When the Sun goes down

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When the Sun goes down

Mensagem por Luicas W.G.P. em Sex Out 12, 2012 11:16 am

Status: RP Fechada
Data: 14 de Setembro, após o anoitecer
Local: Círculo de Pedra
Participantes: Luicas W.G.P. e Mariana Lengruber.

Luicas tinha adquirido esse hábito de caminhar lentamente pelos corredores, tentando ser o mais discreto possível - o que era difícil demais pela sua altura - e ouvir as conversas das pessoas. Era um mau hábito, mas com isso ele conseguira manter a calma de Hogwarts em muitas situações, restringindo ações antes que elas acontecessem. Era bem útil, portanto continuava fazendo isso, muitas vezes sem perceber, até quando seu cargo de monitor fora passado para outro.

Com os ouvidos atentos para ouvir as fofocas do dia, Luicas andava pelos corredores de Hogwarts em busca de Agnes. Era um de seus poucos tempos livres da semana, talvez a alemã quisesse se juntar a ele. Bem sabia que ela não era muito fã de ir às aulas. Porém parou sua busca pela namorada quando escutou algo estranho sobre uma amiga do casal. Um lufano do segundo ano estava falando sobre Mariana e por algum motivo, lhe chamava de ovelhinha.

Luicas encarou o lufano por algum tempo. Sabe aquele negócio de se você ficar encarando, a pessoa vira para você? Então, foi isso que estava tentando fazer e deu certo! Logo o pequeno lufano olhava para o formando, esse último balançava a cabeça em negação. Um lufano espalhar fofocas por ai era tão comum como ver um sonserino alimentando um bezerro órfão.

Viu Mariana andando mais na frente e em passos rápidos tentou alcançá-la, seguindo-a até os jardins de Hogwarts. Já era de noite. Provavelmente a sonserina estava ali para ficar sozinha, mas ele queria saber porque as pessoas estavam a chamando daquilo que ouvira no corredor.

Deixou-a curtir um tempo sozinha. Encostou-se a uma árvore e esperou uns cinco minutos passar para ver qual seria sua próxima ação, porém a garota simplesmente estava ali. Parada. Fazendo nada, olhando para o horizonte. Era hora do lufano se aproximar. Cutucou o ombro da sonserina e deu um sorriso quando ela se virou. Luicas adorava começar conversas com seu sorriso, deixava tudo mais amigável.

- Por acaso o motivo de você estar aqui, sonhando acordada, tem algo a ver com ser chamada de ovelhinha pelos corredores?

Resumo escreveu: Luicas ouve um comentário no corredor que lhe deixa curioso e busca Mariana nos jardins de Hogwarts.

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Mariana Lengruber em Dom Out 14, 2012 8:41 pm

Era uma sexta-feira à noite, as gostas da chuva escorriam nas janelas dos corredores de Hogwarts. Mariana poderia ser encontrada em uma dessas janelas olhando para a água escorrendo, com expressão de paisagem. Estava devidamente aquecida e com roupa de chuva. Havia pegado o hábito de sair para os arredores do castelo quando estava chovendo, ou talvez tudo conspirasse para que ela fizesse aquilo, já que toda vez acontecia algo diferente. Em várias dessas vezes encontrara com Derfel, ou se aventurara em algum lugar.

Falando no mesmo, ele havia convidado a garota para um passeio à Hogsmeade no dia seguinte. Talvez por esse fato estivesse tão perdida em meio aos seus pensamentos. Não que tivesse muito que pensar. Mas estava de certo modo ansiosa. Seria aquilo uma espécie de encontro? Não, não, só de pensar sentia um iceberg na barriga. Não ousaria chamar daquele jeito. Talvez só um passeio casual de colegas de mesmo ano. É... Talvez acreditassem naquilo. E se a vissem com Derfel por aí e começassem a falar que estavam tendo um caso?! Aquelas pestinhas primeiranistas certamente começariam a cantar aquelas ‘musiquinhas’ irritantes de pessoas que estavam apaixonados.

Mas não. Era diferente. Decididamente não estava apaixonada, haha, que idiotice. Agnes era louca de supor aquilo, completamente. Não sentia nada pelo grifinório, nadinha. O máximo que sentia era desprezo pelas atitudes de Heaney, cabeça dura, teimoso, além de não ter nenhuma classe sequer. Só de pensar já lhe dava nos nervos. Na verdade nem deveria ter aceitado o convite. Talvez cancelasse. Assim ele iria com qualquer outra do castelo, já que não havia nada entre eles. Sacudiu a cabeça e decidiu andar pelos arredores do castelo.

A chuva caía em sua roupa e rosto, mas gostava da sensação. Continuou andando em passos rápidos e tomando cuidado para o pé não ficar preso em algum buraco ou poça de água. Os jardins era um bom lugar para ficar sozinha e só admirar a vista, além de tentar não pensar em coisas que não deveria pensar. Distraída olhando a vista não percebeu que alguém se aproximava, só quando sentiu seu ombro ser cutucado que se virou para olhar quem era. Após um leve susto por ter sido pega de surpresa, viu que era Luicas quem sorria para a garota e perguntava se o motivo da mesma se encontrar ali era pelo mesmo motivo de estar sendo chamada de ovelhinha pelos corredores.

Mas não era possível que continuavam com aquilo. Depois de todo esse tempo?! Fazia dias que Logan a havia chamado assim por conta de Derfel. O último até já pedira desculpas sobre aquele incidente, mas parecia que a diversão das pessoas do castelo era chatearem a inglesa. Sempre ela. Só porque tinha bom gosto para roupa, era educada e era bonita. Tudo inveja alheia. Soltou o ar que havia prendido e voltou a olhar para o nada.

- Olá Luicas! Eu vou bem, e você? – deu um sorrisinho. – E não, não tem nada a ver. Definitivamente não tem. Porque você acha isso? Andam dizendo algo por aí? Quero dizer... Não que tenham motivos pra dizer coisas por aí, mas enfim... Não! – pausou por um momento para tentar manter a calma de sempre e a indiferença. – Da próxima vez que você escutar isso por aí, grave bem quem disse, para depois eu mesma cuidar de quem quer que seja. – olhou séria para o lufano e depois torceu o lábio. – Já faz tanto tempo isso... E ainda insistem nesse apelido ridículo. Você não sabe o quão difícil é ser eu. – dramatizava. – Mas e você, tem algum motivo específico para estar aqui? Ou estava me seguindo? – ergueu uma sobrancelha.

Resumo: Lengruber resolve caminhar pelos arredores do castelo e acaba parando no jardim, ficou admirando a vista com sua cabeça cheia de pensamentos, até que foi surpreendida pela presença de Luicas.

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Luicas W.G.P. em Seg Out 15, 2012 8:04 pm

Luicas lembrava-se de uma festa há alguns anos atrás quando beijou Mariana, naquela onda de ser seduzido por sonserinas que até hoje o garoto tem. Por algum tempo, a relação dos dois foi estranha, até porque o lufano já estava com Agnes naquele tempo. Depois de algum tempo, porém, Mariana voltou a ser amiga do casal e provável madrinha do casamento dos dois.

Como bom tapado que o garoto é, não poderia perceber que a outra estava apaixonada nem se isso estivesse escrito em sua testa em letras vermelhas garrafais. Então não percebeu que a falta de jeito de Mariana era proveniente de uma paixão mal resolvida e deixou de lado.

Abriu a boca em sinal de espanto com a última pergunta de Mariana. Não que estivesse surpreso, mas tinha sido pego desprevenido. Parecia ser tão natural estar ali que não pensou em uma desculpa caso a garota o descobrisse.

- Eu... Eu... – deu de ombros. – É, ‘tava te perseguindo mesmo. Ouvi alguém te chamar de você-sabe-o-quê no corredor e como estava de bobeira e, aparentemente, você também, vim logo investigar. Sangue de monitor, sei lá.

Antes que Mariana respondesse, Luicas ergueu um dedo pedindo silêncio. Mesmo com a chuva caindo na relva, conseguia ouvir um canto baixo vindo de algum lugar ali por perto. Provavelmente da Floresta, logo embaixo do morro que levava à cabana do Guarda-Caças e à Floresta.

- Está ouvindo isso ou sou só eu?

Resumo escreveu: Fala logo para a garota que estava a seguindo, sem se preocupar em mentir. Ouve o canto proveniente da Floresta.

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Mariana Lengruber em Ter Out 16, 2012 9:48 am

A resposta havia sido a confirmação de estar sendo seguida por Luicas, mas fazia sentido o motivo que o garoto explicara. Por causa de ter escutado a chamarem daquele jeito e por ambos não estarem fazendo nada. Resumindo: curiosidade por parte do lufano. Poderia começar um falatório sobre como era feio ser curioso, e que aquilo era um mal que assolava a todos, e falar o ditado conhecido: ‘a curiosidade matou o gato’, enfim... Mas por sorte dele mesmo, ou não, falava para a garota ficar em silêncio.

Estaria ele lendo seus pensamentos? Já que nem havia aberto a boca ainda. Franziu o cenho esperando ele se pronunciar. O barulho da chuva era constante e chegou aos ouvidos da garota um som diferente da chuva caindo ao chão, do vento batendo nas folhas das árvores, não era nada do tipo. Luicas perguntava se ela estava ouvindo ‘isso’, ou se era só ele. Ela prendeu a respiração e tentou prestar maior atenção no único barulho diferente dos já conhecidos. Estava ouvindo alguma coisa sim, só não sabia se era o mesmo que Luicas.

- Você esta ouvindo algo que parece com um canto? Porque se for isso, também estou ouvindo. Bem baixinho. – olhou para os lados, não parecia ter mais alguém por ali perto que poderia estar cantando. – Eu acho que possivelmente vem da Floresta... O que não é muita novidade, já que lá tem muito mistério envolvido, né? – olhou para Luicas e pensou por um momento. – O que você acha, que devemos voltar ao castelo, ou seguir adiante e investigar isso? Afinal, acho que você não gosta muito dessas coisas perigosas... – dava de ombros frisando a última palavra.

Era fato que todas as vezes que se metera a investigar algo acabava dando em confusão. Fora assim todos os anos anteriores em Hogwarts, e ainda continuaria a ser. Várias vezes acabou se vendo em uma enrascada na Floresta Proibida. Alvo de aranhas gigantes, flechas de centauros, entre outras coisitas a mais. Parecia ter um imã para atrair perigo ou problemas, querendo ou não querendo. Fazer o que, pelo menos voltou viva de todas essas aventuras, e o importante é o que importa, e o que importa era aquilo. Continuou esperando pela resposta de Luicas, o sangue pulsando dentro do corpo, esperando pela adrenalina de fazer algo que não devia.

Resumo: Mariana também começa a ouvir o canto baixo que vinha de algum lugar ao longe. Propõe a Luicas de irem investigar, desafiando-o.

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Luicas W.G.P. em Qua Out 17, 2012 8:58 pm

A lembrança da aventura com o espantalho às vezes ainda assombrava Luicas, causando-lhe arrepios e olhares para o infinito durante alguns minutos, como se estivesse em transe. Não podia negar, porém, que gostava de se meter naquelas confusões. Mesmo quando era monitor ia para a Floresta fazer armadilhas contra outros que passavam por ali, explorava o corredor proibido, o Lago...

E bem... Luicas nunca que iria recusar um desafio daquele vindo de uma sonserina. Se alguma delas mandasse o garoto se jogar da Torre de Astronomia, provavelmente o faria só para sentir o vento na cara vendo o sorriso de satisfação de quem lhe mandou. Não. Arriscar a vida com 100% de chance de morte era burrice. Até mesmo para realizar seus fetiches verdes.

- Bora lá, Mari.

Tirou a varinha da meia e desceu o caminho para a cabana do guarda-caças. De lá, entraria diretamente na Floresta Proibida. A chuva incomodava um pouco – diga-se de passagem que nem passou por sua cabeça lançar um Impervius na roupa –, mas pelo menos auxiliava na furtividade dos dois.

Passaram longe da iluminação da cabana, contornando o terreno para adentrar na Floresta. Assim que já estavam dentro de área proibida, Luicas se apoiou em uma árvore enquanto esperava pela chegada da garota. Não era hora de lançar um Lumos ainda, estavam próximos da civilização e podiam ser vistos.

Resumo escreveu: Aceitou o desafio de Mariana e adentrou na Floresta.

Rolando dois dados:
1 – Furtividade
2 – Perceber algo na Floresta/fonte do som.

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por RPG Enervate em Qua Out 17, 2012 8:58 pm

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Ben Walker em Qui Out 18, 2012 1:28 am

Seria mais uma noite em que Ben não conseguiria dormir.

Ele, como sempre, arrumava desculpas – as abóboras estavam começando a madurar, enormes globos em laranja-vivo que refletiriam a luz da lua, se naquela noite houvesse lua; havia criaturas na Floresta que seriam capazes de farejar uma abóbora madura mesmo atolada na terra encharcada de chuva. Já houvera uma altercação com Fidle naquele início de ano letivo, pelo que ele soubera da enfermagem, mas não podia esperar que o espantalho cuidasse de todos os intrusos – a função dele era proteger as abóboras, não alunos desavisados descumprindo o toque de recolher e se pondo no caminho de ladrões de frutos.

É claro que não era por isso que ele se manteria acordado, nem pelo dever de zelar pela disciplina e bem-estar dos alunos (Ben fora um grifinório, afinal), e sim pelos pesadelos, os velhos companheiros que viviam por detrás de suas pálpebras, sempre à espreita, aguardando seu momento de fraqueza. Inevitavelmente, em algum momento da madrugada a exaustão venceria e ele se entregaria a um sono incômodo como um soco na cara. Até lá, bastaria um piscar de olhos mais longo para a mente lembrá-lo de como o tempo passava devagar naquela cela fedendo a urina, do som do galho sendo quebrado sob a sola da bota do caçador de recompensas, de Penny e Luke.

Ele se distraía descascando nozes na dobradiça da porta de entrada da cabana, numa tentativa de afugentar o tédio e o sono do início da noite, cedo demais ainda para entrar e jantar. Demorou a se aperceber da música que entrava sorrateira pelos ouvidos, quase como um ruído estático – o zumbido contínuo dos fios elétricos que acompanhara seus passos quando ele se aventurara pelas calçadas da Inglaterra trouxa oferecendo sua força de trabalho em troca de um prato de comida quente, nos dias mais difíceis. Parou imediatamente o que fazia, no entanto, ao identificar em meio aos sons da chuva a melodia baixa vindo dos lados da Floresta Proibida.

A floresta andava se comportando.
(Se mal ou bem, não era ele quem ia julgar.)

Olhar fixo nas bordas da mata, buscou algo fora do normal naquela direção e notou um vulto (dois, talvez?) se deslocando para lá. Alunos, possivelmente. Deixou o pote com as nozes sobre a mesa e encostou a porta da cabana, sacando a varinha e dirigindo-se até eles, sem se preocupar em esconder-se ou ser furtivo; a chuva encobria em parte o barulho de seus passos, e não seria de se esperar que o garoto fugisse dele correndo ou qualquer coisa do gênero. Oi! exclamou, ainda a alguns metros de distância dele. – Pretende fazer o que lá, rapaz?


Última edição por Ben Walker em Sab Out 20, 2012 1:20 am, editado 1 vez(es)
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Re: When the Sun goes down

Mensagem por RPG Enervate em Qui Out 18, 2012 1:28 am

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Mariana Lengruber em Seg Out 22, 2012 7:48 pm

Como o esperado o lufano aceitou o convite, ou melhor, o desafio da sonserina para investigarem os mistérios da Floresta Proibida. E assim partiram em sua jornada. Luicas ia à frente e Mariana um pouco atrás. A garota tomava cuidado em onde pisava e tentava ser o mais silenciosa possível, principalmente quando estavam próximos à cabana do guarda caças. As luzes estavam acesas e os dois poderiam ser localizados caso dessem bobeira. Por isso mesmo passaram distante, em meio às sombras que a Floresta projetava.

Chegaram à Floresta e como a sonserina havia ficado para trás, ouviu algo se aproximando. Escondeu-se em uma das árvores próximas para ver o que iria acontecer. O guarda caças havia descoberto Luicas, e quem sabe ela própria. Questionava ao mesmo o que ele pretendia fazer dentro da floresta. Não estava tão perto do lufano e não tão distante. Correr seria um risco para os dois. A sonserina prendeu a respiração e tentava controlar o nervosismo enquanto pensava em alguma saída.

Reuniu toda sua coragem, que nunca tivera realmente e saiu de onde estava se aproximando de Luicas. Não era a primeira vez que usaria a desculpa que estava prestes a usar. Mas era preciso e de extrema importância, isso é, só porque tinha muita curiosidade em descobrir de quem era aquela voz misteriosa que vinha ao longe. E daí muitos podem se perguntar o motivo da garota não ter ficado na sua e esperado o momento oportuno, ou para fugir, ou para ir adiante com o plano. Primeiro porque não era tola de se embrenhar pela Floresta Proibida sozinha. Segundo porque Luicas tinha lá sua personalidade sonserina. E terceiro, e óbvio, porque ele era namorado de sua melhor amiga for ever.

Virou-se para o guarda caças e disse em um tom que ele pudesse ouvir, mas não tão alto para acordar toda a Floresta Proibida:

- Olá senhor. Desculpe-nos a intromissão. Mas é um caso de extrema urgência. Não queremos infringir nenhuma lei de Hogwarts, nem nada do tipo. É só que meu gato, Snowbell, se embrenhou pela Floresta. Luicas estava apenas me ajudando a procurá-lo. – dizia em um tom meio choroso. – Sabe, ele é um gato que não é acostumado com o mundo cruel, só um pobre animalzinho indefeso e perdido nessa Floresta horrenda prestes a ser devorado sabe-se lá por quem, ou o que... Só queremos achá-lo e levá-lo são e salvo de volta para o castelo... – limpou o rosto como se estivesse limpando uma lágrima. O guarda caças não poderia ver de tão longe se estava mesmo escorrendo água por seu rosto, ou não.

Resumo: Mariana decidi ajudar Luicas quando o guarda caças os descobrem. Tenta convencer o homem de estarem procurando seu gato.

Dado para Enganação.

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por RPG Enervate em Seg Out 22, 2012 7:48 pm

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Ben Walker em Qua Out 31, 2012 6:38 pm

– É só que meu gato, Snowbell, se embrenhou pela Floresta. Luicas estava apenas me ajudando a procurá-lo. – A garota (então de fato não tinha visto apenas uma figura) falava em tom de choro. – Sabe, ele é um gato que não é acostumado com o mundo cruel, só um pobre animalzinho indefeso e perdido nessa Floresta horrenda prestes a ser devorado sabe-se lá por quem, ou o que... Só queremos achá-lo e levá-lo são e salvo de volta para o castelo...

Inferno. Aquele era um ótimo momento, um ótimo lugar, um ótimo clima para perder um gato doméstico, sem dúvida. Por mais que Ben quisesse acreditar que a menina estava só inventando uma história qualquer, parecia bem óbvio que ela falava a verdade. Podia não se lembrar dos nomes de todos os alunos de Hogwarts, mas já tinha visto aquela jovem circulando pela escola com um gato a tiracolo; além disso, não via outro motivo para os dois abandonarem a segurança e o conforto do castelo para passearem pela floresta (que, vale lembrar, ainda era chamada de Proibida por boas razões) em meio a uma chuva de outono e um frio de gelar os ossos.

Mas Ben também já tinha sido aluno, e grifinório ainda por cima; ainda que a história do gato fosse real, era melhor não se arriscar a deixar os dois soltos pela floresta, ou poderiam fazer alguma besteira.

Soltando um suspiro resignado, puxou o capuz e fechou mais o casaco longo em torno de si enquanto se aproximava do casal. – É melhor que vocês saibam feitiços de proteção. Fiquem com as varinhas preparadas, mas não saiam usando contra qualquer gnomo-de-jardim que apareça. Quanto menos barulho, melhor. – Voltou as atenções para a garota. – Vai você na frente, com o garoto na sua cola. O gato deve estar assustado, se estiver aqui por perto vai correr logo pra dona. – Então apontou para a borda da floresta com o queixo. – Vou dar uma distância, pra não correr o risco de assustar o bicho mais pra dentro do mato. Se acontecer alguma coisa... bom, vamos torcer para eu chegar a tempo de salvar o rabo de vocês.

Pelo menos ele teria alguma coisa com que se distrair em vez de ficar ruminando o passado.




Através do som da chuva, parando-se cerca de um ou dois minutos para prestar atenção, era possível ouvir na floresta uma música, uma melodia de flauta que ecoa no meio da noite, como se vinda de algum lugar distante.


Encostado numa árvore, Luicas pôde ouvir uma canção em conjunto com a melodia; era como se um coral estivesse cantando ao longe, bem ao longe, a ponto de a cantoria ter quase a altura do som de um sussurro:



Bom, 20 no dado é 20 no dado, né? Tem nem o que discutir. XDDD


Horário: 16h30min, começo da noite.
Penalidades: Noite chuvosa: -4 em tudo que se refere a prestar atenção ao redor (som da chuva e escuridão) e também para se locomover. Usando Lumos, a penalidade cai para -2, mas tudo que envolva furtividade passa a sofrer penalidade -4 ("uma luz na escuridão é como um farol no meio do mar", já dizia o poeta).
No momento vocês estão desprotegidos da chuva e do frio (por volta de 5°C). Se continuarem assim, a cada meia hora terão que passar num teste de Tolerância para não pegarem uma gripe (penalidade de -1 em todos os testes por 1d20/4 dias). É bom pensar de novo naquele Impervius, Luicas. XDDD
Por enquanto ainda estão na margem da floresta, próximo à área da cabana do guarda-caças, e recém anoiteceu segundo o cabeçalho da RP - ou seja, ainda não deu tempo de monstrinhos legais chegarem até a orla da floresta. Além disso, o Ben vai atrás de vocês em silêncio, mantendo uma distância de cerca de 20 metros para evitar um processo por negligência ajudá-los em caso de pânico. Depois que a noite se firmar shit's gonna get real: a cada 30 minutos vocês estarão correndo o risco de encontrar com uma criatura a ser rolada aleatoriamente no livro de monstros. (y)

Sobre a melodia: É basicamente a primeira música. Ela não para, continua indefinidamente, e qualquer um pode ouvi-la se parar para prestar atenção por um minuto. Encostando num tronco de árvore pode-se ouvir alguém cantando o que seriam as palavras da segunda música, mas encaixadas na melodia da primeira.

E vamos que vamos. /reza

Off: Beijo especial pro Leish pela ajuda, seu lindo. ;*
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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Luicas W.G.P. em Qua Out 31, 2012 8:52 pm

Tendo sido pego pelo guarda caças, Luicas ficou paralisado sem saber o que fazer. Sorte a sua que podia contar com Mariana, a qual se meteu rapidamente na conversa falando do seu gato aventureiro estar perdido por algum lugar na Floresta Proibida. Luicas não sabia se aquilo era realmente verdade, mas a sonserina falou com tanta convicção que quase lágrimas saíram dos olhos do lufano, deixando a cena mais emocionante para Ben, que também acreditava na história de Mari.

O trio entrou então na Floresta Proibida, Luicas no meio dos dois movimentava a varinha impermeabilizando as roupas de Mariana e as dele, para não correrem o risco de ficarem mais encharcados ainda.

Parou para arrumar a barra da calça que teimava em se arrastar no chão e se apoiou em uma das árvores do local, passando a ouvir uma canção junto a melodia que já ouvia anteriormente. Chamou então Mariana, com um assovio, para que ela também pudesse tirar suas dúvidas e, olhando para ela perguntou alto. Não alto a ponto de o guarda-caças ouvir, mas sabia que ele estava se aproximando pouco a pouco.

- O que é que está acontecendo aqui? – tirou a mão do tronco rapidamente para evitar que alguma coisa dentro dele criasse vida e o puxasse para a árvore. – São tipo... Ents celebrando a chuva? Chuva que cai faz três séculos seguidos?

Tinha medo do que aquilo pudesse significar. Não era todos os dias que aconteciam cantorias em lugares como aquele. Ainda mais vindo de árvores... Seres que deveriam ficar estáticos sendo árvores. Mas Hogwarts não era um lugar comum e os alunos tinham que conviver com aquelas bizarrices. Talvez Ben pudesse ajudá-los a resolver aquilo, porém será que era seguro perguntar a ele?

Resumo escreveu: Impermeabilizou as roupas dos dois e ouviu a cantoria da árvore.

OBS: Segundo a Ray, não é necessário dados para o Impervius.

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Mariana Lengruber em Ter Nov 13, 2012 4:00 pm

O que seria do lufano sem a ajuda da sonserina, ham? Era um fato que ela tinha uma boa lábia e sabia mentir bem, assim como falar claramente quando queria mentir, não como algumas pessoas que começavam a tremer ou gaguejar por nervosismo. Não. Tinha aprendido a controlar e lidar com aquilo adequadamente devido a todas as aulas que teve durante a infância e até os dias atuais e também por ter sido quase obrigada a falar em público nos eventos dos pais, diversas vezes.

Aconteceu que conseguiu convencer o guarda caças de que Snowbell, seu gato, estava perdido na Floresta Proibida naquela hora da noite. Ah ta. Como se aquilo fosse remotamente possível. Snowbell era fresco demais pra colocar as patinhas na Floresta ou em qualquer lugar de terra principalmente quando estava chovendo. Naquela hora deveria estar dormindo calmamente em sua caminha quentinha no Dormitório da Sonserina. E ela não. Estava ali infringindo algumas leis pra seguir um gato imaginário, quando na verdade procurava por uma cantoria que não sabia de quem poderia ser, nem do que, e muito menos onde se encontrava. Daqui uns dias a colocariam em um sanatório por alegarem ter perdido a consciência e razão.

Ben dizia para Mariana ir à frente do grupo. Talvez tivesse percebido seu espírito nato para liderança. Só que não. A explicação era do suposto gato assustado ir correndo para a dona. Porque caso visse alguns dos dois poderia se assustar mais ainda. Luicas ia atrás dela, até aproveitou para impermeabilizar as roupas dele e dela, e o funcionário mais um pouco atrás, escoltando os garotos. Pelo menos se houvesse algum perigo tinha um adulto consciente e bem preparado, espera-se, e que talvez os ajudassem. Ou talvez simplesmente deixasse as duas crianças para trás e corresse de volta para o conforto de sua casa. No dia seguinte diria que não sabia daquele fato e que sentia muito pelas pobres vítimas.

No silêncio era possível ouvir a melodia da flauta em algum lugar distante dali. Foi tirada de seu devaneio quando Luicas assobiou para que ela se aproximasse dele. O lufano estava encostado em uma árvore e questionava o que deveria estar acontecendo ali, se eram ents celebrando a chuva, que não era uma novidade. Lengruber olhou para o longe apertando os olhos, a escuridão a deixava irritada por não ver se tinha algo, ou alguém, próximo deles. Estavam praticamente desprotegidos. Mas usar a varinha para um Lumus também era arriscado, já que o feixe de luz poderia dedurá-los.

- Eu não tenho ideia do que pode ser... Talvez as ninfas tentando atrair algum centauro. Ou melhor, talvez o contrário. Talvez estejam em época de bem, você sabe... – dava de ombros. – Mas não tenho certeza se é só isso também, parece ter algo mais do que uma simples melodia. Talvez seja alguma coisa faminta tentando atrair alunos distraídos pro jantar... Nunca se sabe. – tentou improvisar uma feição assustadora só para dar mais ênfase. – Podemos continuar?!

Após o rapaz concordar continuaram andando sem um rumo exato, só tentando achar de onde vinha a fonte daquela melodia e por qual motivo ela acontecia. Olhou para trás para certificar de que o Guarda Caças estava lá por perto e chamava algumas vezes o nome do gato baixinho, só para não levantar suspeitas para Ben. Esperava que pelo menos achassem logo o que queriam e que saíssem de lá sem muitos arranhões e com todos os membros no lugar.

Dado pra seguir a melodia.

P.S: Não sabia muito bem o que fazer. XD

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por RPG Enervate em Ter Nov 13, 2012 4:00 pm

O membro 'Mariana Lengruber' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: When the Sun goes down

Mensagem por Luicas W.G.P. em Dom Nov 18, 2012 8:40 am

Luicas gostava de como Mariana era criativa. Sua imaginação irradiava para todos os lados, fazendo todos ao seu redor pensar nas coisas boas que podia acontecer. Por outro lado, como naquele instante, as coisas más também apareciam. Não sabia o que era pior naquele momento: encontrar duas criaturas da floresta fazendo a dança do acasalamento ou entrar na boca de um monstro faminto comedor de aluninhos de Hogwarts. Não que Luicas tivesse estrutura óssea para ser mais um “aluninho”, mas provavelmente a roupa da Lufa-Lufa o denunciaria e o monstro partiria para cima.

Mesmo assim, com esses pensamentos em mente, os dois continuaram seu caminho pela Floresta, cada vez mais adentrando na região. Eles nunca iriam achar o gato de Mariana, não pela floresta ser grande ou coisa do tipo, mas porque simplesmente Snowbell não estava ali. A garota mentira para salvar a pele do amigo e agora estava fadada a vagar pela Floresta Proibida a procura de um ser inexistente. Até quando? Não sabia. Podiam ficar dias lá, sendo perseguidos de longe pelo guarda-caças que garantia que os dois realmente estavam procurando por algo.

Para falar a verdade, estavam sim. Mas não era um gato. Podia ser algo bem mais perigoso: a fonte do canto. Não sabiam de onde vinha, o que significava, nada. Apenas o instinto aventureiro os fazia adentrar cada vez mais na floresta. O problema não era se perder, tinham Ben a alguns passos de distância, mas sim encontrar algum animal feroz. Pelas aulas de Trato de Criaturas Mágicas, os dois bem sabiam que quanto mais se aproximavam do centro da floresta, mais perigosas as criaturas as quais habitavam ali se tornavam.

Luicas cansou. Apoiou a mão em uma árvore para ver se o canto ainda estava ali. Estava, mas algo em sua cabeça dizia que aquilo iria dar em nada. Ou melhor, se fosse para “dar” em alguma coisa, seria em alguma situação de perigo. O garoto, temendo pela vida de Mariana e pela sua, apressou os passos e ficou bem atrás da sonserina.

- Mari... Acho melhor encontrarmos alguma maneira de voltar. Provavelmente essa cantoria é o que você falou, época reprodutiva e tal. – pegou na mão de Mariana para pararem de caminhar. – É perda de tempo, estamos só arriscando nossas vidas.

Resumo escreveu:Luicas e Mari continuam entrando na Floresta, até o garoto cansar e tentar convencer a garota que o melhor é voltar.

OBS: Estou postando porque estava com vontade xD mas esse post não anula o 20 da Fran e a vontade de continuar a procura.

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Luicas W.G.P.
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Série 7º Ano

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