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Mensagem por Blanche Paneki em Sab Set 29, 2012 8:02 pm

Resumo: É a descrição da casa de Blanche, a da imagem.
RP: Descritiva, e aberta, quem quiser postar indo visita-la sejam bem vindo (ou não)


Era uma vez... uma garota chamada, Blanche. Era tal como se podia dizer, uma "perdida" no mundo. Não possuía família alguma, ou amigos. Sua criação havia sido deveras estranha. E a certo momento de sua vida, se pôs a vagar pelo mundo. Vagava acompanhada de nada mais do que seu silêncio e as roupas de seu corpo. Até um dia, se deparar com um lindo chatêau e por lá decidir ficar. O que logo foi descobrir é que aquele belo castelinho era na verdade uma escola, mas não uma escola comum, e sim, uma que ensinava magia. Essa escola era Hogwarts. Lá ela se instalou por assim dizer, e passou a trabalhar até ter se tornado uma parte integral da escola e passar a ser remunerada por suas benfeitorias a escola. Passando a ser requisitada em certas ocasiões e por fim, se tornou uma funcionaria da escola.

A pergunta que fica dessa historia toda é; como? Como ela se instaurou e simplesmente passou a viver lá, e a resposta está, na moradia de nossa adorável bruxinha.



A cabana sobre os pés de galinha, Com uma perna de base esticada e a outra dobrada se unindo ao chão, a pequena cabaninha só pode ser alcançada por via da escadinha que costuma estar em seu interior e é descida por Blanche para poder ter ou não seu acesso garantido. Seu telhadinho composto de uma mistura de palha e gramíneas, mistura sua copa a da natureza quando esta á cerca, e sendo ela toda feita de madeira passa um aconchego rustico a sua moradora e aos possíveis visitantes. De sua chaminézinha é visível uma fumacinha esbranquiçada com cheiro de chá encobrindo seus arredores de encanto. E ao se aproximar as crianças de até 14 anos (e as jovens virgens ou pessoas de coração puro (bobas mesmo)) escutariam um fundo musical as convidando a chegarem perto.


Enquanto as mais velhas, apenas uma agradável e delicada melodia.


Ambas com um efeito calmante e até hipnotizante, passível de atrair a todos pela sensação de bem estar que provocam. Apesar de todo esse clima, encantador e apaixonante, alguns metros a frente da casinha, cerca de 10 está afixada uma plaquinha de madeira com os dizeres em uma bela caligrafia "mantenha distancia". Estava ali apenas pela garota não gostar da idéia de ser incomodada, principalmente durante o dia, e possuir seus hábitos, um tanto quanto anti sociais.

Seu lar nunca pode é encontrado duas vezes no mesmo lugar, por se movimentar de tempos em tempos, graças aos seus pés de galinha. Mas neste período de inicio do ano letivo se encontrava na orla do lago, em uma região cercada de flores. E sua moradora, poderia ser vista a noite colhendo algumas destas ou alimentando a lula gigante, vestida com um adorável vestidinho todo branco, sem mangas, batendo até seus pés. e com seus cabelos negros(naturais, no avatar ela está de peruca) soltos para as interferências do meio ambiente. Durante o dia, nunca se sabe se ela está lá, a dormir, ou em algum lugar cumprindo seus afazeres diurnos toda encapotada contra o sol.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Mariana Lengruber em Seg Out 01, 2012 7:03 pm

Data: 04 de Setembro, por volta de 18h00.
Clima: Chuvoso.
Seus olhos estavam pesados assim como sua cabeça. Não havia conseguido dormir direito durante a noite. Tinha tanta coisa para pôr em ordem, tanto no que pensar; coisas confusas, pessoas complicadas, acontecimentos recentes... E ainda teve que responder ao interrogatório do tipo CSI de Agnes Hunter assim que colocou os pés no Dormitório da Sonserina. Talvez fosse sua feição avoada e um leve sorriso que a condenaram. Maldição. Precisava praticar mais sua indiferença, deveria estar enferrujada. Ou talvez fosse só o fato da alemã a conhecer melhor do que qualquer um. Simples assim.

Isso tudo acarretou em leves olheiras que foram disfarçadas com uma água fria no rosto e batidinhas leves, além de um creme especial para aquilo. Andava com passos lentos para a aula de TCM. Depois dessa aula que terminava as dez, só teria aula novamente às quatro. Talvez pudesse dormir nesse meio tempo. Não se esquecendo do mais importante, de comer... Era uma fiel praticante do lema: ‘saco vazio não para em pé’. E olha que para satisfazer sua fome precisava muito. Ainda bem que Hogwarts não poupava exageros durantes às refeições. Mas claro que não era nenhuma ogra comendo, tinha seus modos e comportamento dignos de uma dama da alta sociedade.

Assim fez tudo o que tinha que fazer. E quando terminou a aula de Astronomia foi para a Sonserina, queria se livrar dos materiais que usavam para aquela aula antes de fazer qualquer outra coisa. Guardou seus pertences no dormitório e voltou para o Salão Comunal da Sonserina, onde ficou jogando um pouco paciência com Agnes Hunter, até a loira se irritar e cansar.

- Que tédio! – Agnes se jogou em um sofá, e Mariana fez o mesmo em uma poltrona do seu lado. – Vamos brincar de outra coisa Mariana, por favor, algo que não me faça ficar com o traseiro grudado até criar bolor! – a inglesa fez uma feição de crítica quanto à Agnes falar coisas como aquelas. – Que tal cabra cega?

- Não, muito chato. Sabe o que vai criar bolor? Nós aqui dentro da Sonserina. Vamos dar umas voltas pelo castelo, conhecer coisas novas, ver pessoas... – nem precisava dizer que pessoas ela queria ver, bem lá no fundinho.

- Uhmmm isso também serve, assim a aproveitamos para esticar as pernas. Sugestões?

- Podemos andar na chuva pelos arredores do Lago, que tal? Não exatamente na chuva, se você entendeu o que eu quis dizer... Aliás, ouvi falar de uma estranha casinha que se encontra por lá perto. Acho que devíamos dar uma olhada...

- Sair durante a noite para ver a casinha misteriosa? Parece tão errado! Vamos agora! - Deu uma risadinha.

- Oba! Só pegar um casaco e já vamos. - sorriu de volta. As duas sonserinas estavam para o crime aquele dia.

Assim que Lengruber voltou com seu casaco e varinha em mãos, as duas saíram rindo do Salão Comunal da Sonserina. Colocaram o capuz para tampar os cabelos um pouco da chuva que caía. O vento frio castigava um pouco as garotas. Mas a adrenalina de fazer uma coisa diferente, e se demorassem a voltar ao castelo, proibida, era o suficiente para esquecer o tempo frio e chuvoso e seguir com o plano de dominação global à risca. Já estavam nos arredores do Lago. Mariana tentava visualizar alguma coisa estranha que pudesse ser chamada de casa. Quando deram mais passos a sonserina ouviu uma melodia agradável e hipnótica.

- Agnes, você esta ouvindo isso? – perguntava meio abobada para a alemã que estava ao seu lado.

- Isso o que?

- Essa canção... Me dá... Uma estranha sensação... – ainda hipnotizada.

- Você é muito medrosa srta Lengruber, a única coisa que estou ouvindo é uma música parecida com aquelas de caixas de brinquedo!

- Estranho, vamos... - puxou Agnes pelo braço indo em direção à casinha.

Resumo – Mariana e Agnes entediadas na Sonserina resolvem fazer uma coisa diferente do normal. Assim vão passear pelo Lago à procura da casinha que Mariana ouviu falar sobre. Quando chegam lá perto a inglesa ouve uma melodia doce e hipnotizante, já a outra diz ouvir uma coisa diferente. Assim, Lengruber arrasta Hunter para se aproximarem mais.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Agnes Hunter em Seg Out 01, 2012 7:47 pm

Aggy veste isso

-Que tédio! – Anunciou a menina-moça que não tinha paciência com jogos de cartas. Espalhou o baralho pela mesa de café e jogou-se em um dos grandes sofás da sala comunal das cobras. Parecia que não era a única a estar triste por causa do mau tempo . Sua amiga fez uma careta, demonstrando o seu repúdio pela palavra vulgar, talvez Lengruber pensasse que Agnes poderia ser um pouco mais refinada, mas como censurá-la quando sabia que a jovem alemã só possuía irmãos e um primo da mesma idade que justamente gostavam de ensinar toda sorte de sacrilégios para a menina de boa família.

Pelo menos Lengruber estava disposta a caminhar já que, todos pareciam concordar com a infeliz ideia enfiar a cara nos livros logo no início do ano letivo. Até mesmo Luicas... Por isso mesmo não deixava de aproveitar a possibilidade de uma nova aventura, mesmo que custasse uma detenção, ela sempre dava um jeito de não cumprir seus castigos e agora não seria diferente.

Toda saliente e com jeito de garota sapeca, tratou de ajeitar a liga das suas meias brancas que apesar de bem presas nas suas coxas, gostavam de escorregar e acompanhou sua amiga de olhos brilhantes. Não havia dúvidas que o lovebug contaminou o sangue de Mariana e pelo jeito era um grifinório muito do marrento que quase estragou a festinha do vagão. Apesar de pensar em mil objeções ao rapaz, lembrou que Lengruber (olha só rimou) jamais fez qualquer tipo de oposição as suas paixões amalucadas mesmo que estas passeassem por um corvinal, um lufano e quase sempre correndo por fora da pista seu primo por mais que a menina Hunter jamais admitisse.

Entre conselhos de como a amiga deveria aproveitar a nova fase – claro que Agnes se sentia no direito de orientar qualquer pessoa em tais assuntos pois, do alto dos seus 16 anos se considerava muito experiente – e reclamações sobre a triste falta de atenção que a consumia nos últimos dias, as duas se embrenharam pela orla do lago procurando um local para observar melhor a estranha construção que se instalou nos terrenos da escola.

Agnes ouvia uma canção muito baixinha, como se alguém ou algo tocasse um pianoforte naquele momento ou então, tivesse esquecido uma caixa de música bem perto de uma janela. Já Mariana escutava algo mais estruturado, com direito a versinhos. Hunter só pode deduzir uma coisa: Sua amiga estava morrendo de medo. Não era possível as duas sonserinas ouvirem cantigas diferentes estando tão próximas. Algo de misterioso no ar, para espantar o azar tocou a empunhadura da sua varinha, uma antiga superstição familiar e estreitou seus olhos felinos através da penumbra.

Parecia que estava tudo tranquilo demais. Tão tranquilo que quase gritava: algo não está certo no país das maravilhas.

off: As meninas (Agnes e Mariana) vão à casa de Blanche para xeretar!

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Blanche Paneki em Seg Out 01, 2012 8:25 pm

Data: 04 de Setembro.
Hora: Dê 18h00 para frente.
Clima: Chuvoso (Chuva fina e continua, não tempestade, nem chuvisco)
Participantes: Até o momento; Blanche Paneki, Mariana Lengruber e Agnes Hunter.

Justificativa (do flood): Preciso de uma rolagem de dados para definir algo da minha narração.
Impar: Bom Humor // Par: Mau Humor
Mas vocês não precisam saber disso.

Atenção: Se mais pessoas quiserem postar chegando a casa nesse horário. Apenas responderei/narrarei esse tópico amanhã lá pelas 19h00 (Sim, da vida real). Então seria um prazo de até dia 01/10/2012 ás 18h por que eu tenho de incluir no meu post. :p

-Vão poder participar da pequena aventura quem entra depois mas eu vou estabelecer um máximo de pessoas se vier muita gente(ainda não sei quantas. Mas se vier um grupinho não vou deixar ninguém de fora.)

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por RPG Enervate em Seg Out 01, 2012 8:25 pm

O membro 'Blanche Paneki' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Blanche Paneki em Ter Out 02, 2012 7:01 pm


Data: 04 de Setembro.
Hora: Dê 18h00 para frente.
Clima: Chuvoso (Chuva fina e continua, não tempestade, nem chuvisco)
RP: Aberta.
Participantes: Até o momento; Blanche Paneki, Mariana Lengruber e Agnes Hunter.

Resumo: A medida que as meninas se aproximarem a musiquinha que ouvem vai aumentar sem no entanto chegar a ficar alta. Ambas podem ve ruma movimentação na janela. Mas apenas Agnes poderá ver a guarda caças espiando. Blanche sairá da casa toda de branco,com os cabelos pretos soltos e de pés descalsos, fara um sinal de silêncio e indicará para dentro da cabana como se convidando as meninas a entrarem.


Outro dia começava, ou devia dizer noite? O interior da cabana se encontrava alaranjado pela luz que trespassava as cortinas. E a jovem de pele pálida se retirava da cama e se preparava para uma nova jornada de trabalho. A chuva batia tranquila contra o telhadinho e a janela, camuflando os sons das garotas entrando em "seu território". A oriental se aproximava da janela e erguia a cortina em uma altura segura verificando se o sol ainda lhe faria mal ou se havia se escondido o suficiente.

As meninas poderiam ver uma movimentação na janela e na cortina e uma delas (Agnes), o rosto da oriental as encarando.

Foi então que teve noticia, algumas aluninhas encrenqueiras estavam invadindo seu território. Assim não podia! Iriam espantar os peixinhos da orla da lagoa com aquela barulheira e se o fizessem Blanche não conseguiria que os peixinhos luminosos viessem a borda aceitar de seus petiscos para então serem transportados a um aquário. E peixinhos luminosos duram muito mais do que vagalumes quando em cativeiro! E a oriental precisava muito de tais bichinhos pois trabalhava exclusivamente a noite e velas podem incendiar seu pequenino e confortável lar caso não sejam vigiadas com atenção. Elementares do fogo são bem temperamentais e gostam de atenção.

Não calçou sapatos, por não gostar de coisas a prendendo sem ser em ocasiões especiais. Exatamente mesmo moivo pelo qual usava algo leve e nada prendia seu cabelo mesmo indo para a chuva. Abriu brevemente a porta de sua casinha e escorregou sutilmente pela escadinha. Sentindo seus pés tocarem a terra molhada e então olhando para as meninas com a cabeça ligeiramente tomada de lado.

Quando ambas estivessem olhando para ela. Blanche levaria um dos dedos sobre os proprios lábios em sinal de pedido de silêncio. Em seguida o baixaria com um sorrisinho.

Ah! Se elas pensavam que podiam ser tão barulhentas assim e saírem impunes!

Uma leve indicação com cabeça em direção a casinha e por fim um gesto com a mão convidando as garotas a entrarem na cabana como se para buscarem abrigo da chuva, eram feitos pela oriental. E a medida que as meninas se aproximavam a musiqueta que ouviam (da suposta caixa de música) aumentava de volume. Sem no entanto chegar a ser realmente alta.

(Off)Então...:
É isso tomem suas decisões e ainda não precisa de dado. A menos que queiram correr ou atacar, sei lá neah.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Agnes Hunter em Qui Out 04, 2012 6:35 pm

A garoa fina já estava encharcando o cabelo da alemã, mesmo assim a sonserina não arredava o pé, o terreno também estava úmido, seus pés afundavam um pouquinho à medida que trocava o apoio, por sorte usava botas de cano alto, do contrário seus pés estariam molhados e irremediavelmente sujeita a pegar um bom resfriado. Apesar do cenário desfavorável estava realmente curiosa para saber o que havia de interessante dentro da casinha estranha. A alemã viu uma movimentação através da cortina, como se alguém se movimentasse atrás de um véu, piscou uma vez e jurou que uma garota também as observava.

-Mariana, veja, ela também está nos observando pela janela. – Agnes apontou o local exato para Lengruber. Disse “ela” porque jurou ver uma garota de longos cabelos loiros, tingida! A menina era oriental e estava gastando uns bons galeões para manter o penteado platinado.

- Ela quem? Não vi nada... - apertou os olhos para tentar ver melhor. - Não tem ninguém ali, Agnes.

-Tem sim! – Retrucou a alemã. – Uma menina esquisita por sinal, mas por enquanto é só uma menina. -Cochichou em resposta. Ambas permaneceram ali, na penumbra, sentindo a roupa cada vez mais pesada esperando alguma coisa acontecer até que finalmente, aconteceu. Uma garota desceu a escadinha, parecia estar descalça e Hunter beliscou o braço de Mariana. – Viu só?

- Que estranho... Ela está nos mandando calar a boca? - Sussurrava baixo para que só Agnes ouvisse. - Que abusada! – Dessa vez era Mariana que se sentiu indignada com o pedido de silêncio, Hunter pensou em retrucar, mas preferiu observar mais um pouco, talvez a menina oriental estivesse caçando... Mas o que? Ou quem? TAN TANT ANNNNNNNNNN

Sempre engraçadinha, Hunter não conseguiu deixar escapar a piada. – Acho que ela vai comer a gente, com aqueles pauzinhos, me desculpe Mariana, mas eu acho que você vai morrer virgem. – Abafou o riso com a palma da mão.

- AGNES! - gritou histérica e depois levou a mão à boca. - Fique quieta. Vamos, ela esta nos convidando pra entrar... Ou não devemos? Não quero virar ensopado. – Choramingava.

-Pare de gritar! Vamos entrar, da má sorte recusar um convite desses. – Inventou aquela superstição naquele momento. – Por outro lado, as virgens nunca morrem em filmes de terror, está vendo? Você já está em vantagem Srta Lengruber!

- Se você diz... Vamos então. – A sonserina não sabia se a amiga concordou porque havia acreditado em sua estória amalucada, no seu conhecimento em filmes de terro ou simplesmente porque queria que Hunter calasse a boca, aproveitando a deixa, enroscou seu braço ao braço de Lengruber e atravessaram o terreno em direção à casinha. Apesar da aparente cordialidade, a alemã sempre mantinha um pé atrás com tudo e com todos, por isso mesmo não deixou de observar tudo ao seu redor e principalmente analisando a estranha Blanche.

off: dado para perceber/intuir a intenção de Blanche com o convite

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por RPG Enervate em Qui Out 04, 2012 6:35 pm

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Mariana Lengruber em Qui Out 04, 2012 7:42 pm

O único barulho que ouvia era o vento agitando as folhas e a chuva fina caindo incessante. Se não fosse pela chuva ouviria seu próprio coração e respiração acelerados. Sentia-o batendo forte em seu peito pelo nervosismo e apreensão. Algum sentimento perturbador dentro de si dizia que não tinha sido uma boa ideia ir até ali, não sem avisar ninguém. E se não dessem falta de seus corpos? E se não conseguissem encontrá-las? E se fosse tarde demais? Prendeu a respiração por causa dos pensamentos que invadiam sua cabeça. Era só imaginação, só medo do desconhecido, só bobeira. Isso. Precisava acreditar que era só mais uma visita de cordialidade a uma morador/moradora das terras de Hogwarts.

E talvez fosse só outra coisa da sua mente, mas achou que viu um vulto na janela da casinha que era no mínimo dos mínimos estranha. Agnes perguntava no mesmo tempo se ela tinha visto o que ela vira. Mariana discordou dizendo que não tinha ninguém ali. Achava mesmo que era coisa da sua cabeça. Já a alemã afirmava que tinha uma menina esquisita lá sim. Um arrepio percorreu o corpo da inglesa, e aumentou depois que uma garota sinistra desceu descalça a escadinha de sua casa e parou olhando para as duas intrusas.

A garota fazia um sinal que elas calassem a boca, o que na opinião de Lengruber era uma falta de respeito. Daí Agnes que não perde a oportunidade e muito menos não sabe hora certa para fazer piadinhas totalmente sem graça, dizia achar que a garota as comeria com os pauzinhos e que Mariana iria morrer virgem. Se a chuva não tivesse caindo e molhando os cabelos e rostos das garotas, a alemã teria visto certo rubor nas bochechas da outra. Como ela ousava dizer aquilo, aos quatro ventos, para quem quisesse ouvir? Tá que não tinha ninguém ali, além das duas e da outra garota medonha, mas né, se Agnes tinha dito aquilo ali, poderia dizer a qualquer hora.

Após Mariana dar um gritinho histérico remedando a amiga, dizia não querer virar ensopadinho e completava afirmando que a garota as convidava para entrar. Suspeito, mil vezes suspeito! Ou ela era educada demais, ou as comeria no jantar. A sonserina já pensava em arrastar Agnes de volta para o castelo e voltar quando tivessem mais testemunhas, de preferência alguém forte que as pudessem defender. Mas Hunter a convenceu com o discurso de que ela provavelmente não morreria, por ser virgem, pelo menos era isso que os filmes retratavam. Concordou em ser corajosa por um momento e com Agnes agarrada em seus braços se dirigiram para a casinha da garota.

A música continuava incessante e aumentava um pouco o volume enquanto andavam, o que deixava as coisas mais sombrias ainda. Quando chegaram à frente da escada, Mariana empurrou Agnes para que ela fosse primeiro, só precaução. Assim subiram e adentraram a casinha esquisita. Pararam pouco depois da porta. A inglesa um pouco atrás da alemã. Seus cabelos pingavam gotas da chuva que caíam ao chão. Aquilo não era nada cortês, mas fazer o que? Não dava para torcer o cabelo lá fora, já que né... Estava chovendo. Lengruber deu um pigarreio e se pronunciou:

- Ahm, nos desculpe a intromissão... Eu me chamo Mariana, e essa é Agnes. – indicou a outra com a cabeça. – Muito... simpática sua casa! – e assim calou-se esperando alguma resposta por parte da dona da casinha.

Resumo: Mariana e Agnes continuam sua aventura e decidem entrar na casinha de Blanche, apesar de todo o receio que sentiam.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Blanche Paneki em Sab Out 06, 2012 10:00 pm



Data: 04 de Setembro.
Hora: Dê 18h00 para frente.
Clima: Chuvoso (Chuva fina e continua, não tempestade, nem chuvisco)
RP: Aberta.
Participantes: Até o momento; Blanche Paneki, Mariana Lengruber e Agnes Hunter.

Resumo: Ao entrar a porta se fecha atrás das meninas e se tranca. O ambiente está descrito e pode ser explorado. Blanche as convidou para um chá e se retirou para ferver a água.


Assim que Agnes passava por Blanche está percebeu que a guarda caças queria se livrar do incomodo que ambas representavam. O estranho era que elas apenas eram um incomodo estando do lado de fora. Afinal do lado de dentro o barulho que fizesse não assustaria os animaizinhos que Blanche queria capturar.

Ao entrar porta se fecharia sozinha atrás das três e então se mostraria trancada. As meninas veriam que o interior da cabaninha era ligeiramente surreal. O comodo em que entravam era uma salinha toda organizada e bem ajeitada. Não era grande, mas diferente da sensação que passava vista do lado de for, também não era apertada. Haviam duas portas, uma na parede a direita e uma na parede a frente. Uma estante encostada ao lado de uma com livros e alguns outros objetos peculiares sobre esta e uma comoda com algumas bonecas, fotos e perucas sobre aquelas cabeças de cera. Ao centro mais para um canto havia uma mesinha como a de casinha de boneca. E suas respectivas cadeirinhas. todos os móveis combinavam entre si. Na parede esquerda estavam duas janelinhas com cortinas até então fechadas. E tudo o que viam era iluminado por potinhos de vidro com vagalumes dentro criando um aspecto mais do que encantador. Toda a área livre da parede de madeira sem pintura ou papel, era ocupada por diversos espelhos.

O peculiar no entanto não era realmente o exagero na quantidade de espelhos ou a peculiar forma de iluminação. Mas sim que nos referidos espelhos. Não havia reflexo de nenhuma pessoa. Nem da dona da cabana. Nem das jovens "convidadas" que eram deixadas na salinha enquanto a guarda caças se dirigia a um outro comodo, apenas abrindo a porta e com um movimento das mãos trazendo flutuando sem demora um conjuntinho de chá que se pousava sobre a mesa central. E então, mesmo encharcada dos pés a cabeça a anfitriã se dirigia a uma das cadeiras e a puxava para traz fazendo sinal para que uma das garotas se sentasse como se as convidando para um chá.

Sem esperar verdadeiramente a resposta das garotas. Blanche pegava o bulé e entrava na cozinha para ferver a água.



(Off)Então...:
Vocês estão á sós na salinha iluminada pelos vagalumes com a mesa posta e todos os espelhos sem mostrar vocês. O que forem fazer, se forem se sentar e esperar ou explorar o lugar é vocês que decidem. E peço pra jogarem um dado, mesmo se não fizerem nada que necessite dele pois podem por exemplo encostar em um objeto e este reagir ao estimulo. Não fiquem com raiva planejo fazer coisas legais, mas estamos na introdução o/

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Se mais pessoas quiserem entrar, ou invadem a casinha mesmo (ela não esta trancada por fora) ou esperam até eu avisar que pode assim no spoiler.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Agnes Hunter em Seg Out 08, 2012 6:20 pm

A alemã gostava de estar atenta a todo tipo de pessoa, observar era um ótimo exercício e ás vezes rendia informações mais úteis e proveitosas do que um interrogatório feito no porão de uma casa escura. Por isso mesmo percebeu que a guarda caças que parecia ter perdido a língua entre um chá e outro, não queria que as meninas permanecessem do lado de fora, queria levar as garotas o mais rápido possível para dentro da sua casinha cafona, mas antes de conseguir emitir um sinal para Mariana, a outra já havia praticamente empurrado Agnes para frente forçando a garota a entrar sendo seguida pela outra sonserina.

Pensou que a menina pudesse ser careca, essa era a única explicação para tantas perucas organizadas em uma prateleira, cheia de cabeças decepadas de cera. Não era exatamente uma visão feia, apenas transmitia uma péssima impressão, aqueles pares de olhos vazios congelados no tempo, junto com a garotinha que não abria a boca nem para dizer oi!

Lengruber foi logo sentando na cadeira colocada a disposição enquanto Hunter permanecia em pé, usou um feitiço simples para secar suas vestes úmidas e limpar o pouco de lama dos seus sapatos, apesar de não ser desejada, não queria ser uma convidada ainda mais inconveniente. Rodou a varinha entre seus dedos e procurou seu reflexo no espelho mais próximo, para sua surpresa, não viu sua bela figura reproduzida e deu um passo para trás pensando: “É cilada Bino!”

E como convencer Mariana de que deveriam sair sem causar estragos? Sim ela quis dar risada apesar da situação porque parecia ridículo de qualquer forma, cantando versinhos muito mal feitos no seu alemão indefectível Agnes começou: - Hey Mariana sua cara de banana, isso é cilada, tá vendo esses espelhos? Eles não refletem nada, láralálálá!*

- Agnes, querida, rimar não é sua especialidade, para de ser medrosa e vamos matar nossa curiosidade. Já estamos aqui, não vamos voltar, pois perigo maior não há. - Lengruber respondeu também em alemão com um sorrisinho de paisagem.

-Tomara que ela use seu cabelo de peruca, larililarará! Por que não aproveita e faz umas perguntas para essa loucaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! – Retrucou cantando para o teto, bom se trocassem qualquer tipo de olhar com certeza começariam a dar gargalhadas histéricas, Hunter respirou fundo para controlar o riso e começou a reparar nas molduras. Mariana possuía uma expressão muito mais condescendente e por isso mesmo as pessoas gostavam achar que a morena era um doce de pessoa, quando na verdade também não passava de uma cobrinha em pele de cordeiro, esperava que a garota fizesse as perguntas certas para Blanche. – Não pense que somos loucas, é só uma música antiga do nosso país, pena que a piada da música não é possível de traduzir para o inglês. Esses alemães são doidos!


Off: Agnes tenta investigar os espelhos para ver se encontra alguma pista para a característica peculiar.
*Para reforçar: o diálogo entre as duas se passa em forma de música em alemão.
Dados: 1º investigação 2º para a mentira do final

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por RPG Enervate em Seg Out 08, 2012 6:20 pm

O membro 'Agnes Hunter' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'd20' :

#1 Resultado : 10

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#2 'd20' :

#2 Resultado : 2
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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Mariana Lengruber em Seg Out 08, 2012 7:32 pm

Sentiu um leve arrepio ao som da porta se fechando e trancando atrás de si. Mais arrepio ainda quando reparou na casinha. Havia bonecas, fotos e perucas sobre cabeças de cera. Era uma visão aterrorizante, apesar da sonserina também ter em casa uma coleção de bonecas de gesso, todas enfileiradas ordenadas de acordo com a data que ganhara. Pelo menos naquilo se parecia com a jovenzinha. Falando nela, Lengruber achou uma falta de cordialidade a mesma não ter se apresentado, nem agradecido seu elogio como deveria ser de costume. Torceu o lábio e continuou a olhar o interior da casa.

O local era iluminado por vagalumes e por toda extensão da casa havia espelhos. A sonserina não reparou nos mesmos muito bem, já que a dona da casinha trazia um conjunto de chá flutuando e logo colocava em cima da mesa. Depois puxou uma cadeirinha para que alguma das duas se sentasse, convidando para o chá. Os olhos da morena brilharam. Em seu rosto podia-se ler: ‘Me gusta mucho.’ Foi logo sentando-se no lugar que a garotinha indicara. A olhou sair da sala e depois ficou batendo os dedos na mesa. Estava quase dizendo para Agnes sentar quando a garota começou a cantar uma música que não existia em alemão, era só um código.

Mariana sabia alemão já que se mudara com sua família para o país há uns dois anos. A alemã dizia que aquilo era uma cilada e comentava sobre os espelhos, que não refletiam nada. A inglesa entrou na onda e a respondeu também em alemão e em forma cantada. Mas não pode deixar de reparar nos espelhos que estavam em seu ângulo de visão. Era realmente estranho. Seriam eles alguma espécie de portal mágico? Ou escondiam algo em seu interior? Como um fantasma, uma pessoa aprisionada? A curiosidade e o medo de descobrir se misturavam dentro da sonserina. A qual, aliás, não gostou de Agnes desejar que a jovem usasse SEU cabelo como peruca. Que disparate!

- Sim, os alemães são muito interessantes, tem uma cultura bem particular e própria, não é mesmo? – concordava com o que Agnes dizia sobre a música. – Ah, os ingleses... Também são tão peculiares. Posso dizer por mim mesma. Possuem uma boa percepção. Falando nisso, achei deveras interessante os espelhos que você tem aqui. Mas é peculiar o fato da nossa imagem não ser refletida nele. É algum tipo de objeto mágico? E por que você tem tantos, se nenhum serve para o que foram designados? – colocou a mão no queixo demonstrando bastante interesse e olhando para a jovem. – Digo... Só uma curiosidade, já que gosto muito de espelhos, e mais ainda que eles reflitam a nossa imagem. – sorriu.

Resumo: Mariana e Agnes conversam por código, depois a garota resolve questionar Blanche sobre os espelhos que ela possui.

Primeiro dado para indagação. E o outro para Percepção.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por RPG Enervate em Seg Out 08, 2012 7:32 pm

O membro 'Mariana Lengruber' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'd20' :

#1 Resultado : 16

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#2 'd20' :

#2 Resultado : 4
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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Blanche Paneki em Seg Out 08, 2012 9:28 pm

Dados administrativos.

1º Percepção. 2º contra-indagação. 3º Se eu precisar.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por RPG Enervate em Seg Out 08, 2012 9:28 pm

O membro 'Blanche Paneki' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'd20' :

Resultado : 7, 16, 17
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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Blanche Paneki em Qua Out 10, 2012 3:02 pm

"Cálculos;":

Agnes Hunter
  • Investigação:
    Investigação dos espelhos : escreveu:De 0 a 10 – não descobriu nada
    De 11 a 15 – percebeu algo sem precisar o quê
    De 16 a 20 – percebeu algo relevante
    Acima de 20 – descobriu o que deseja.

    10(Dado) + 5 (Pericia) + 2 (Inteligencia) + 3 (1/2 do nível) = 20

    Agnes descobriu o que os espelhos tinham de particular.

  • Mentir para Blanche:
    2 (Dado) + 5 (Pericia) + 2 (sabedoria) + 3 (1/2 do nível) = 12
    Intuição da mentira(Blanche);
    7 (Dado) + 3 (sabedoria) + 4 (?) (1/2 do nível) = 14


    Agnes não conseguiu enganar a guarda caças.


Mariana Lengruber
  • Indagação:
    16 (Dado) + 5 (Pericia) + 4 (Sabedoria) + 3 (1/2 do nível) = 28
    Resistir a responder (Blanche);
    16 (Dado) + 3 (Sabedoria) + 4 (1/2 do nível) = 20

    Mariana convence Blanche responder suas perguntas.

  • Percepção:
    Algo diferente : escreveu:De 0 a 10 – não descobriu nada
    De 11 a 15 – percebeu algo sem precisar o quê
    De 16 a 20 – percebeu algo relevante
    Acima de 20 – descobriu o que deseja.

    4 (Dado) + 5 (Pericia) + 2 (Inteligencia) + 3(1/2 do nível) = 14
    Mariana percebe algumas mudanças no ambiente.



Data: 04 de Setembro.
Hora: Dê 18h00 para frente.
Clima: Chuvoso (Chuva fina e continua, não tempestade, nem chuvisco)
RP: Aberta.
Participantes: Até o momento; Blanche Paneki, Mariana Lengruber e Agnes Hunter.

Resumo: Agnes vê uma espécie de duplo seu no espelho e este tenta se comunicar com ela. O chá é servido e Blanche responde Mariana por um guardanapo a incentivando a descobrir a resposta por si mesma.


A menina Hunter procurava com seus olhos famintos de curiosidade por alguma pista nas molduras dos espelhos. Mas por alguns instantes ao passar o olhar de um espelho para outro em sua busca encontrou algo em um lugar que não esperava. viu seu reflexo em um deles. Ou o que lembrava isso.
A menina do outro lado tinha as mesmas feições que Agnes, seu jeitinho latino. Mas usava roupas completamente diferentes, um , vestido de seda e possuía cabelos negros. seu olhar e movimentos eram idênticos ao da menina e ela se encontrava sentada de mesma forma. Até que então o reflexo sorriu para sua "dona" e a chamou com uma indicação de cabeça e um não sonoro "vem cá" ao mover seus lábios. Para então imitar a mesma expressão incrédula da menina que se olhasse por outros espelhos não ia encontrar sua versão distorcida de primeira vista mas assim que se pousasse a reparar em qualquer espelho a sua escolha ela voltaria a parecer. De modos diferente. Como próxima ao vidro que refletia dando soquinhos na superfície. Ou distante sentada do outro lado do cômodo, acenando para a alemã.

Foi então que um assobio alto podia ser ouvido, o chá tinha fervido e a chaleira indicava isso cortando o ar com seu som seco. Blanche então retornava a sala. usava luvas como as de mordomo, apenas para não se queimar com a chaleira quente e servia ás xícaras com classe e delicadeza. escutando a desculpa esfarrapada de Agnes e rindo-se da falta de jeito que a menina havia tido para esconder seja lá o que estivesse na música que ambas as alunas cantarolavam. Não gostava de ser enganada mas presumia que era apenas uma letra pervertida ou algo desse gênero. Os adolescentes atuais perderam boa parte do pudor dos velhos tempos.

Com o chá servido a guarda caças retirava as luvas e ás punha sobre a mesa desembrulhando um pacotinho de pano que havia flutuado para a mesa junto com todo o jogo de chá. E revelando um conjunto de folhinhas e ervas diversas. Das quais a funcionaria selecionava seis folhinhas e colocava duas de cada sobre a superfície dos chás, destampando o potinho de açúcar e se sentando enquanto era questionada por Mariana.

A irritação era visível no rosto de Blanche, não gostava da comunicação no geral. palavras são como armas, e por isso não deviam ser usadas de forma leviana como todos faziam. Um suspiro pesaroso. Não gastaria sua voz para tal. Não quebraria seu voto. Olhou ao redor em busca de algo e estendeu a mão para uma prateleira próxima apanhando pena e tinteiro e escrevendo em um pedaçinho de guardanapo com uma caligrafia redondinha.

[translation=Olhe mais de perto.]"Look closely."[/translation]

E retirar um dos espelhos da parede, e ponto o guardanapo sobre esse e o atravessando para que a inglesa(Mariana) lê-se-o.
Enquanto isso Mariana buscava por alguma pista olhando nos arredores. Os vagalumes dançavam nos vidros e a paisagem no quadro ao lado da porta parecia ter mudado embora Mariana não pudesse dizer com certeza. O que antes era uma paisagem de floresta agora retratava um posso de água. E ao voltar olhando pela parede de espelhos vai ver de relance uma boneca a mais sobre a cômoda e olhar para o móvel para verificar, retornando ao espelho e não a vendo mais.

Enquanto Mariana recebia o papel, Agnes vai reparar que no espelho que havia logo ao seu lado na parede estava seu reflexo novamente para á "irritar". Ele soprava no vidro criando aquele embasamento no vidro e então escrevendo com a mesma letra que a jovem Hunter "Dê-me sua mão. " E então encostando a palma da mão sobre as palavras. Hunter simplesmente quer ir com o duplo.



(Off)Então...:
Agnes tem de fazer um teste de força de vontade se não quiser ir na onda do duplo. Agora ela pode ir de espontânea vontade. Mariana tem de jogar de percepção se quiser ver o que está acontecendo com a Agnes. E mais um de percepção ao investigar o espelho com o recado ( a CD vai cair). Se tomarem o chá enquanto esperam o embrulho ou o duplo chamar atenção joguem um dado extra(Não é veneno, sem medo.)
---

Se mais pessoas quiserem entrar, ou invadem a casinha mesmo (ela não esta trancada por fora) ou esperam até eu avisar que pode por aqui.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Agnes Hunter em Qui Out 11, 2012 9:54 am

Aggy veste: esta roupa

Desde o momento que pisou na casa de Blanche sabia que havia algo errado, não sabia dizer se havia algum perigo, por isso aceitou entrar para saciar sua curiosidade. Enquanto batia seus pezinhos contra o chão demonstrando ansiedade, encarava os espelhos sem reflexo humano nas paredes enquanto a jovem oriental preparava e servia o chá. Ela queria dizer para Mariana Lengruber não beber o chá, mas os espelhos prendiam sua atenção de forma não natural.

Levantou-se para examinar melhor, talvez sua amiga lhe lançasse um segundo ou terceiro olhar de repreensão, passou os dedos na lateral da armação até que viu um reflexo. Não definitivamente não era o “ela” ali projetada, era uma Hunter morena de roupa antiquada, bem diferente daquela vestimenta que usava. Seu duplo lhe acenou com os dedos nus enquanto a sonserina que se julgava de carne e osso estava com as mãos enluvadas.

A “outra” não lhe dava descanso, acenando, aparecendo ao seu lado, até que se aproximou e pediu sua mão. O seu primeiro impulso foi lhe mostrar a palma, mas aquela desconfiança do começo ainda lhe causava arrepios na nunca, o que aconteceria se ela aceitasse o lado negro da força assim tão facilmente? Não, uma Hunter sempre tem o pé atrás com tudo e com todos, principalmente com ela mesma. Não podia ceder facilmente não nestes casos precisava resistir.

Off: Dado para resistir

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por RPG Enervate em Qui Out 11, 2012 9:54 am

O membro 'Agnes Hunter' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'd20' :

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Mariana Lengruber em Qui Out 11, 2012 7:02 pm

Questionava a garota sobre os espelhos enquanto a mesma voltava à sala e arrumava o chá nas xícaras para as garotas se servirem. Era fato que a pequena não fazia uma feição nada agradável para as perguntas que lhe foram direcionadas. Como puderam notar desde o princípio, ela não era muito de falar. E isso era uma coisa a mais para a lista da sonserina de esquisitices da funcionária. Por falar em esquisitice, recebia da mesma um pedaço de papel em cima de um espelho com os dizeres: ‘Olhe mais de perto’.

Mas não estava olhando bem para o papelzinho, olhava para o ambiente da casa. Parecia ter algo de diferente e peculiar desde que adentraram a casa. Mas não sabia se era só impressão ou alguma coisa estava mesmo acontecendo por ali. Era fato que aquela casa era tudo menos normal, igual a dona. Como dizem: o que não parece com o dono é roubado, se aplicava bem aquela situação. A paisagem no quadro ao lado da porta mostrava um posso de água, bem peculiar. Lembraria disso para depois conferir novamente, para saber se já estava ficando insana ou tinha alguma coisa errada mesmo.

Continuou olhando o ambiente, passou os olhos pela cômoda e achou que viu uma boneca a mais ali, mas quando voltou seus olhos pro lugar ela tinha sumido. Estava ficando louca mesmo. Arrepiou-se. Sacudiu a cabeça e fechou os olhos levando os dedos às têmporas. Precisava ficar calma e se concentrar, afinal, não estava em um filme de terror. Falando nisso, percebeu a falta de Agnes, olhou em sua direção e viu que a garota parecia meio abobada em frente a um espelho. Não sabia exatamente o porquê, continuou olhando para a garota, tentando perceber algo.

Após uns minutos voltou-se para o chá e sentiu o aroma. Parecia tão saboroso, e era tão adoradora de chás. Não poderia resistir a aquela tentação. Pegou a xícara e tomou do chá. Estava com um gosto muito saboroso, realmente. Não era como um chá comum que já tivesse tomado parecia ter algo a mais. Pousou a xícara na mesa e pegou o espelho com o bilhete. O que será que significava aquela frase? Olhar o que mais de perto? Seria o espelho? Aproximou o rosto do espelho tentando ver algo no mesmo. Mas até então a única coisa que via era nada, nem seu próprio reflexo. Continuou observando e procurando algo para responder a própria pergunta que tinha feito à Blanche.

Acho que pela cronologia do post, os dados ficam... 1º para percepção sobre a Agnes. 2º dado para o chá. 3º dado para perceber algo no espelho que Blanche entregou pra ela.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por RPG Enervate em Qui Out 11, 2012 7:02 pm

O membro 'Mariana Lengruber' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'd20' :

#1 Resultado : 19

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#2 'd20' :

#2 Resultado : 6

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#3 'd20' :

#3 Resultado : 10
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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Blanche Paneki em Seg Out 15, 2012 10:50 am

"Cálculos;":

Agnes Hunter
  • Investigação:
    CD de resistência: 20 [Esqueci de por no ultimo post desculpa. Ponho nos próximos.]
    12(Dado) + 5 (Pericia) + 2 (Sabedoria) + 3 (1/2 do nível) = 22

Agnes conseguiu resistir a tentação por pouco.

Mariana Lengruber
Ordem dos dados invertidas com autorização da Player. Mas as designações permanescem.
  • Chá: (segundo dado) - Vamos explicar, eu achei que conseguiria encurtar a lista de sensações a seguir para 20 opções. Não consegui, então pro dado não ser inútil, usei o random number generator 6 vezes \o/
    Sensações escreveu:1. Agulhadas.
    2. Arrepios.
    3. Sensação de desconforto.
    4. Bocejos.
    5. Clariaudiência.
    6. Clarividência.
    7. Coceiras.
    8. Desequilíbrio.
    9. Desligamento do ambiente.
    10. Devaneio.
    11. Dor.
    12. Dormência.
    13. Enrijecimento.
    14. Estado semiconsciente.
    15. Euforia.
    16. Expansão da consciência.
    17. Formigamento.
    18. Lacrimejamento.
    19. Luminosidade.
    20. Medo.
    21. Movimento involuntário.
    22. Mudança de temperatura.
    23. Ondas.
    24. Pressão craniana.
    25. Projeção astral.
    26. Pulsações.
    27. Revigoração.
    28. Sensação de flutuação
    29. Banho energético..
    30. Sensação de soltura.
    31. Serenidade.
    32. Sonolência.
    33. Sons intracranianos.
    34. Tontura.
    35. Tremores.
    36. Vibração.
    6 (Dado) + 5 (Pericia) + 4 (Sabedoria) + 3 (1/2 do nível) = 22

  • Percepção:
    Algo diferente : escreveu:De 0 a 10 – não descobriu nada
    De 11 a 15 – percebeu algo sem precisar o quê
    De 16 a 17 – percebeu algo relevante
    Acima de 17 – descobriu o que deseja.

    10 (Dado) + 5 (Pericia) + 2 (Inteligencia) + 3(1/2 do nível) = 20
    Mariana vê algo.

  • Percepção de Agnes:
    19 (Dado) + 5 (Pericia) + 2 (Inteligencia) + 3(1/2 do nível) = 29
    Definitivamente vê o que esta acontecendo com a Agnes.


Data: 04 de Setembro.
Hora: Dê 18h35 para frente.
Clima: Chuvoso (Chuva fina e continua, não tempestade, nem chuvisco)
RP: Aberta.
Participantes: Até o momento; Blanche Paneki, Mariana Lengruber e Agnes Hunter.

Resumo: Mariana o beber o chá ficou com uma sensação de flutuação. Viu seu reflexo vestido de boneca e com 7 anos de idade. E Agnes encostou bem de leve no espelho se afastando em seguida.O outro lado do espelho começa a inundar e aos pouco a água vai passando para o plano "real". Em meio a tudo isso a guarda caças "sumiu".


Os goles de tão adorável chá desciam com uma queimação gostosa por dentro, como uma bebida alcoólica, mas sem no entanto levar ao estonteamento ou a um verdadeiro incomodo. Seu sabor por surpreendente era refrescante e assim que Mariana pousou seu copo sobre a mesa sentiu-se leve, tão leve que já não tocava o chão ou a cadeira, a sensação era de liberdade, e de flutuação, como quando se boia em uma piscina, mas sem porem, o medo de se afundar naquela água. Banhada nessa sensação reconfortante a jovem apanhou o espelho e se pôs a olhar para este a procura de alguma coisa.

Lentamente seu reflexo foi se formando, mas não era exatamente seu reflexo, e sim a tal bonequinha que vira sentada em uma das comodas. O detalhe é que, embora estivesse vestida feito uma bonequinha o que tinha levado a confusão anterior. Ela era na verdade uma garotinha. E não uma garotinha qualquer, mas era Mariana com seus 7 anos de idade. Imitava a original perfeitamente em suas expressões. Mas no momento em que estase surpreendeu com a visão que tinha. A pequena riu e tampou a boca de forma divertida. Depois olhando para o lado, não para Mariana, mas para Agnes. E a verdadeira Lengruber seguiu seu olhar.

Agnes estava cada vez mais perto de ceder a tentação, seus dedos chegaram a tocar a superfície lisa do espelho, e então se afastar rapidamente com a sensação que este a havia proporcionado, era gelado ao redor, mas assim que seus dedos encostaram na palma de seu duo, foi possível sentir um calor humano que nenhum objeto, ou reflexo devia possuir. Assim que sua mão se afastou algo incrível começou a acontecer. Os dedos do duo saíram do espelho como se tentasse escapar, e a sua expressão era de medo, em seguida este andava para traz, um passo, apenas olhando ao redor e voltando para perto no "vidro" do espelho de leve sem desespero mas visivelmente perturbada, como se pedisse ajuda para sair dali.

Hunter logo viu o motivo das ações de seu reflexo. O lugar onde este estava, ia se inundando. A água subia cada vez mais, até ultrapassar a altura da menina que prendia a respiração e voltava a posicionar a palma da mão no vidro esperando desta vez obter ajuda da jovem original. Que enquanto isso acontecia sentia um frio gelado lhe subindo o corpo como se também estivesse na água, mas não sufocava. Ó liquido do outro lado do espelho começava a vazar pelo encontro do vidro e da moldura para o ambiente onde Agnes e Mariana estavam. E Mariana havia visto tudo acontecer. Com seu reflexo infantil como se debruçado do outro lado da moldura, admirando o acontecimento como á chuva batendo na janela.



(Off)Então...:
Caso Agnes procurasse por Blanche não a veria em lugar algum enquanto Mariana pode tentar encontra-la(Dadooo CD difícil = 25 até porque ela esta distraída). Isso pelo contato com o espelho. Mariana graça são efeito do chá e da flutuação esta com os movimentos um pouco mais lentos, mas com muito mais liberdade. testes de acrobacia ou afins vão ter um adicional de + 2 e os de agilidade uma penalidade de - 2, esse efeito vai durar 3 turnos sendo que ela pode tentar vencer com força de vontade no segundo, se libertando do efeito no terceiro.

Se qualquer coisa tiver ficada confusa me perguntem.

Resumidamente as meninas estão presas, Mariana "flutuante", a Blanche sumiu, e graças ao espelho "japonês" esta começando uma pequena inundação.
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Interações de mais pessoas completamente ABERTAS.

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Mariana Lengruber em Ter Out 16, 2012 7:51 pm

Quem diria que uma simples visita a uma casinha não tão simples assim e um convite a um chá não tão comum como os outros, seria a causa de toda aquela enrascada em que se meteram. Também quem mandava Lengruber ser tão adorada de chá como era? Apreciadora dos bons costumes ingleses não poderia recusar aquela oferta tentadora. Esse foi seu primeiro erro. Tomou do chá e se sentiu flutuando. E não era somente uma sensação, era real, estava mesmo flutuando no espaço da casinha de Blanche. Sentia-se tão bem e livre, que nem se preocupou realmente com aquele fato ser no mínimo estranho.

Continuou flutuando e pegou o espelho para investigar melhor. Aos poucos algum reflexo ia se formando no mesmo. No entanto para ela que esperava ver seu belo rostinho, não foi isso que encontrou. Pelo menos não o de atualmente. Parecia ser uma bonequinha, a qual anteriormente estava sentada na cômoda, mas o que estaria fazendo dentro do espelho? No entanto viu algo de curioso, a boneca tinha suas expressões e seus gestos. Era ela! Só que mais novinha, com seus sete aninhos.

Sentiu como se tivesse levado um golpe na cabeça, levou um leve susto por ver a si mesma pequena. Não entendia o que aquilo queria dizer, nem se era um sonho, ou uma ilusão. Não poderia ser ela realmente. Quem sabe uma lembrança se misturando com o presente? Aquilo tudo era tão estranho. Sua cabeça dava um nó. A pequena do espelho lhe olhava com uma expressão divertida, riu e depois tampou a boca. Em seguida seu reflexo olhou para o lado. O que estaria olhando?

A Srta Lengruber seguiu o olhar da pequena e presenciou o que estava acontecendo com Agnes. Parecia estar em transe, mas logo se recuperou. E pelo que pode perceber Agnes também tinha um reflexo próprio no espelho. E então um pouco depois, a inglesa viu um liquido vazando do espelho que a alemã interagia para o ambiente onde se encontravam. O que significava aquilo? Que os espelhos eram mesmo portais? Mas seriam portais para o passado? Ou seria aquilo tudo ilusão da mente das garotas, e que era Blanche brincando com suas marionetes, mexendo com suas cabeças?

Falando nessa última ela havia sumido. Mariana não a encontrava em lugar algum daquele cômodo. Tentou se movimentar um pouco, mas o fato de estar flutuando não ajudava em nada. Seus reflexos estavam lentos, assim como parte do cérebro. Estava com uma sensação tão boa, que parte dela não queria sair do transe, e a outra parte queria lutar bravamente para se libertar daquilo. Estava quase convencida que aquilo era obra de sua imaginação.

- Agnes! Tente fugir, vá! Não se preocupe comigo, ficarei bem. Só estou meio impossibilitada no momento. – Depois tentou limpar a mente o suficiente para tentar sentir algo, já que era sensitiva e tinha um sexto sentido muito aguçado.

Resumo: Mariana esta encantada com o efeito do chá, por estar flutuando, assusta ao ver si mesma só que mais nova dentro do espelho. Não entende mais nada que esta acontecendo naquele lugar. Presencia o que Agnes esta fazendo e vendo, e fala para a garota tentar fugir. Por fim, tenta sentir alguma coisa.

OFF: dado para intuição. A intenção é ela sentir se tem algo errado, no caso se é real aquilo ou imaginação, ou algo do tipo. Haha. Tenho o feito Sensitivo também, não sei se entra nos Cálculos, mas só dando um toque o/

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por RPG Enervate em Ter Out 16, 2012 7:51 pm

O membro 'Mariana Lengruber' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: Home, sweet, home.

Mensagem por Agnes Hunter em Ter Out 16, 2012 8:14 pm

Ainda atordoada com os acontecimentos ao seu redor, demorou a perceber que um líquido, acreditava que era água, estava escorrendo do espelho encharcando seus pés protegidos pela bela bota de couro estilo montaria. O volume jorrava sem interrupção e sua primeira reação foi se afastar para proteger sua roupa de tecido nobre. Seu reflexo parecia pedir sua ajuda, mas Agnes queria primeiro salvar a própria pele, porque duplo por duplo bem, ela já estava bem escolada afinal, no seu 4º ano em Hoggy o demônio da luxúria havia roubado sua bela aparência para sair aprontando pelo castelo e beijando os garotos incautos.

Antes que isso se repetisse procurou uma saída, já havia esquecido de Blanche queria ir embora, mas por outro lado, a voz da sua consciência não desejava deixar a sua imagem se afogar, era como ver a si mesmo sendo sufocado. Estranho não? E se fosse uma espécie de sonho? Uma ilusão? Queria acreditar que tudo não passava de um devaneio da mente insana da oriental, uma brincadeira sem graça já que, a alemã quando pisou o pé na casa percebeu que a garota de peruca não queria lhes fazer mal. Mesmo torcendo para ser um sonho e ouvindo o apelo quase feérico de Mariana, tocou o espelho para puxar seu reflexo com força...

OFFGAME dados para: puxar o duplo e tentar perceber se isto não passa de uma ilusão

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