ELEPHANT GUN

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ELEPHANT GUN

Mensagem por Bo Wagtail em Ter Set 18, 2012 10:02 pm

RP: Fechada
Data: 02/09 (domingo)
Horário: 18:00 horas
Local: Começa na Casa dos botes
Participantes: Bo Wagtail e Katherine Graham



AS CRÔNICAS DE WAGTAIL: POCAHONTAS

TEMA DA RP: Elephant Gun - Beirut


Fazer um show era como se uma descarga de energia invadisse cada célula do corpo de Wagtail, ele de fato, nascera para aquilo. Dançava, cantava, incendiava a plateia. E estava muito satisfeito com a performance do grupo. Mesmo não tendo ensaiado desde o fim da turnê, eles tinham arrasado e de quebra, tinham feito alguma caridade por aí.

Bono, no entanto, achou de extrema falta de tato ninguém ter apresentado a tal Kayra para a banda, afinal, era o mínimo a ser feito, apresentar a moça. Como não foi feito, Bo simplesmente ignorou e começou a cogitar que a tal de Kayra era na verdade um ser inventado. Mas não se demorou muito pensando nisso, pois o show terminara e o sonserino saiu pelos bastidores se jogando no sofá estofado.

Enquanto bebia duas garrafas de água para se hidratar, o vocalista da Brotherhood teve seus pensamentos levados para uma garota com quem ele dançara na pista: Lara Rosenberg. Lara era a irmã do seu grande amigo que misteriosamente tinha desaparecido sem deixar rastros e a partir do sumiço de Rosenberg, Wagtail jurou tomar conta da pequena Lara como se sua própria irmã fosse. Com o sucesso da banda e tudo o mais, ele acabara perdendo um pouco daquela vazão no ano anterior, mas agora, no ano sênior, ele compensaria tudo para sua protegida. Ele ainda não tinha desistido de encontrar o amigo.

Foi novamente tragado de suas memórias quando ouviu no canto um barulho de vômito. Tirou a varinha por instinto e se aproximou do fundo do camarim quando viu Phillip vomitando lesmas.

- Oh man! Você é azarado mesmo, hein Phill? Precisou da torcida do Chudley Cannons pra te encorajar a convidar a Roxanna pra sair e agora tá ai, vomitando lesmas...

A cara do lufano não era nada divertida, mas talvez porque ele estivesse com moluscos passando por sua garganta. Já recuperado do êxtase do show, Bo saiu desejando um “boa sorte, bro” e foi atrás da sua garota, afinal, a garota de Phillip podia ter ficado sem o par, mas Wagtail estava bem a fim de encontrar com a sua Pocahontas e terminar o papo de mais cedo.

Não foi difícil encontrá-la. Katherine dançava no meio do salão animada com um bando de gente ao redor moças e rapazes. Como mariposa que é atraída pela luz, Bono foi dançando até onde ela estava, dando alguma atenção às fãs que o cercavam. Pegou levemente a mão da sonserina e a rodopiou em torno do próprio eixo e a inclinou para trás, segurando-a firme. Tipo isso.

Abaixou então o rosto na direção do rosto dela, fitou por breves segundos aqueles lábios doces que ela tinha, e chegou a ponta de seu nariz junto à ponta do nariz dela, sussurrando teatralmente sem se preocupar que o ouvissem, ou que muitas meninas xingassem a preferência.

- Vem comigo!no caminho eu te explico.

Sem mais, os dois saíram dali, despreocupados. Bo trazia Katherine pelas mãos, como se fossem dois amantes correndo pelo campo florido. Saíram para fora do Castelo, pelos jardins, atravessaram o pátio. O sol estava se pondo quando atravessaram a ponte e finalmente chegaram na casa dos botes. Bo sorriu um riso perfeito e subiu dois lances de escada.

- Esse é o meu lugar favorito em Hogwarts. Eu não costumo dividi-lo com ninguém, mas hoje é o primeiro dia do resto de nossas vidas e eu estou disposto a eternizá-lo. – e estendeu a mão para ela – Confia em mim?



Resumo: Bo termina o show e descansa no camarim enquanto se reidrata e pensa em se aproximar mais de Lara a fim de ajudá-la na busca pelo irmão desaparecido. Descobre Phillip vomitando lesmas no fundo dos bastidores e decide que já está descansado o suficiente para ir atrás da sua Pocahontas. E leva Katherine até a Casa dos Botes.

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Katherine Graham em Qua Set 19, 2012 11:02 am

02 de setembro.
Casa dos Botes.

Veja você, onde é que o barco foi desaguar...


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Não tinha conseguido as respostas que esperava do rapaz loiro bêbado, mas tudo bem, tinha conseguido uma cantada de pedreiro até bem engraçadinha. Não tinha conseguido descobrir quem estava fornecendo álcool pra galera na festa, mas tudo bem, porque logo teve a surpresa de ver que tinham batizado o ponche. Não tinha conseguido ficar muito bêbada, mas tudo bem, porque ela nem precisava tanto assim de álcool pra curtir.

Além do mais, a festa parecia cada vez melhor após ter se juntado as novas amiguinhas. A noivinha possivelmente corna tinha se mostrado uma ótima companheira de festa. E a amiga pequenina e tímida dela também era uma graça. As duas eram tão fofas que Katherine queria colocá-las num chaveirinho e carregar consigo pra todo lugar. Eram, obviamente, lufanas. Katherine devia ser a sonserina com mais amigas lufanas de toda Hogwarts.

Mesmo após o término do show, as meninas continuaram na pista de dança. Estava se divertindo e dançando como se não houvesse amanhã, quando sentiu alguém segurando sua mão. Não tinha reparado Bono se aproximando dela, mas a vida é toda sobre pequenas surpresas não? E essa era uma muito boa. O rapaz então lhe rodopiou e a inclinou, segurando-a com firmeza e carinho.

Ele então aproximou seu rosto do dela. Katherine sentiu, rapidamente, uma leve e estranha sensação no estômago ao fitá-lo nos olhos. Ele realmente era lindo. Poderia ter ficado horas perdida dentro daquela troca de olhares, mas Bo parecia ter outros planos. Encostando charmosamente seu nariz no dela, ele sussurou baixinho: - Vem comigo.

Sua boca estava prestes a dizer que sim, quando uma voz estranha ecoou em sua cabeça dizendo que não devia sair da festa sozinha com o garoto. Seria essa voz a sua consciência? Ela nem sabia que tinha uma quando entrava no seu modo festa. Talvez tivesse aparecido porque Katherine não estava do jeitinho que costumava ficar em festas: bêbada. Provavelmente sua consciência sumia quando o álcool aparecia...
Mas mesmo assim, mesmo com aquele alerta de bom senso em sua cabeça, ela sussurou um sim para Bo. Ela sabia que podia confiar nele naquele momento. Dava para ver nos seus olhos. Não tinha como explicar melhor do que isso.

Segurando a mão de Bo e se deixando ser guiada, ela se viu fazendo um caminho que estava bem acostumada a fazer. Sentia-se aos poucos menos agitada, ainda que estivesse bem animada. E estava tão lindo do lado de fora do castelo. O céu estava do seu jeito preferido: com as lindas cores consequentes de um pôr-do-sol.

Corriam e corriam e corriam, até que finalmente pararam. Viu-se de frente para a casa de botes. Bo subiu alguns degraus da entrada e virou-se para ela com um sorriso encantador.

- Esse é o meu lugar favorito em Hogwarts. Eu não costumo dividi-lo com ninguém, mas hoje é o primeiro dia do resto de nossas vidas e eu estou disposto a eternizá-lo. – e estendeu a mão para ela – Confia em mim?

E foi bem ali, naquele lugar, naquele momento, naquele segundo, que Katherine ficou pela primeira vez sem palavras. Para quem acha que ela não era nada além de uma serelepe linda menina doida, lá estava provando ser mais profunda do que deixava transparecer.

Bo não sabia, afinal ele não tinha como saber, mas aquele era o lugar preferido de Katherine em Hogwarts.

Estar ali lembrava-a de sua infância. Bem do comecinho dela. De suas poucas memórias de quando ainda era uma menina Filipina que morava nas Filipinas. De quando ainda era uma pequena menina de rua orfã. Da época em que ainda tinha sua irmã presente, fisicamente, consigo. Aquele lugar lhe lembrava de suas raízes. De onde tinha vindo e onde tinha chegado. Não que ela algum dia tivesse dito isso para alguém. Ir ali era como fugir do mundo por alguns instantes. Como um refúgio secreto, onde podia parar pra pensar e refletir.

Tentava não deixar transparecer o quanto tinha ficado emotiva de repente. Não gostava que ninguém visse seu lado mais sensível. Esforçou-se para não deixar uma lágrima escorrer pelo seu rosto. Não queria chorar, não estava triste. Tinha sido apenas surpreendida pelo momento. Um momento um tanto gostoso, o qual ela certamente não iria esquecer. Katherine adorava essas pequenas adoráveis coincidências da vida.

Sabia que sua expressão devia ter ficado mais intensa e mais séria, então abriu um sorriso doce para Bol. Devagar e charmosamente, aproximou-se dele e pegou sua mão.

- Faço de suas palavras as minhas. - ela dizia calma. Levantou a mão do rapaz a altura de seu rosto e deu um beijo suave na parte de cima. - Mas confiança se conquista e a minha não é nada fácil. - seu sorriso ficava mais sedutor. Aproximou seu rosto do dele e sussurrou em seu ouvido- Lobinho.

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OFF:
TUDO AUTORIZADO. Qualquer erro não me julguem, tô escrevendo e postando por um Nokia E5 safado aqui, então não tá fácil. hahahahahahahahahaha


Última edição por Katherine Graham em Sex Out 26, 2012 9:39 am, editado 1 vez(es)

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Bo Wagtail em Sex Set 21, 2012 2:47 pm

AS CRÔNICAS DE WAGTAIL: POCAHONTAS

TEMA DA RP: Elephant Gun - Beirut


A maioria das pessoas não gostava muito da Casa dos Botes, uma vez que ela não se parecia nada com um porto, ou um cais. Estava mais para um casebre encarrapitado na rocha matriz que tinha se desgarrado da parede e ido flutuar em forma de casa a poucas léguas de distância da construção do Castelo.

Muita gente evitava o lugar alegando que era assombrado. Fantasmas nunca tinham sido problema para Wagtail. Ele não temia fantasmas ou poltergheists, não era muito fã de espíritos agourentos e suas chorumelas e tentaria evitar a qualquer custo um espírito revoltado. No entanto, enquanto apenas o vento soprasse velhas correntes, a tese de que a Casa dos Botes era habitada por mais do que aranhas, camundongos e ratazanas não serviria para assustá-lo.

Bo sempre ia até ali quando queria ficar sozinho, quando queria pensar, estudar, fazer deveres e até mesmo compor. Tinha ido ali na noite anterior depois do horário de dormir a fim de organizar o show da Trasgo nas Masmorras e acabara passando a noite dentro de um dos botes de madeira como já fizera tantas vezes. No entanto, nunca tinha contado a alguém sobre esse lugar e sua preferência. Se quer tinha levado alguma companhia ali. Katherine era a primeira pessoa com quem ele não fora egoísta o suficiente para partilhar da beleza e poesia da Casa dos Botes e ele estava satisfeito por parecer tão certo levá-la até ali.

Sentiu um leve arrepio na nuca quando ela lhe chamou de lobinho- aquela velha sensação de prazer e satisfação - e sorriu maroto se lembrando do primeiro encontro entre eles no trem. Já dentro da cabana, Wagtail levou em conta que talvez a garota fosse como a maioria do Castelo e só tivesse pisado ali no dia da seleção como primeiranista, afinal, ele nunca encontrara ninguém por ali em todos os anos em que frequentara o lugar.

- Bem vinda, ao RMS Hogwarts, senhorita. – fez uma reverência enquanto pegava um chapéu estilo quepe/boina de maquinista pendurado em um prego e muito poído, provavelmente esquecido ali há anos – Nossas acomodações são simples, mas o serviço é de primeira. – e riu divertido enquanto indicava com a cabeça de um jeito travesso os botes parados na água na abertura do tamanho de uma lancha que ficava no final da rampa.

Katherine desceu e ele foi logo atrás admirando a visão do lago refletindo as últimas luzes do dia, aquele calor morno começando a esfriar mesclado ao tom de pele da sonserina. Era digno de uma fotografia, se ele fosse desses românticos incorrigíveis – mas Bo Wagtail era quase um romântico incorrigível, não chegava a ser o cara perfeito, por isso, guardou a imagem na cabeça e rapidamente a desanuviou. Passou à frente da moça e ajudou-lhe a entrar em um dos botes, entrando ele mesmo em seguida.

- E então, minha querida, para onde vamos? – disse em um tom suave como se fosse o seu fiel criado e ele fosse capaz de levá-la ao mais ermo lugar do mundo só com a força do pensamento. Ante a resposta dela, deu dois toques com a ponta da varinha na proa do barco e fê-lo flutuar sobre as águas de forma leve, voltando seu corpo de forma a ficar de frente para ela, que estava sentada na popa do bote.

Aproximou-se devagar e apontou a varinha na direção da orelha dela, para não assustá-la e de forma discreta murmurou “orquideous” fazendo com que uma única flor dourada brotasse em seus cabelos negros. Passou a mão suavemente por sua têmpora ajeitando as madeixas de Katherine e olhou firmemente no fundo de seus olhos negros, sem nem ao menos piscar.

- Seu sorriso é lindo. – afastou-se novamente, cruzando as mãos uma na outra de forma despojada enquanto o barco ia pelas águas pouco caudalosas do Lago Negro – Mas não pense que só por causa disso eu vou esquecer da blusa e da doação que você me prometeu mais cedo... – e riu, afinal ele podia ser um quase romântico incorrigível mas definitivamente era um safado inveterado.

Flor:


Resumo: Bo leva Katherine para andar de barco no Lago, no fim da tarde e enquanto a galanteia, mescla um pouco do seu jeito romântico com o seu jeito safado.

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Katherine Graham em Seg Set 24, 2012 10:15 am

02 de setembro.
Casa dos Botes.
Katherine veste isso

A guy like you should wear a warning.
It's dangerous, I'm fallin'.


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- Bem vinda, ao RMS Hogwarts, senhorita. – Bo fazia uma reverência enquanto pegava um chapéu estilo quepe/boina velho pendurado próximo a ele – Nossas acomodações são simples, mas o serviço é de primeira. – e riu divertido enquanto indicava com a cabeça de um jeito travesso os botes parados na água na abertura do tamanho de uma lancha que ficava no final da rampa.

Katherine estava começando aquela situação divertida. Não fazia a menor ideia do que o menino tinha em mente, levando-a ali, mas nem importava mais, porque agora já era. Já estava ali e iria ficar pro que desse e viesse. Por um momento ocorreu-lhe que talvez, só talvez, não fosse uma boa ideia ter ido sozinha com um cara que ela ainda não conhecia bem pra um lugar tão vazio e abandonado. Um sorriso discreto se formou em seus lábios. “Olha só no que tô pensando!". Aquilo findava sua dúvida sobre ter ou não uma consciência. Ainda que estivesse começando a crer que era uma consciência submissa ao álcool.

Mas sinceramente não estava preocupada com o quão perigosa poderia ser a situação. Venhamos e convenhamos, ela já tinha ido pra lugares muito piores com pessoas que conhecia muito menos. Não se orgulhava disso, óbvio, contudo aquela nem era a pior situação na qual ela tinha se metido. Tinha certeza que só estava alerta sobre tudo porque não tinha se embriagado devidamente. Contudo, apesar de estar se divertindo com sua reação meio receosa, decidiu que não custava nada ficar pelo menos atenta. Afinal, quase nunca dá pra perceber que alguém na verdade é um psicopata

Lançando um olhar charmoso para Bo, seguiu para o barco que ele tinha indicado. Andava na sua frente sem aquele charme no andar, nem dando aquela reboladadinha no movimento, nem nada... Até porque ela nem precisa. Olhava para a paisagem a sua frente e imaginava o quão linda ela já não devia estar aos olhos do rapaz. Porque, cá entre nós, Katherine já era uma bela visão com um plano de fundo branco atrás de si, agora imagine como não deveria estar com todo aquele cenário? Por favor né! Ela tinha total consciência disso, muito obrigado.

Pouco antes de chegar ao barco, Bo passou sua frente e ajudou-lhe a entrar. “Um possível psicopata gentil, que gracinha.

- E então, minha querida, para onde vamos?– Bo falava de um jeito tão encantador, que Katherine não pode evitar abrir um sorriso espontâneo para ele.

- Me surpreenda. – ela respondia calmamente. - Capitão. – completava de um jeito doce.

Após por o barco em movimento com sua varinha, Bo voltou-se novamente para ela. Ajeitou-se na popa do barco, onde estava sentada e permitiu-se relaxar. Katherine adorava andar de barcos, e ainda que aquilo fosse um simples bote, ela estava achando tudo muito agradável e um tanto emocionante ainda que tivesse rolado pouca ação. Não saber o que podia acontecer a deixava excitada. No entanto, tentava manter sua postura como a mais contida possível.

Bo de repente aproximou-se dela e antes que ela pudesse ter qualquer reação, viu o rapaz fazer um truque de mágica. Taí uma coisa que não devia impressionar bruxo nenhum: um truque de mágica. No entanto, ela não pode evitar ficar maravilhada com a bela flor que Bo tinha feito brotar em seus cabelos. Mal Katherine pegou a flor, Bo gentilmente ajeitou seu cabelo. Sorriu bobamente ao olhar das mãos com a flor para o rosto do menino.

- Seu sorriso é lindo. – ele dizia olhando-a nos olhos, sem sequer piscar.

É, esse cara é bom.

E por um segundo teve certeza de que ele iria beijá-la. Finalmente... Só que não. De um jeito despojado, Bo afastou-se dela. – Mas não pense que só por causa disso eu vou esquecer da blusa e da doação que você me prometeu ma is cedo...- o gentleman dizia e ria.

A maioria das garotas, após ouvir tal coisa, provavelmente pensaria: “Nossa, mas ele tinha que arruinar o momento assim?” ou “Aff, que cafajeste, me trouxe aqui todo mal intencionado”. A maioria das garotas, mas não Katherine. Não mesmo! Veja bem, Katherine não era como a maioria das garotas. Não é surpresa para ninguém que ela não é nenhuma santa, muito pelo contrário, e ela não fazia a mínima questão de negar isso. Ela era bem dessas mesmo e assumia isso sem medo, culpa ou vergonha. Pensando bem, ela talvez fosse como a maioria das garotas em parte, afinal ela não acreditava em santinhas... Todo mundo sabe que elas são as piores.

Por isso, o comentário implicante de Bo tinha soado maravilhoso aos ouvidos de Katherine. Nada mais natural que uma cachorra ficar a fim de um lobo vira-lata.Pondo toda sua postura contida de lado, ela decidiu que era hora dela deixar as coisas mais divertidas ali também. Afinal, toda provocação gera uma outra provocação, igual ou contrária. Naquele caso, ela faria uma melhor.

- Ah, você é bom nisso. Mas você já sabe disso... - ela dizia olhando para Bo, vestindo seu sorriso mais sedutor - Mas eu sou melhor. E comigo nada vem assim tão fácil, mesmo que não pareça. - ela piscava para o menino. - Aqui nada se ganha: Tudo se conquista. Mas você não sabia disso não é? Sabe por quê? Porque a gente não se conhece direito. - ela inclinava-se para ele, apoiando os cotovelos nos joelhos. - Então que tal strip quiz? Só que mais brando... Cada resposta “certa” sua, abre um botão da minha blusa. Cada resposta “certa” minha, e você fica me devendo uma. – ela inclinava-se para trás, como ele tinha feito antes, e fitava-o com um sorriso maroto.

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Última edição por Katherine Graham em Sex Out 26, 2012 9:39 am, editado 1 vez(es)

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Bo Wagtail em Qua Set 26, 2012 9:41 pm

AS CRÔNICAS DE WAGTAIL: POCAHONTAS

TEMA DA RP: Elephant Gun - Beirut


Existem mulheres bonitas. Existem mulheres gostosas. Existem mulheres bonitas e gostosas. Katherine estava acima disso tudo. Não era só bonita e gostosa, era EXTREMAMENTE bonita e gostosa. E tinha um charme peculiar, um olhar de ressaca que tragava o marinheiro Wagtail para dentro do lago e o fazia perder a noção do tempo e espaço e nunca mais querer sair. Tinha um ar de mistério que fazia Bono querer ir mais a fundo e era por isso que até então, ele não a tinha beijado, dentre tantas oportunidades que tivera e muitas que ele próprio criara.

O que acontece é que Bo não é um cara atrás de “one night stand”, por incrível que pareça. Ele aprecia e muito o sexo casual, no entanto, adora a arte da paquera e da conquista. E por mais que já estivesse acostumado com garotas se derretendo a seus pés era excitante estar diante de uma que não negava o sexy appeal do inglês, mas que valorizava o próprio.

Em sua singela opinião, não existem mulheres fáceis, existem mulheres interessantes o suficiente para manter o cara interessado. E naquele caso, ele estava muito interessado.

Diante de seus gracejos, a morena lhe provocara ainda mais. Teria lhe agarrado naquele exato momento e provavelmente virado o bote no Lago, mas ao invés disso, preferiu se afastar. Surpresa? Bom, ele não queria apenas uma pegação clichê. Se fosse algo tão certo poderia deixar para outro dia quando não tivesse pulado freneticamente sobre um palco. Aquele velho papo de “gostaria de convidá-la para jantá-la” não era do seu feitio e ele não queria passar essa impressão. Ainda mais depois da catástrofe que foi sua entrevista com Rita Skeeter, aquela vaca!

Entretanto, ele não podia deixar de ser quem era e bancar o rapaz puro e inocente, até porque ele estava mais para Lobo Mau do que para Príncipe Encantado. Assim, Bo não escondeu que estava ansioso por aceitar a oferta de game de Katherine e muito menos que jogaria para vencer. No fim das contas, a blusa iria para uma boa causa, que mal havia se de quebra ele pudesse angariar algum benefício também? Ele só queria se assegurar um pouco...

- Que tipo de coisas eu vou ficar devendo? - levantou uma sobrancelha de forma marota – Não que isso vá me fazer mudar de ideia, mas só pra não ser pego de surpresa...

Claro! Por mais adorável que fosse, Bo não conhecia nada a respeito de Katherine e se por um acaso ela fizesse algo que pudesse por em risco qualquer coisa para a Brotherhood, Rene arrancaria seu couro de lobo vivo e faria um casaco. Ele tinha de fazer um certo teste antes de sair aceitando qualquer proposta indecente por aí.

- Ah, mas a graça da coisa toda é a surpresa. - ela brincava com a flor nas mãos - Na hora certa você vai saber o que ficou me devendo. - seu tom era calmo e sereno.

A reação da sonserina foi tão espontânea e natural que acabou convencendo Wagtail de que a vida é uma só e foda-se o Rene caso ele não curtisse sua Yoko Ono. Jogou o tronco pra frente cruzando as mãos uma na outra e ficando bem próximo do rosto de Katherine fazendo uma expressão de pura ironia e consternação. Tipo essa:

Spoiler:

E soltou a derradeira:

- Eu nunca beijei – e fez sinal de “aspas” com os dedos – um lobo – fecha aspas – no Expresso de Hogwarts.

Ao menos ninguém podia culpá-lo por tentar e por olhar. E involuntariamente, Bo acabou contando quantos botões tinham a blusa dela já pronto para preparar o próximo desafio que ele tivesse certeza que renderia menos um botão e mais exposição.



Resumo: Bo não esconde seu interesse por Katherine e após ponderar por cinco segundos sobre a proposta de jogo que ela lhe fizera, acaba aceitando. E começa jogando sujo ao dizer algo que sabe que ela já fez só para vê-la abrindo o primeiro botão da blusa.

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Katherine Graham em Qui Set 27, 2012 5:07 pm

02 de setembro.
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- Que tipo de coisas eu vou ficar devendo? - Bo levantava a sombrancelha de um jeito meio desconfiado. - Não que isso vá me fazer mudar de ideia, mas só pra não ser pego de surpresa...

- Ah, mas a graça da coisa toda é a surpresa. – Katherine dizia enquanto brincava com a flor nas mãos - Na hora certa você vai saber o que ficou me devendo. - seu tom era calmo e sereno.

E quando a hora certa chegasse, ela também descobriria, pois estava apenas tentando acumular favores e créditos com o rapaz. Para aqueles momentos de aperto ou necessidade, que sempre nos pegam de surpresa.

A verdade é que ela não tinha muitas pessoas com quem contar em Hogwarts. Ela não era bem o tipo de menina que tinha amigos homens. Mas era o tipo de menina a qual outras meninas não gostam muito, seja por inveja ou por preconceito, então também tinha pouquíssimas amigas de verdade. Portanto, não seria nada mal ter uma pessoa a quem recorrer num momento que precisasse de ajuda.

As pessoas acham que quem é bonita tem tudo mais fácil nessa vida, mas olha... Não era bem assim não. Pelo menos não para Katherine. Era bem difícil ser ela, ainda que fosse ótimo.

Para sorte dela, Bo aparentemente tinha achado a resposta sua resposta o suficiente. Jogou seu corpo para frente, cruzou as mãos e aproximou-se do rosto dela. Tentando não se mostrar surpresa pelo movimento rápido do garoto, Katherine apenas apertou a flor em suas mãos e sorriu. Ele, então, fez uma expressão tão sedutora que a menina se segurou para não soltar um suspiro observando o rosto do rapaz. Ela não cansava de se surpreender toda hora com o quanto ele era lindo.

- Eu nunca beijei – ele fazia sinal de “aspas” com os dedos – um lobo – fechava aspas – no Expresso de Hogwarts.

Ah... Ele decidiu começar com o jogo então?

Ela pode notar claramente que ao terminar de falar, ele olhou para sua blusa. Por um minuto pensou que ele estaria tentando espiar pelo seu decote, mas logo lhe ocorreu que ele devia estar era contando os botões de sua blusa. Pobre, pobre, pobre garoto lobo... Se ele realmente estava achando que aquele jogo seria fácil – ou rápido – ele estava muito enganado. Aliás, se isso fosse acontecer, seria com ele perdendo o jogo. Era melhor ela mostrar logo quem é que mandava. De um jeito sútil, é claro.

Deu uma risada gostosa e pôs a flor ao seu lado no assento. Prendou os cabelos num coque improvisado e inclinou-se para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos e cruzou as mãos assim como Bo tinha feito. Ergueu uma sombrancelha charmosamente e olhou bem nos olhos de Bo.

- Nem eu. – dizia de um jeito sagaz e abria um sorriso maroto. - Eu beijei você. Nessa sua admirável e sedutora forma humana. Não se lembra, Lobinho? – dizia dando ênfase na hora de falar Lobinho.

Estava tão próxima de Bo que quase podia ver seu reflexo nos olhos do rapaz. Decidiu então que não iria mais esperar uma atitude do menino. Ela era uma menina de atitude. Não que gostasse de tomar a dianteira, mas não se importava de fazê-lo se preciso. Vagarosamente foi se aproximando de Bo e com carinho encostou sua bochecha na dele. Deslizou o rosto suavemente, retrocendo, buscando pela boca do rapaz. Ao encontrá-la pausou o movimento, ficando quase com os lábios encostando nos dele. Contou até 3 e então recuou completamente. Apoiando as mãos nas bordas do barco, inclinou-se para trás. Olhava para Bo com um sorriso maroto nos lábios.

- Talvez agora você se lembre... - dizia charmosa. - E é minha vez: Eu nunca participei de uma banda de rock. – dizia olhando-lhe com um sorriso satisfeito.

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Última edição por Katherine Graham em Sex Out 26, 2012 9:39 am, editado 1 vez(es)

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Bo Wagtail em Dom Set 30, 2012 10:49 pm

AS CRÔNICAS DE WAGTAIL: POCAHONTAS

TEMA DA RP: Elephant Gun - Beirut


Levemente irritado com o fato de Katherine ter desconsiderado sua jogada de mestre ignorando a genialidade de sua ideia por puro deleite, Wagtail bufou em sinal de impotência. Afinal, pareceria pouco educado se ele simplesmente iniciasse uma discussão sem sentido só para provar que ela tinha beijado sim um lobo no Expresso. Quer dizer, a forma em que ele estava não conta, não é? Ele de fato, se considerava um lobo e pronto.

Katherine, por sua vez, cheia de si, não deu sinal algum de liberar o primeiro botão, para a infelicidade do sonserino que nada mais pode fazer além de balançar a cabeça como se estivesse fazendo um alongamento de pescoço e levantar as mãos em sinal de rendição. Enquanto ela imitava seus trejeitos e o provocava de uma forma sedutora.

Ah, ela era é boa. Muito boa, aliás. Mas Wagtail não se veria vencido tão rápido. Assim que Katty voltou para o seu lugar, Bono ficou de pé e num tom bem humorado começou sua réplica.

- Apesar de eu ter usado aspas para o lobo vou deixar essa passar, minha querida. – aproximou sua boca do ouvido dela – Só porque ainda provarei que sou de fato um lobo e então você vai querer muito mais do que um botão...

E assim, deixou a mão que se apoiava nos cabelos negros da sextanista escorregarem levemente para sua nuca. Olhou firme e desejoso para os olhos escuros dela, encontrando o próprio reflexo cristalino ali. Seus narizes se encontraram. Ele sentia o cheiro de flores e patchouli que vinha da pele dela, um cheiro que mesclava doce com cítrico. Algo que lhe agradava e mexia com seu íntimo e ele finalmente lhe beijara de forma calorosa como ansiara por fazer o dia inteiro.

E sorriu ao voltar para o seu lugar. Definitivamente aquela ideia de barco já não parecia mais a melhor de todas. Não quando seus hormônios adolescentes estavam em combustão clamando por mais beijos e toques. Pegou o chapéu em suas mãos e girou como se apenas quisesse algo para controlar a ansiedade ou disfarçá-la. Por fim, deixou-o de lado enquanto a noite se aproximava no lusco-fusco.


- Acho que sou culpado dessa última. – piscou de forma divertida. – E então, Katherine, quer que eu perca alguns botões? – e riu de sua própria piada. Afinal, naquela circunstância em especial não era nada sexy um cara tirando a roupa. Já uma garota, com certeza. Por mais que o sentido canino de Bono lhe avisasse que ela poderia até perder a blusa mas ele não ia ver o que tanto queria. No mínimo ele faria o papel de Severino no Streap Train Quiz! Mas estava achando tudo tão divertido que de verdade, não se importava.

Quer dizer, é claro que importava. Se ele pudesse escolher, com certeza escolheria que ela abrisse os botões e revelasse ao mundo as maravilhas do Corcovado. No entanto, o desafio, a cumplicidade que se iniciava era tão excitante que ele não colocava o prêmio prometido como prioridade e sim como um bônus. Quem sabe?

- Ok, então... Eu nunca andei de barco no Lago Negro com o vocalista da Brotherhood. – e dessa vez sim, ele se esticou no assento com as mãos atrás da cabeça só para apreciar o momento.



Resumo: Bo se sente impotente ao ver que Katherine rejeitou sua colocação e não abriu o primeiro botão da blusa. Pestaneja de forma marota enquanto a sonserina lhe provoca e acaba beijando-a. Por im, aceita que está devendo uma para a filipina e novamente tenta faze-la perder o primeiro botão.

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Katherine Graham em Seg Out 08, 2012 5:32 pm

02 de setembro.
Casa dos Botes.
Katherine veste isso

Let's be friends, so we can make-out.

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[centerhtml][div=width: 550px; text-align: justify; padding: 10px;]Bo parecia inconformado com a resposta de Katherine. E quem disse que ela se importava? Estava pensando em como ficaria em silêncio e mostraria o quanto era bem resolvida e difícil, quando o rapaz aproximou-se. Sua boca tinha parado bem próxima ao ouvido dela. Provocando-a... Podia sentir seu perfume. Era enebriante. Sem que pudesse evitar, sentia um arrepio lhe correr o corpo.

Estava decidindo ceder aos encantos do rapaz e deixar a enrolação de lado, mas nem sequer precisou se deixar render. Bo pegou-lhe pela nuca, olhou-a nos olhos e deu-lhe um beijinho de esquimó. Katherine conteve um suspiro. “Que fofo”. Teria aberto um sorriso e dito que achava a coisa mais fofa do mundo beijinhos de esquimó, beijinhos de borboleta, beijinhos de lagartixa... Mas não pode. Pois Bo não tinha parado no beijinho de esquimó.

Katherine estava aguardando o dia inteiro o momento que em beijaria de Bo de novo. E quando finalmente o momento chegou... Não tinha ficado decepcionada. Pelo contrário: podia passar o pouco que restava de dia e toda a sua noite ali, beijando o menino. E teria feito isso, caso o rapaz não tivesse interrompido o entretenimento dos dois e voltado ao seu lugar de repente. Por que ele tinha feito isso? Eles dois não estavam ali com aquele propósito? Pra que prolongar a demora, por que não deixar a pegação começar logo? Será que ele não tinha gostado de seu beijo?

Ou será que eu que sou safada demais?

- Acho que sou culpado dessa última.

Última o quê? O que você está falando? Por que não está me beijando?

- E então, Katherine, quer que eu perca alguns botões? – Bo dizia e ria.

Nunca iria admitir isso, mas já estava perdida na situação. Aquele beijo tinha sido uma distração e tanto. Além de tê-la deixado com um tremendo gostinho de quero mais. Era sempre desconcertante ser a mais assanhada da história, por isso tentou manter-se o mais impassível o possível. O que não deveria ser difícil, afinal, não estava entendendo nada mesmo... Era só deixar rolar e fingir que estava tudo bem. Que ainda estava no controle de tudo ali. "Like a boss."

- Ok, então... Eu nunca andei de barco no Lago Negro com o vocalista da Brotherhood. – Bo terminava de dizer e já esticava-se em seu assento, com as mãos atrás da cabeça, como se estivesse esperando para assistir a um espetáculo.

O jogo. Ah sim, o jogo que ela tinha proposto! Valendo botões e favores. Ela tinha ganhado um favor já. E agora seria obrigada a perder um botão, afinal, daquela ela não poderia escapar. Mas também não precisava facilitar em nada a situação. Podia até sentir Tico e Tina voltando a funcionar em sua cabecinha... Levantou-se devagar, soltou os cabelos e segurava o primeiro botão de sua blusa com as duas mãos, encarando Bo de um jeito fofo.

- Você me pegou nessa. Ganhou um botão... – dizia com um tom meigo.

Fingiu que iria desabotoa-lo, mas fazendo cara de “Ops!” foi abaixando as mãos. Passando de botão em botão, chegou até o quinto e último de sua blusa. Com um sorriso maroto no rosto, não só o desabotoou, como também o arrebentou de sua blusa. Inclinou-se para Bo e pegou sua mão esquerda, deixando o botão bem no meio de sua palma.

Por mais que tivesse com um botão a menos na parte de baixo do blusão, ela estava usando um short de cintura alta. Logo, não faria diferença nenhuma ter uma blusa fechada ali ou não, pois o rapaz não veria sua pele. Ele não parecia ter notado que por debaixo de sua grande camisa preta e larguinha, ela estava usando mais roupas. Ela podia ser piriguete, mas ela sentia frio... E tinha se arrumado para ir a um show nas masmorras, local que ela sabia que era bem geladinho, então estava com mais roupas do que o rapaz gostaria que estivesse, provavelmente.

- Maldade sua jogar desse jeito pra me deixar com frio, aqui fora e uma hora dessas. – dizia sentando-se no colo do rapaz, de um jeito meigo. - Mas agora é minha vez de jogar né? – dizia colocando o braço esquerdo apoiado por trás do pescoço do rapaz. - Mas vamos jogar mais direitinho, ok? O jogo era pra gente se conhecer melhor e não pra ficar disputando assim... – dizia batendo de leve com o dedo indicador na ponta do nariz do rapaz. - Entendeu? – dava um selinho em Bo - Bem, eu nunca achei que fosse visitar meu lugar preferido de Hogwarts em um... encontro. – dizia a última palavra de um jeito divertido. Tipo assim:



[/div][/centerhtml]
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[centerhtml][div=width: 550px; text-align: justify; padding: 10px;]
OFF:
Marcela, desculpa a demora. Fica à vontade pra se vingar e levar um mês pra responder! só que não tanto, rsrs
Resumo:
Katherine fica confusa após ser beijada por Bo, mas logo volta a si e já dá mais uma trollada no garoto abrindo apenas um botão que não faz a menor diferença aberto ou fechado. Na sua vez de jogar, senta-se no colo do rapaz e faz a fofa, levando a brincadeira um pouco mais a sério em seu propósito, ao invés de simplesmente tentar ganhar favores de Bo.
[/div][/centerhtml]


Última edição por Katherine Graham em Sex Out 26, 2012 9:39 am, editado 1 vez(es)

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Bo Wagtail em Seg Out 15, 2012 11:08 pm

AS CRÔNICAS DE WAGTAIL: POCAHONTAS

TEMA DA RP: Elephant Gun - Beirut


Golpe baixo. Katherine Graham tinha acabado de mostrar que estava ali jogando da forma mais suja e sacana que poderia existir. Poxa vida! Tudo o que Bo Wagtail queria era que ela perdesse logo os botões da blusa e perdesse a aposta. Mas nããããooo! Ela tinha que dificultar as coisas. Primeiro não aceitando sua derrota na primeira questão. Depois abrindo o botão debaixo e não o de cima. REALLY?

Se aquilo fosse UFC a provocação do tipo “Ops, I did it again” teria sido um chute no saco. Bono, no entanto, ao invés de ficar revoltado como um tarado cujas taradices não estavam sendo atendidas, se deixou relaxar e sorrir. Aliás, ele de fato riu. Soltou uma sonora gargalhada quando Katherine tinha escorregado a mão do GOLDEN BOTTON para o último. Não que ele fosse masoquista, mas ele tinha gostado daquilo.

Gostava de ser provocado, de ver todas as suas artimanhas da conquista serem ludibriadas porque ele se considerava o mestre da azaração e só de ver que alguém competia à altura dava mais emoção ao jogo. Por isso ele riu. Katherine era mesmo uma danadinha, mas ele não disse nada a respeito ou teria soado piegas ou gay demais, ambas coisas que ele era de menos.

Quando Katherine se sentou no seu colo com carinha manhosa ele já tinha decidido que a garota ganhara o seu respeito. Não que ele tivesse na pilantragem o tempo todo, mas é que ele até então via Graham como mais uma garota. Mais uma e não uma garota qualquer, veja bem... E naquele momento ao agir diferente, Bo não sabia explicar mas simplesmente sabia que a sonserina não queria Bo Wagtail o vocalista da Brotherhood, ela queria conhecer Bono Wagtail o setimanista da Sonserina.

- Maldade sua jogar desse jeito pra me deixar com frio, aqui fora e uma hora dessas.

- Frio... – ele falava em tom baixo enquanto descia os lábios pelo pescoço dela de forma seduzente – Nunca foi minha intenção, minha querida. – e mostrou de novo os dentes perolados vencedores do sorriso mais bonito do ano no Semanário das Bruxas enquanto escutava a revelação de Katherine.

Algo que mexeu um pouco com o seu interior porque bem, aquele era o seu lugar favorito em Hogwarts. E ele não podia simplesmente acreditar que mais alguém gostasse daquela casa pouco visitada e que fosse justamente a única pessoa que ele levou ali.

- Acho que te devo mais um botão, então, my lady. – passou as mãos pelos cabelos negros dela e os afastou para detrás da orelha de forma a mostrar mais o seu rosto iluminado pela lua clara que começava a despontar no céu – Eu não costumo trazer ninguém aqui. Aliás, nunca trouxe. Nem mesmo os caras da Brotherhood sabem que eu venho aqui. Esse lugar não está entre os mais populares do Castelo e é por isso que eu gosto tanto daqui. Me traz paz. E me inspira. – e então estreitou os olhos na direção dela – Mas como é que nós nunca nos encontramos no nosso lugar favorito, hein?Aliás, por que aqui?

Claro que ele ia jogar na nega pra saber se ela não estava mentindo, mas isso era mero detalhe. O fato era que ele estava interessado em saber por que a Casa dos Botes era tão especial assim para Katty.

- Bom, se é para revelar coisas mais íntimas é melhor que sejam boas... Eu nunca superei a traição do meu pai.

Polêmica, a gente adora!!


Resumo: Bo fica indiganado com a pilantragem de Katherine em não querer facilitar sua vida e acaba gostando mais ainda da brincadeira por conta disso. Joga um verde pra saber porque ela gosta tanto da Casa dos Botes e revela que nunca perdoou a traição de seu pai que culminou no nascimento de seu irmão Ryleigh.

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Re: ELEPHANT GUN

Mensagem por Katherine Graham em Sex Out 26, 2012 9:37 am

02 de setembro.
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Le Gran Finale

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[centerhtml][div=width: 550px; text-align: justify; padding: 10px;]De repente, sentiu como se tivesse levado um beliscão. Bo ajeitava seus cabelos e tudo que ela conseguia fazer era encará-lo. Ouvia o falar sobre seu lugar preferido como se o zelasse tanto quanto ela. Era curioso ver mais alguém dizer que tal lugar lhe trazia paz. Rápida e sutilmente, conteve sua expressão de surpresa para que o rapaz não notasse. Não tinha certa se ele só estava dizendo aquilo para impressioná-la. Contudo, por que ele mentiria sobre isso? Tinha quase certeza que ele não desperdiçaria uma chance de vê-la abrir mais um botão...

Mas como é que nós nunca nos encontramos no nosso lugar favorito, hein? – Boa pergunta. - Aliás, por que aqui? – Uma pergunta melhor ainda.

Ela não fazia ideia de como não tinha encontrado-o lá antes. Durante todos os seus anos em Hogwarts ela visitou com frequência o local. Só conseguia pensar que era parte dos planos do destino eles não terem se encontrado antes. Aquela era a única explicação que lhe cabia no momento. A outra pergunta do rapaz, no entanto, ela podia responder.

- Esse lugar me lembra um pouco de onde eu vim... – suspirava e voltava o olhar para a paisagem ao seu redor. - E, consequentemente, onde eu cheguei. – sorria para Bo.

Não sabia se já era hora de falar sobre sua vida com o rapaz. Especialmente porque o começo de sua história arruinaria o clima todinho entre os dois... Tudo bem que não era uma história lá muito alegre, mas ela não gostava das reações de tristeza ou de pena que recebia. No final, tinha dado tudo certo, não é mesmo? Então pena de quê e tristeza por quê? Não, não, não. Obviamente as coisas podiam estar melhores, caso sua irmã estivesse viva ainda. Mas para ela Ava estava sempre consigo, sempre ali presente. Era como um estado de espírito. E um dos mais felizes.

Porém, ao encontrar o olhar de Bo ela sentia que podia dar uma explicação melhor. Aliás, achava que devia dar uma explicação melhor. Afinal, não custava nada. Estavam ali para isso mesmo! Quer dizer, não só para isso, mas enfim...

- Acho que dá pra notar pela minha beleza distinta e mulata que eu não sou daqui. – dizia rindo. - Sou naturalmente Filipina, da ilha de Luzon. Meus pais me adotaram quando eu tinha 5 anos, mas até então vivia em Manila. Era uma cidade portuária... Casa dos botes... Sacou? – dizia fazendo sinal de “entendeu” com uma das mãos e com um sorriso bobo no rosto.

Ao terminar de falar, pôs-se a observar o rapaz. Ele olhava-a com uma expressão indecifrável. Droga, será que contando só aquilo já tinha acabo com o clima? Olhava para ele um pouco séria também. Pegou uma de suas mãos e cruzou seus dedos com os dele. Não estava preocupada em parecer uma criança tentando se distrair. Queria apenas segurar sua mão. Sentir-se mais próxima dele.

- Bom, se é para revelar coisas mais íntimas é melhor que sejam boas... Eu nunca superei a traição do meu pai.

Uau. E ela pensando que talvez fosse cedo demais para revelar alguns detalhes mais intímos.

Apertou a mão de Bo de um jeito carinhoso. Não sabia bem como responder aquilo. Principalmente porque não tinha passado por nada parecido. Sobre seus pais biológicos só sabia dizerque tinham abandonado-a ainda muito nova. Sobre seus pais adotivos só tinha certeza que se amavam demais para traírem um ao outro. E sua opinião sobre o assunto era de que devia ser uma droga ser traída. Imagine só confiar plenamento numa pessoa e em sua palavra e de repente descobrir que foi traído?

- Podia ser pior. – dizia fazendo carinho na nuca do rapaz, com sua mão livre. - E acho que um bom jeito de superar isso, se me permite dizer, é pensar que de um ato desses surgiu seu irmão. Quem, eu acredito, você ame muito e tenha como essencial na sua vida atualmente, não é mesmo? Tudo seria muito diferente pra ti sem ele aqui, consegue imaginar? – dava-lhe um selinho - Tudo acontece por algum motivo. – ajeitava se no colo do rapaz, sentando-se montada de frente pra ele. - Acho que ambos já dividimos algumas intimidades bem pessoais. Já enrolamos tempo suficiente. Já implicamos um com o outro até demais... - entre cada frase, dava um beijo em Bo, primeiro numa bochecha, depois em outra e o terceiro na ponta do nariz. - Agora eu quero descobrir outras coisas de você...

E com um sorrisinho malicioso, Katherine beijou Bo e não mais parou. A lua já os contemplava. E não conseguia escapar da sensação de que estava no lugar certo, na hora certa e com a pessoa certa.

[/div][/centerhtml]
______________________________________________________________

[centerhtml][div=width: 550px; text-align: justify; padding: 10px;]
OFF:
Sorry a demora, andava enrolada com trabalho e faculdade, Cela! :/
E podem encerrar a RP, atividades finalizadas nela.
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