os dois grifos gatinhos que lutavam por sua atenção? Aliás, onde andava TODO MUNDO que importava afinal de contas? Ou será que Anne que estava desaparecida? Ela apostava na segunda opção.

De qualquer modo, aquele fora mais um daqueles dias modorrentos, logo, após reclamar de o quanto hogwarts estava chata mais de mil vezes para as pessoas próximas que teimavam em falar dos eventos “divertidos” que os professores haviam realizado até o momento, a garota simplesmente desistiu e resolveu ir dormir. Porque afinal de contas mente vazia é oficina de Morgana e ela conhecia Merlin o suficiente de ouvir sua irmã falando para saber que era melhor dormir a reclamar.

De fato, a garota dormia a sono alto, sonhando sobre um Mordred nu da cintura pra cima e um realmente suado-e-sem-camisa-malhado-e-gostoso Josh que estava, hum, se tornando um sonho realmente interessante, quando aparentemente seu sistema hidráulico resolveu sacanear bonito e interromper o sonho na melhor parte – que envolvia uma Anne ofegante, um Mordred realmente musculoso e um Josh hm, beeing Josh – acordando-a com uma garganta tão seca que ela quase tinha certeza que havia um deserto se formando lá, provavelmente resultado do litro de baba que estava depositado no canto direito do travesseiro. Mas isso, claro, era algo que Anne nunca deixaria que ninguém soubesse. Afinal, babar em travesseiro era pra losers. Ou era isso que a sonserina falava quando ia zoar a boba da irmã que parecia que tinha um sistema de esgoto feat canal de distribuição de baba na boca (claro que isso era um total exagero. Sepá Anne babava mais que a irmã, mas isso era algo que Natalie Flower nunca descobriria. Ao menos não para viver depois).

Felizmente a ideia de buscar água – afinal a garota brilhantemente esquecera de trazer, na sua pressa de dormir e passar o tédio – não foi só da garota e logo, ela se viu acompanhada de Pandora e Agnes Hunter em direção à cozinha para se abastecer. O que vinha a ser bem providencial, afinal, apesar de estar ali por seis anos, a garota sempre sentira uma espécie de arrepio e medo ao passar pelas masmorras durante a noite. Sempre tivera a impressão de que deveria haver algum monstro primo do monstro do lago ness e irmão do basilisco escondido ali pelos fundos de hogwarts. Chegando no salão comunal as três garotas conseguiram também a companhia do primo de Agnes, um garoto realmente bonito ao qual ela NUNCA conseguia lembrar o nome e saíram em rumo à cozinha, com Pam liderando o grupo, ao mesmo tempo em que tentava se movimentar do modo mais disfarçado possível. Afinal não seria NADA legal se algum professor encontrasse o grupo ali pelas masmorras naquele horário.

Off: dado para furtividade

Spoiler:
Anne após reclamar pacas de sua semana chata em hogwarts, vai dormir e acorda de um sonho realmente quente com Mordred e Josh com boca seca. Sem água disponível no local, a garota acompanha Pandora, Agnes e Andrew à cozinha.
[/hi]
[/div]

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Re: The inside maze

Mensagem por RPG Enervate em Seg Out 29, 2012 9:15 pm

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Re: The inside maze

Mensagem por Virgínia Del Aguirre em Seg Out 29, 2012 10:13 pm


VI
Grifinória! On the DanceFloor


-Eu não entendo, Angel – a garota gesticulou alto, abrindo os braços pra expressar o tamanho da sua indignação. Ela sabia. Sempre soube das picuinhas entre os dois, mas aquele inicio de ano estava passando dos limites como a Tequila del Diablo contrabandeada para dentro de Hogwarts. - essa sua necessidade de provocar o Derfel! Eu percebo que vocês são diferentes como um vinho seco e...

- Leite de cabras? – o mexicano explodiu em gargalhadas até perceber o olhar fulminante da sobrinha. Colocou uma mão sobre os lábios dela, segurando o riso. – Não precisa me olhar assim, minha rosa da Andaluzia! Não precisa se preocupar! Eu não vou matar o seu precioso tutor.

Virginia Del Aguirre sorriu para o seu tio bastardo e adorável. Quis dizer que não temia pelo destino de Derfel , conhecia bem aquele irlandês e sabia que o couro dele era bastante duro. Temia era pelo inconsequente a sua frente e se perguntava se conseguiria juntar os seus caquinhos mexicanos após o malfadado duelo. Pegou a mão de Angel e fez com que ele a espalmasse entre os dois.

- Essa não é a mão de um duelista, cabrone! Você sobreviveu bem às ruas do México, mas este mundo é diferente. As regras são diferentes, as lutas são diferentes! Me deixe ao menos treinar você! O que eu vou dizer para o meu avó se você aparecer aleijado amanhã ou depois? Pior o que você acha que Don Cristobal Del Aguirre fará com Derfel em vingança por causa do seu filho brigão?

- Nada disso vai acontecer – Angel sorriu com aqueles lábios banhados de cinismo e piscou para ela – Você saberá que estamos todos bem e seguros! Confie em mim! Tenho um plano!

Ela suspirou! Tinha feito o que seu coração havia dito que deveria fazer. Ouviu boatos sobre como o líder do grêmio havia se embebedado tanto e em todos certo mexicano fazia as honras da casa. Virginia não era boba e tinha quase certeza que Derfel não deixaria aquela infâmia gratuitamente e o irlandês não faria nada pelas costas. Ela conhecia bem o seu amigo quase irmão e sabia que seus princípios inevitavelmente o levariam a exigir um duelo para reparar sua honra. A espanhola gostava de duelos. Havia sido criada em uma família que prezava regras hoje tão distantes do mundo moderno. Os Del Aguirres eram guerreiros de um tempo perdido e ela era fruto direto de uma linhagem de cavaleiros que acreditavam na honra, na bravura, na força, uma estranha descendência que se incendiava nas batalhas em um tempo que já não via razão nos combates homem a homem, espada contra espada. No fundo eram todos eles herdeiros do cavaleiro de La Mancha talvez guerreando contra o moinho do tempo que insistia em taxar como obsoleto tudo o que fazia todo e qualquer Del Aguirre se instigar.

Mas Angel era um Del Aguirre diferente. Ele era mestre com seus lábios e seus sorrisos, não com o manejo da varinha e dos punhos. Ainda assim era sangue do sangue de Virginia e ela temia por ele. Então se viu no dever de ir avisa-lo e tentar dissuadi-lo da ideia de aceitar um duelo com Derfel, caso o grifinório realmente fizesse o desafio.

- Não pense que isso vai ficar oculto de mim! – a garota deu dois passos para frente e encarou os olhos amendoados do mexicano com a força que seus olhos de ferro - Eu faço questão de ver e se vocês vão mesmo duelar, então mostre que existe mesmo sangue Del Aguirre nessas suas veias. Se prove! Lute como um de nós e mesmo que você perca, ainda irá ganhar. – Ela olhou o relógio e ocultou o espanto pelo adiantado da hora. Quando começou a conversa com o mexicano não passava das 22 horas - E eu já fiz o que devia fazer, vou te escoltar até a sonserina , assim ninguém pode reclamar de você estar andando por ai quase a meia noite, e depois retornar para a grifinória.

Ambos Del Aguirre desceram em silêncio as escadas que levavam as masmorras e se despediram na entrada da toca das cobras. Depois de despachar Ángel para dentro, a espanhola retornou pelo mesmo caminho até a escada quando escutou algo. Era um sussurro? Não, não parecia algo inteligível, antes parecia o rastejar de algo pelo solo. Havia histórias a respeito daquelas masmorras, coisas que ela ouvira somente quando começou a estudar ali porque antes, na Espanha, só ouvia as lendas sobre Beauxbatons e o futuro próximo quando ela estudaria lá e pertenceria a mesmo albergue que sua mãe pertencerá e que seus avós pertenceram antes dela. Era revigorante seguir novas lendas não?

Virginia pegou sua varinha e sorriu, seguindo o barulho através das masmorras. Seus passos a levaram de volta pelo caminho, bem próximo a sonserina e ela escutou passos e vozes. A grifinória se ocultou nas sombras o melhor que pode e aguardou na surdina, pronta para pegar algum aluninho fora da cama e dar aquele sermão, mas reconheceu uma voz que bom... não dava pra dar detenção na melhor amiga, não é?

- Agnes! – Virginia falou baixinho, ainda oculta das sombras, procurando ver quem estava com a sonserina – Caiu da cama? O que houve? – perguntou e enquanto aguardava a resposta, tentou apurar os ouvidos para escutar novamente aquele barulho estranho.


Spoiler:
¿Qué ha pasado?

Após uma conversa séria com Ángel, Virginia escolta o mexicano de volta a sonserina e depois é atraida por um barulho estranho. tentando descobrir o que é ela encontra Agnes e um grupo perambulando pelas masmorras

[OFF]
Entrada autorizada pela pan o/ Rolando dados pra furtividade, caso outra pessoa apareça xD E percepção pra ver de onde vem mesmo o barulhinho ou outra coisa importante. Ajuda-me ó Nimb dos dados furtivos e perceptivos _õ_
[/OFF]

-
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Re: The inside maze

Mensagem por RPG Enervate em Seg Out 29, 2012 10:13 pm

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Re: The inside maze

Mensagem por Andrew Hunter em Ter Out 30, 2012 10:25 am



Los Bandoleros


Dessa vez Andrew não dormiu como uma pedra ao tocar na cama, ficou revirando sem sono e pensativo. Incomodava-se com o colega da cama ao lado que roncava, chegou a pensar em jogar uma das almofadas nele, mas achou melhor não, ele sabia por que não estava dormindo. Ainda estava muito acordado para ficar por ali. Pegou a varinha e um livro começou a ler, com uma luz bem fraca, sempre que fazia isso sentia sono, mas não dessa vez, ficou irritado com o que lia fechou o livro.

Na cama não encontrava mais posição e toda vez que fechava os olhos lembrava-se de Agnes e ele no corredor, o beijo roubado, pelo que conhecia a garota deveria estar com os mesmos pensamentos que eu, apostava alguns galeões nisso. A cama começou a incomodar.

Deitou no sofá do salão comunal, pelo menos lá era silencioso apenas o barulho da fogueira queimando, como era interessante o fogo, formava alguns desenhos estranhos, distraia o rapaz. E assim a noite seria mais curta do que ficar na cama. Andrew brincava com a varinha e o fogo, movimentava as toras que queimavam, com cuidado para não derrubar no tapete causando um bom estrago e ganhando o apelido de incendiário.

Novamente se irritou com o que estava fazendo e ficou quieto ali, tentaria dormir, não tinha sono. Mas mesmo assim fechou os olhos, ficando ali, escutou passos na escada, não era o único que não conseguia dormir. Em silencio as pessoas passavam pelo salão, não precisava estar olhando para escutas as passadas, no silencio daquele lugar. Percebeu que alguém vinha na sua direção, abriu os olhos vendo a silhueta de Agnes chamando para ir com ela a algum lugar, percebeu que não estavam à sós, mas mesmo assim levantou-se e as seguiu segurando a varinha e arrastando o chinelo.

A noite estava fria longe da lareira, mas Andrew estava acostumado com aquele clima, juntou-se ao grupo de garotas que estavam indo à cozinha, não tinha nada o que perder, talvez ganhasse uma detenção, nada que devesse se preocupar. Andrew juntou-se as garotas, conhecia Pan, mas não se lembrava de conhecer a outra garota.

Mas como estavam fazendo coisa errada, olhava para trás procurando qualquer movimento estranho. A única coisa estranha que estava escutando era um ruído baixo que não sabia identificar. A escuridão prega peças e mexe com a imaginação.

Não demorou a alguém encontrar o grupo, Andrew olhou para ver quem era ao menos Agnes a conhecia e ele se lembrou de ter trocado meia dúzia de palavras com a garota no trem. Quando ela perguntou o que houve o rapaz desviou o olhar e procurou não responder, mas se Virginia lesse pensamentos saberia o motivo da falta de sono da prima.

Fixou sua atenção naquele barulho chato que estava escutando no sofá agora parecia mais alto. Queria saber de onde vinha aquele som, e será que era apenas ele que estava escutando?



Spoiler:
Resumo: Andrew também não consegue dormir, irritado vai deitar no sofá onde Agnes e as meninas chamam o rapaz para ir à cozinha.

Dados: Furtividade e Percepção
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Re: The inside maze

Mensagem por RPG Enervate em Ter Out 30, 2012 10:25 am

O membro 'Andrew Hunter' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'd20' :

#1 Resultado : 20

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#2 'd20' :

#2 Resultado : 2
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Re: The inside maze

Mensagem por Roxanna Miloslaviniacova em Ter Out 30, 2012 2:18 pm


IT’S HOW IT’S SUPPOSED TO BE!




Esse post é melhor apreciado ao som de Don’t Rush – Kelly Clarkson feat. Vince Gill.

Roxanna veste ISSO



A meia noite já tinha se alucinado e no lusco-fusco da hora das fadas, eu, borboleta da noite, vim brincar. Era meu dia de fazer a ronda pelo Castelo, o que eu fazia com vigor e presteza mesmo que isso significasse manter uma dieta de líquidos e hidratantes para não ter pecadoras olheiras na manhã seguinte.

Olhei meu relógio prateado, faltavam dez minutos para acabar meu turno o que me rendia uma certa oportunidade para a prática de Artes Negras. Minha família sempre foi ferrenha e tradicionalista, o bruxo das trevas russo mais famoso da história era meu tataravô, Rasputin, o responsável pela queda dos Romanov e o fim da dinastia czarista. Os Stanislav Rasputin sempre foram adeptos do poder e para nós, dominar artes que outrem desprezam ou julgam inadequadas sempre foi sinônimo de grandeza.

Assim, papai nunca me poupou de treinamentos extensivos em magia, principalmente em magia negra. Quando voltasse para casa nas férias de Páscoa, eu seria inicializada no Círculo Negro, uma tradicional sociedade secreta russa onde as artes obscuras eram estudadas e praticadas com afinco. Enquanto isso, eu praticava constantemente longe das vistas alheias, as coisas que eu aprendi.

Tirei então um frasco de bolso do interior de minhas vestes e observei com certa curiosidade a aranha peluda que tinha lá dentro. Destampei o vidro e deixei a aranha sobre a almofada bordada com emblemas da sonserina que eu trazia sempre durante as rondas. Imediatamente ela se pôs a correr e eu, ávida, de varinha em punho, a encantei:

- Imperio! – sibilei imperativa de forma que a criatura parou imediatamente o que estava fazendo. Como se uma linha prateada ligasse o fio de minha varinha ao fio de seda do aracnídeo, ela planou alguns centímetros do chão da sala de aula desocupada em que eu estava. – A dona aranha subiu pela parede... – cantarolei docemente enquanto observava o animal deslizando sobre as pedras limosas próximo ao archote aceso na parede. Se ela chegasse mais perto, seria capaz de entrar nas labaredas incandescentes e morrer queimada. –Veio a chuva forte e a derrubou....

A aranha então caiu feito uma bolinha leve de papel no chão. E eu estreitei os olhos ao encará-la. Aranhas e ratos eram fáceis de se dominar com uma maldição imperdoável. Eu conseguia até atingir um cachorro grande como Boris, só deixei de fazê-lo porque papai não queria um animal imprestável em casa. Eu precisava arranjar algo maior em que treinar. E como na vida, tudo o que não tem serventia deve ser jogado fora, aproximei-me novamente da aranha encantada e pisei sobre ela com o solado de minhas botas de couro de basilisco ucraniano.

- Evanesco! – sem rastros, sem provas.

Apanhei minha almofada sobre a carteira e dei de cara com o silente e sisudo Barão Sangrento. Há quanto tempo ele estava ali? Bem, não importava. O Barão era meu guia desde o meu primeiro ano no Castelo. Nunca nos falávamos, mas ele sempre estava à espreita de meus planos. E eu o tinha como um talismã, um guia. Nem mesmo minha ausência durante o intercâmbio em Durmstrang fora suficiente para resvalar nossa relação vindoura e monossilábica. Desta feita, ensaiei um semi-sorriso para o Fantasma e sai na direção do Salão Comunal.

O Barão Sangrento me acompanhou por dois lances de pedra, mas depois, subitamente, atravessou uma parede qualquer e me deixou sozinha. Eu trazia a varinha acesa em lumus, mas conhecia tão bem aqueles caminhos que meus pés já me levavam sozinha. Foi quando ouvi alguma coisa. Olhei para trás em busca da origem do barulho, mas não tinha sido capaz de identificar. Segui um pouco à frente e vi então a inconfundível silhueta de Pandora, uma quartanista da sonserina.

Havia mais gente com ela, mas eu não sabia direito quem eram. Só sabia que nenhum deles deveria estar ali. É claro que eu jamais tiraria pontos de minha própria casa, a menos que fizesse isso só para impor meu abuso de autoridade, o que já tinha se esparramado feito pólvora de rastilho pelo Castelo: o distintivo subiu à minha cabeça e eu agora era uma déspota que ninguém queria ter o desprazer de cruzar durante as rondas diurnas ou noturnas.

- Ora, ora, ora! Olha o que o Basilisco achou fora do ninho... – meu semblante era despreocupado como se ninguém estivesse fazendo nada do que não deveria – Alguma coisa errada? – e então de novo aquele barulho de coisa se arrastando se fez, como se viesse das paredes ou lá do fundo. Me virei de supetão na direção daquilo. A presença de alunos fora da cama que eu não tinha a menor intenção de punir acabara de se tornar desinteressante até para um possível terror psicológico. Assim, dei alguns passos adiante a fim de vislumbrar algo fora do lugar.


Spoiler:
Resumo: Roxanna está fazendo a ronda e treinando Artes das Trevas. Se encontra com o Barão Sangrento e segue na direção da Sonserina quando se depara com um grupo de alunos fora da cama depois do horário. Não tinha a intenção de tirar pontos da própria casa, assim, teve sua atenção capturada pelo barulho que estava ouvindo constantemente pelas Masmorras de uns dias pra cá e resolveu averiguar.

[off]Entrada autorizada pela Pan. Por isso citei que ela viu a Pandora. Não rolei dado pra ver o resto porque ela não quer ferrar com ninguém ainda mas também não citei ninguém por conta dos dados que vocês rolaram que creio eu, seja para alguém que queira atrapalhar a expedição ou algo que nos atacará.

Em caso de dúvidas, eu comprei Artes das Trevas pra Roxanna e especifiquei na ficha que ela pratica maldições imperdoáveis desde muito nova. E quando eu jogava com ela no Aloho ela era amiga do Barão então resolvi manter a relação. Enfim, é isso, i guess. Qualquer coisa MP que eu edito...

Dado 1 – Furtividade; Dado 2 – Perceber algo sobre o barulho.[/off]

-
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Re: The inside maze

Mensagem por RPG Enervate em Ter Out 30, 2012 2:18 pm

O membro 'Roxanna Miloslaviniacova' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'd20' :

#1 Resultado : 7

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#2 'd20' :

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