Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

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Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

Mensagem por Apollion Azazel em Sex Set 07, 2012 11:19 pm

RP Fechada
01 de Setembro - 20h02
Estação de Hogsmeade
Participantes: Personagens mencionados neste post ou que sejam mencionados nos posts seguintes

:Fundo Musical:

Para as falas em inglês no post, passe o mouse em cima da frasepara ver a tradução.


— Está vendo, Prof. Saedrae? — Apolion sacudia o comunicado na frente da mesa do diretor. — Esses moleques só podem estar brincando com a nossa cara mesmo! Mais de DEZ casos de underage magic, um vagão destruído e incendiado, um aluno amaldiçoado, meia dúzia de alunos atingidos por azarações perdidas...— virou bruscamente de costas jogando o papel na mesa e colocando as mãos nas têmporas.

O diretor permanecia na sua mais plácida posição, tomando chá. Talvez nem lembrasse quem era quem, dos nomes que apareceram na lista. Que ótimo.

— Prof. Saedrae, Prof. Azazel.— Disse a pintura de Armand Dippet, cujo outro retrato estava no ministério — O Mr. Potter acabou de despachar os Aurores para controlarem a situação, eles devem estar chegando lá a qualquer momento.
Eles tinham decidido — o diretor, pelo menos — que os alunos deveriam todos embarcar novamente, e receber as diretrizes do Ministério Inglês, e que a seção internacional do próprio Ministério Inglês lidasse com os alunos estrangeiros, já que os crimes foram cometidos em solo inglês. "Eu não acho uma boa ideia eles virem para cá, tio. O Conselho ia nos endossar se expulsássemos todos... eles claramente quebraram as regras!" Apollion contestara. "São apenas crianças, Apollion." devolvera o diretor, mansamente . "Aplique umas detenções pra fazê-los refletir acerca de seus atos e as inevitáveis consequências... E tenha a bondade de permitir que o Ministério cuide do underage magic... Realmente não acredito que seja justo comprometermos toda a educação desses jovens por conta de um ato oriundo de atitudes tão tolas, ainda mais quando são tão jovens... Tolice, apenas."

UM? TOLICE? As sequelas do feitiço de esquecimento sinceramente estavam começando a ficar preocupantes. Talvez a curto prazo demais. Enfim, não adiantava discutir. Ele era o diretor, after all. Ficou decidido pois que o novo chefe da Sonserina iria cuidar dos alunos até a chegada do trem em Hogwarts.

: : :

O grande portão com os javalis alados estava aberto. O guarda-caças e os três rapazes que ajudariam com os testrálios estavam em pé numa linha horizontal desenhada no chão por Apollion. Estava frio e úmido. De quando em vez umas gotinhas finas de garoa atingiam as suas vestes e pele. Ele olhava impaciente para o relógio de bolso. O trem já deveria ter chegado há dois minutos!

Ah, bom, olha ali ele, fazendo a curva. At last. A lista de o que cada monitor deveria fazer — quem cuidava dos primeiranistas nos botes, quem faria a inspeção no trem, etc. — já tinha sido passada por correio para a Srta. Herrisch e o Sr. Pocklinton, os escolhidos do direto para Head Boy e Head Girl, que deveriam ter terminado a reunião com os monitores no trem uma hora dessas e estar ajudando os pequenos a se organizar para desembarcar... o trem finalmente começava a reduzir a velocidade, até então frear na estação, cortando a névoa densa do fim de um dia chuvoso.

— Srta. Herrisch. A senhorita está atrasada, o trem deveria ter chegado há quatro minutos. — como se isso fosse culpa dela — Mas que ótima forma de estrear como monitora-chefe. — A menina levou um susto quando a primeira coisa que viu quando saiu do trem foi a cara do Azazel. Ela só suspirou fundo, e veio saindo do trem com uma fila imensa de primeiranistas. Apollion inspecionava um a um, memorizando cada rosto. Depois saíram alguns monitores, ficaram nas portas dos vagões esperando os alunos sob as suas responsabilidades saírem. Uma era Anna Blanche, que estava aglomerando o grupo de alunos novatos daquele vagão conforme saíam. Um rapaz, saindo também do vagão encostou nela e disse-lhe algo ao ouvido, ela repousou rapidamente a mão no ombro dele enquanto ele falava.

— Srta. Blanche, faça o favor de largar o Sr. Alleborn. A senhorita deveria estar guiando os alunos, e não se agarrando na frente deles.
E virou-se sem ver a reação dela, ambulando pela extensão do trem, procurando certos rostos em particular.

—Sr. Kaizer, o senhor está no segundo ano... e vai de carruagem, não de bote! Não está vendo os outros? Srta. Blanche! Não está vendo isso?
Finalmente alcançou o vagão dos professores, de onde saíram os professores de História, Transfiguração e Astronomia, e também o novo mestre de Poções e diretor da Sonserina.

— Coen. — Apollion não se aproximou nem para um aperto de mãos. Entregou-lhe apenas o convite do diretor para o chá que aconteceria em alguns minutos. Deu quatro convites para o velho Vand der Berg, indicando com as costas das mãos que ele deveria passar para os demais professores. Assim que Coen acabou de ler, disse:

— Hm. Vamos ver se dá tempo de dar as caras por lá depois de resolver o caso desses moleques... — Disse apontando com o polegar para o vagão onde os alunos que haviam causado confusão estavam contidos.

Up you go. I take care of them from here. — disse completamente sem expressão.
— Hm. Olha só, o Ministério ainda vai enviar ins--

— Você trabalha para o Ministério Inglês por acaso? — estendeu a mão para a caixa trancada com as varinhas deles dentro. — Você está em Hogwarts agora, and Hogwarts is hardly taking orders from the English Ministry. — Fez questão de abusar do seu sotaque escocês, da terra a qual Hogwarts pertencia.

— Ok, então. O pepino é todo seu, amigão. — bateu a poeira dos pés e empurrou a caixa na mão do Apollion com um sorriso satisfeito no rosto. O desgraçado ainda deu dois tapinhas no ombro do Apollion. — Quando a carta chegar, de qualquer forma, passo pra você com todo o prazer.

— Out! All of you! — Apollion subiu nos degraus do vagão e mexendo a mão ordenou que todos os alunos saíssem. One at a time... s-l-o-w-l-y and heads down.

— Mimi! — exclamou lenta e desapontadamente — De todos os novecentos e setenta e oito alunos dessa escola, você tinha que estar no meio. Detenção. Vou pedir que ...o monitor da Grifinória lance um feitiço permanente na iluminação do seu dormitório à noite pra você e as suas colegas que não têm nada a ver com isso provarem o quanto luz pode incomodar. Acho que em duas semanas você aprende.

— Lewis. Veio ao meu conhecimento que o senhor já consegue realizar um feitiço estuporante. Meus parabéns. E muito obrigado por demonstrar os seus conhecimentos em um monitor da sua própria casa. Detenção. Por dois meses o senhor está proibido de frequentar o clube de duelos, e vai pedir desculpas do Sr. Baudelaire na cerimônia de abertura, se quiser ter a sua varinha de volta ainda esse ano. E fique grato por não cancelarmos os fundos para o pagamento dos seus estudos... duvido que se o ouro para pagar viesse dos seus pais trouxas você não agiria de forma tão irresponsável com o conhecimento adquirido.

— Mademoiselle Baudelaire. Mademoiselle Baudelaire! Aqui!
— ele estalou os dedos, bateus duas palmas, como que pra chamar a atenção para onde ele estava, não-tão-sutilmente caçoando por ela ser cega — Que vergonha para a sua casa...! — falou como se a maioria dos sonserinos não fossem conhecidos por usar maldições e hexes como ataques comuns — DE-TEN-ÇÃO. Vai ajudar os alunos mud-- nascidos trouxas com os deveres de Defesa Contra as Artes das Trevas — disse as últimas duas palavras num tom reprovador — por dois meses. Ah, e a senhorita deve desculpas ao Sr. Lewis. Também vai pedir hoje à noite no Salão Principal. E vai preparar uma poção para ajudar na recuperação nos ferimentos dele hoje antes de dormir.

— Aonde pensa que vai, Sr. Pointer? Bombarda!
— mirou para alguns centímetros de distância das malas com os pertences dele, e o barulho e a terra que voou para todos os lados causou um susto em todos — Espero que isso sirva para entender os perigos de uma explosão desnecessária. — Ainda encarando-o, continuou — Sua varinha fica aqui comigo por duas semanas. Seja bem vindo.

E virou as costas, não deixando passar um mero detalhe acontecendo alheio a tudo:
— O uniforme deve ser usado PARA DENTRO, Mr. Woltz!
— Por que o senhor ainda não está arrumado, Sr. Folley?
—não que ele estivesse um pouco interessado com a resposta — Menos cinco pontos para a Lufa-lufa.
— Alunos do primeiro ano, esperem todos ali perto da Srta. Herrisch. Ela estava atrasada,
— claro que ele tinha que repetir — mas já está aqui.
— As malas ficam Sr. Ditworthy. Pocklinton, confisque a mala dele. Deve estar querendo esconder alguma coisa.

Not so fast, Monsieur Baudelaire. A sua família vai pagar por todo o estrago no trem. Não será problema, eu sei, já que dinheiro vocês tem tanto. Estou tomando o seu distintivo de monitor até o senhor me lembrar por que mereceu.
— E estendeu a mão esperando pelo distintivo. — E vai prestar serviços para os primeiranistas por todo o trauma que os fez passar. Estou pensando em fazer as camas deles, ler uma história e ficar no dormitório até assegurar que eles estão dormindo sem nenhum trauma na primeira semana. Isso para os Corvinais. Ainda não pensei nos demais. Dispensados. Srta. Baudelaire, Sr. Lewis... vocês têm o caminho até o castelo pra pensar no discurso de desculpas.

— Ahhh, claro, como pude me esquecer! Miss. ...Leigh, is it? I'm Professor Apollion, in case you're wondering. De-ten-tion.
— Disse, falando o mais claro que pôde, com mitos gestos, já que sabia que ela era estrangeira, e talvez nem entendesse inglês direito — Acho que a senhorita também merece algumas semanas de serviço comunitário. Tem. Uma. Série. De. Car-tei-ras. Que-bra-das. Que. Precisam. Ser. Re-pa-ra-das. No. De-pó-si-to. Quero ver se vai ser tão divertido quanto quebrar coisas com a varinha reparar coisas sem ela, que fica comigo até a Srta. acabar. Mais instruções com os zeladores amanhã. Dis-pen-sa-da. Ô-me-ga.

It's worse if you run, Miss Alleborn. — abordou Gabriela Alleborn com tédio em cada palavra. Ela nem estava fugindo, só quase conseguiu passar despercebida por trás dele. — Amanhã eu quero a senhorita e a Srta. Dolben na minha sala depois do almoço. — Apollion quase, quase desenhou um sorriso de tanta satisfação. — Vocês poderiam ter sido mais inteligentes do que usar Underage Magic num trem parado, onde é absolutamente detectável! Vocês compraram para o Diretor uma manhã de domingo inteira de papelada para o Ministério Inglês. Deem graças por terem um diretor extremamente paciente, esquecido, e bonzinho, porque, sinceramente, por mim vocês todos vão todos expulsos da Escola direto para o tribunal.
Mentira. Sem todos aqueles alunos bagunceiros a vida dele em Hogwarts não teria a menor graça.
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Re: Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

Mensagem por Charles Baudelaire em Sab Set 08, 2012 2:51 am



Um breve resumo do que está abaixo: Charles aceita pacífica e respeitosamente a detenção e, sem hesitar, entrega seu distintivo à Apollion, certo de que poderia recuperá-lo com facilidade mais tarde. Fica descrente com sua detenção, visto que acha as outras bem piores. Tem uma breve conversa com sua prima e, pela primeira vez, chega a confessar que gosta dela, movido inclusive pelo rancor que guardara de Gabriella Alleborn quando esta agredira a garota que ele ama (mas ainda não sabe rs).

OFF: Post único apenas para mostrar o ponto de vista do Charles. Ficou grande, me processem.

Infelizmente, fui obrigado a passar todo o resto da viagem confinado na cabine dos professores em meio à escória de Hogwarts - o que excluía eu mesmo e, lamentavelmente ou não, minha prima, já que era de meu sangue. Tudo bem, Kayra podia ser excluída também. Claro que as horas infindas na presença de uma pessoa que eu ainda planejava meticulosamente matar não foi algo que me colaborou para a melhora de meu humor, mas uma vez o trem parado e todos liberados, pude pensar com mais clareza, voltando ao meu habitual estado de insensibilidade racional máxima.

Assim que pude respirar o ar limpo da estação de Hogwarts, meus ouvidos se encheram com a voz imperativa do professor Azazel e, com isso, soltei um longo suspiro. Pelo que conhecia do professor e sua reputação, sabia que se ele estava ali era para tomar algum tipo de providência e algo me dizia que esta incluiria o meu destino no que dizia respeito à escola. Na verdade, até gostei que fosse Apollion quem cuidasse das detenções, afinal, se eu tivesse que olhar para o rosto de Maor Coen além das cruéis horas nas aulas de poções, certamente assinaria minha expulsão de Hogwarts. Eu ainda não tinha me conformado com a negligência do professor, já que esta envolvia a tal garota de quem eu planejava me vingar, ainda que Gabriella nunca tivesse me feito nada diretamente.

Oras, mas é claro que eu me deliciei com a punição de Chester. Tudo bem que não mais me importava com o que ele tinha feito, visto que eu já tinha encontrado outro alvo, mas ainda assim foi quase um espetáculo vê-lo ser proibido de fazer o que ele provavelmente mais gostava: participar do clube de duelos. E ainda ter que pedir desculpas publicamente. Céus, eu poderia ter chorado de tanto prazer. E minha satisfação teria sido infinita se Isadore não tivesse recebido uma punição quase igual.

Eu já caminhava em sua direção para dizer qualquer coisa quando Apollion me chamou. Girei elegantemente em meus calcanhares e caminhei até o professor com a postura mais respeitosa que eu podia fazer. Como eu esperava, perdi a monitoria e, confesso, não fiquei nada feliz com a obrigação de ter que cuidar de criancinhas, mas sinceramente? Aquilo seria extremamente fácil. Deuses, eu adorava Azazel. Ademais, conseguir o distintivo e a posição de volta seria tão fácil quanto roubar doce de criança. Minhas notas eram sempre impecáveis, em seis anos eu só tinha estado em uma detenção - à exceção da que eu acabava de ganhar - e, tirando o episódio do incêndio, na maior parte do tempo eu não estava fazendo mal a ninguém. O que não significava que eu não tinha vontade, claro, mas tinha certeza que em breve conseguiria ser monitor de novo.

- Certamente, professor. - Falei a Azazel, abaixando a cabeça numa reverência rápida e concordando com tudo o que ele dissera pra mim, entregando-lhe meu distintivo sem hesitar. Uma vez dispensado, fui até minha noiva.

Que Merlin protegesse Hogwarts, minha prima tinha sangue nos olhos. Eu sabia que o pedido de desculpas públicas era uma humilhação imensurável para Isadore, mas também sabia que ela era quase tão inteligente quanto eu e que daria um jeito de contornar a situação. Isso não me fez compadecer, claro, então precisei falar:

- De repente o banquete de boas-vindas ficou tão... divertido.

- Você acha mesmo? Vai contar a historinha dele para os primeiranistas? - Ela respondeu, desprezando-me como sempre. Eu fiquei subitamente de bom humor e, por isso, com a fala dela, soltei um riso e fiquei esbanjando um sorriso enorme.

- Ah, se vou. Para todos eles. - Ri mais um pouco e juntei as mãos para trás do corpo. - Vou contar como você foi brava ao querer me vingar... Tão romântico.

- Sim, pois claramente alguém que é estuporado por um sangue-ruim dois anos mais novo não iria conseguir fazê-lo sozinho.

E o que era aquilo? Um ligeiro tom rubro nas bochechas de Isadore? Parei de sorrir. Odiava aquelas reações humanas - não que eu não fosse humano, mas lidar com emoções era muito complicado pra mim, tanto comigo mesmo quanto com os outros. Verdade seja dita: eu tinha gostado da atitude dela. E também não tinha esquecido das duas vezes que peguei em sua mão (provavelmente possuído por algum espírito maléfico, claro). Ainda assim, não estávamos nos tocando - o que me deixava perfeitamente são - e nem vivíamos algum tipo de situação inusitada como fora no Expresso, portanto eu podia pensar com perfeita clareza.

- Eu poderia deixar Chester me estuporar quinhentas vezes se fosse para saber que você iria tomar as minhas dores. - O que era a mais pura verdade. Em seguida, dei um passo em sua direção. - É uma bela atitude. E me diverte. Quem diria que você gosta tanto assim de mim, prima?

- Pelo jeito é recíproco, não é? - Ela disse, agora corando mais forte. E completou: -"Se fizer isso de novo, vai ficar sem a mão".

Ok, a brincadeira perdeu a graça. Também, o que eu podia esperar? Isadore era uma Baudelaire. Os genes da família corriam tanto nas minhas veias quanto nas dela, seria muita ingenuidade pensar que ela aceitaria perder uma discussão. Ainda mais comigo. Aquela conversa, como 95% das vezes que a gente dialogava, não tinha futuro. Mas eu ia sair por cima, e do jeito que seria pior pra ela:

- Sim, é recíproco. - E dei mais um passo, ficando bem perto. Só que dessa vez falei muito baixo, para que só ela ouvisse. Havia muita gente ali, claro, o trem ainda estava esvaziando: - E quando eu arrancar todos os apêndices de Gabriella, vou enviá-los pra você numa caixa. Presente de casamento. - Afastei-me de novo. Estava cansado de ficar ali. - Venha, não vou te deixar à mercê do seu cão-guia, ele é um inútil.

Peguei em sua mão e a obriguei a me acompanhar. Sem pedidos dessa vez e sem vergonha. Pela primeira vez me comportei como o macho alfa, provavelmente influenciado pelo fato de ter ficado horas a fio ao lado dela sem poder odiá-la, visto que ainda morria de raiva por tê-la visto ser agredida. E também porque, como eu já sabia, Isadore tinha uma certa influência sobre mim, sendo capaz até de me tornar imprevisível às vezes. Ah, malditos laços matrimoniais.





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Re: Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

Mensagem por Isadore Baudelaire em Sab Set 08, 2012 1:30 pm

Post #1 - Soul stripper, he made me play games I didn't want to play
Estação de Hogsmeade - Primeiro de Setembro de 2012




    Horas - várias horas - sentada ao lado de Charles, tão perto que poderia sentir o mau humor do corvino infectando seus pensamentos. É evidente que ela própria já não estava satisfeita com os acontecimentos do dia, mas provavelmente estaria duas vezes menos amarga, não fosse o negativismo do primo. Isso porque o ódio de Isadore era mais impessoal, mais frio que o dele, então não ficava alimentando o rancor; ao invés disso, apenas fazia lembretes mentais de que precisaria retribuir os favores de maneira efetiva e desproporcional. Considerava o primo muito atencioso nesse aspecto, porque ela mesma não gastaria sua energia pensando em quem não merecia. A exceção disso era, inclusive, apenas Charles, porque no fundo gostava de passar várias horas detestando e remoendo o acidente cósmico que era a sua existência.

    Quando o trem parou e puderam desembarcar, Isadore tinha os músculos doloridos por terem passado tanto tempo retesados, na tentativa de não encostar no noivo. Estava, portanto, mais perto de Kayra que de Charles, e este provavelmente sequer escutou quando sussurrou à grega:

    - Bem vinda a Hogwarts - e cruzou seu braço no dela, sorrindo. Foram todos recebidos por Azazel, o querido Vice-Diretor da escola e também mestre de Defesa Contra as Artes das Trevas. Isadore reconhecia o bom gosto do homem, já que ele tinha explícita predileção pela melhor residência de Hogwarts, além de lecionar uma das matérias mais interessantes, apesar das palavras “Defesa Contra” maculando o complemento “Arte das Trevas”. O mesmo não aconteceria se estivessem em Durmstrang, mas se o instituto escandinavo fosse assim tão maravilhoso, não teriam essa quantidade massiva de alunos transferidos.

    Começou, então, a parte que Isadore esperava: a distribuição das detenções. Poderia ter esperado que Azazel fosse o encarregado de fazê-lo, dado ao seu sadismo, mas não imaginava que ele conseguiria ser até engraçado. Seria interessante, por exemplo, o fato de as grifinórias terem que dormir com a luz acesa por duas semanas por culpa da amiga de Charles, até porque se Isadore estivesse nesse dormitório - ideia que lhe provocava discretas náuseas - isso não faria diferença. Ser cega tem sim as suas vantagens.

    Estava quase sorrindo, principalmente ao saber que Chester Lewis deveria pedir desculpas a Charles, mas sua alegria durou pouco, porque já era a sua vez. Depois de zombar da sua cegueira - o que, para Isadore, era tão last century quanto a piadinha do “pavê ou pra comer” - deu a seguinte sentença:

    - Vai ajudar os alunos mud - “Diga, professor, eu sei que você quer!” - pensou ela, deliciada, mas ele se corrigiu a tempo: - nacidos trouxas com os deveres de Defesa Contra as Artes das Trevas - Isadore arqueou uma sobrancelha, pensando que essa era a obrigação dele, mas de certa forma gostou de poder espalhar um pouco de terror entre os sangues-ruins. Com sorte, faria pelo menos metade desistir de Hogwarts. Não seria a mais divertida das funções, claro, mas sabia da sua responsabilidade para com o meio bruxo, e estava pronta para o sacrifício. O pior veio em seguida: - Ah, e a senhorita deve desculpas ao Sr. Lewis. Também vai pedir hoje à noite no Salão Principal. E vai preparar uma poção para ajudar na recuperação nos ferimentos dele hoje antes de dormir.

    A garota cerrou a mandíbula com força. Não pedia desculpas. Jamais. A ninguém. Sob hipótese alguma. Quanto mais a um verme insignificante, como era claramente o caso de Chester Lewis. A poção de recuperação não seria um problema, porque já tinha decidido que mandaria Takamiya prepará-la em seu lugar, uma vez que não parecia que seria supervisionada, mas pedir desculpas era realmente contra tudo que ela acreditava e se recusava a descer tão baixo. Soltou o braço de Kayra e se afastou um pouco do grupo para respirar fundo, imaginando vários métodos cruéis de assassinato para alimentar o monstro faminto que rosnava de ódio na sua cabeça.

    Foi nesse ínterim que ouviu a voz de Charles

    - De repente o banquete de boas-vindas ficou tão... divertido - Isadore expirou, pensando que não estava com a menor paciência para a implicância do seu amado noivo. Tentou retrucar à altura, como sempre faziam, mas não demorou para que notasse que havia algo de diferente nele. Geralmente o primo queria apenas magoá-la, mas desta vez usava uma tática inédita: tentava deixá-la com vergonha. E seu plano funcionava lindamente. Talvez o feitiço de Chester tivesse deixado um efeito colateral bizarro em Charles...

    - Quem diria que você gosta tanto assim de mim, prima? - Isadore ficou tão rubra que parecia prestes a explodir. Quase disse: “Não se iluda. Sabe que detesto você”, mas, por algum motivo as palavras não saíram. Simplesmente não conseguia negar que gostava dele, e atribuiu o fenômeno à obviedade do fato. No lugar disso, portanto, proferiu a seguinte provocação:

    -Pelo jeito é recíproco, não é? - e então recitou o que Charles disse à Alleborn, logo que esta lhe deu um tapa: -"Se fizer isso de novo, vai ficar sem a mão" - havia, sem dúvidas, o ar de deboche na voz de Isadore, mas ela até que estava gostando da lembrança.

    Já estava pensando nas várias hipóteses de tréplica, mas o que o primo fizera em seguida foi tão inesperado que a sonserina sentiu uma fisgada no peito: de alguma forma, tinha confessado que gostava dela, e ainda prometera os apêndices da grifinória como presente de casamento. Para finalizar, ele ainda ofereceu-se para guiá-la até o castelo, pegando sua mão.

    Isadore tinha uma certeza: algo havia mudado em Charles durante a viagem. Desde sempre o primo foi contra qualquer forma de contato humano, e nos últimos anos só conseguia lhe dirigir a palavra para destilar todo o desprezo que nutria por ela. Inclusive, grande parte do que a própria Isadore era hoje se devia ao comportamento e personalidade de Charles, uma vez que, mesmo que tentasse negar, sempre o admirara e vira como um exemplo a ser seguido.

    Confusa, hesitou por alguns segundos e respondeu, friamente:

    - Dispenso - e deixou que sua palavra o atingisse com força, antes de completar - Os apêndices da Alleborn - e permitir que um sorriso escapasse, enquanto aumentava o aperto na mão de Charles.


    De repente, achava que não seria tão difícil pedir desculpas a Lewis; a ideia tão ridícula que seria engraçado.


Resumo e OFF:
Resumo: Isadore deseja as boas vindas para Kayra, mas fica muito irritada ao escutar a punição que Azazel escolheu para ela. No fim, porém, Charles consegue melhorar um pouco o seu humor, apesar de se comportar de uma forma que ela considerou muito atípica, o que a deixa confusa.

OFF: 1- Vou considerar que este é o primeiro post, porque os demais faziam parte do teste. 2- A música do título é "Soul Stripper", AC/DC. 3- Parece que ficou meio grande ._. desculpem...
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Re: Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

Mensagem por Chester Lewis em Sab Set 08, 2012 5:44 pm

IX - Cramulhão dos inferno



Após a rápida conversa com Elliot e Mimi, Chester sentado ainda na poltrona com ambos viu de relance no canto da sala sua varinha branca como marfim junto às dos outros alunos detentos, naquele momento sentiu uma vontade anormal de simplesmente sair correndo pegá-la e tentar fugir dali, ainda bem que era só vontade, uma vez que este não tinha pretensões de piorar mais ainda sua situação que estava no limite da delicadez. Percebeu que aquela aurora meia-veela corria o olhar por toda a sala repetitivamente parecendo um ventilador trouxa, portanto nenhuma ação poderia ser realizada sem consequências mais graves.

Lewis levantou-se e visualizou uma poltrona perto da mesa de onde estava sua varinha, olhou em volta e viu que todos já estavam distraídos, conversando ou perdidos em seus pensamentos. Quando começou a adiantar as passadas, viu de relance um dos professores do trem encará-lo com um olhar de "Eu sei o que você vai fazer", com um sorriso sem-graça desviou a rota de maneira desajeitada e se jogou na poltrona sentado, com o sorriso ainda amarelo olhava as vezes para o professor pensando "Será que ele ainda ta me olhando?". E assim ficou com medo e sem tomar nenhuma ação até adormecer naquele canto, tivera uma viagem muito longa até chegar no trem e todos os seus desmaios não duraram o suficiente para um completo descanso.

O garoto dormia e roncava baixinho até sentir algumas cutucadas no ombro, era Elliot que parecia estar calculando alguma coisa, ainda sonolento ouviu o amigo grifinório - - 1,3806503 × 10-23 m2 kg s-2 K-1... Digo, acorda Chester, a gente chegou - Chester era trouxa e havia estudada física na escola e apesar de bom aluno nunca tinha ouvido falar daquilo, talvez as unidades fizessem algum sentido, levantando-se da poltrona e olhando para o canto da mesa onde as varinhas não estavam mais, viu sua chance de reaver a sua passar entre suas mãos. Já de pé virou para Elliot e perguntou - Que número é esse? - Chester sendo puxado para mais perto de Elliot escutou a resposta - Vim pensando na constante de boltzmann a viagem toda. Tô achando que algum desses aurores é legilimante - Chester soltou uma risada desengonçada e já andando para a saída da cabine disse a Elliot - Eu preferiria pensar na sua irmã... Quer dizer, eu pensaria no clube de duelos, não vejo a hora de começar - Elliot retrucou rapidamente - Não vejo muita diferença entre minha irmã e clube de duelos... Boa sorte - Para Chester fazia, uma vez que toda a sua facilidade em duelos não valia de nada na tentativa de conquistar a garota Pointer.

Viu os professores em grupo saindo na frente dos alunos e escutou vozes do lado de fora do vagão, eles pareciam conversar com outro homem. Indo já na frente de Elliot e atrás de Mimi adiantando os passos e se esgueirando entre os móveis conseguiu sair da cabine e deu de cara com um professor, cujo conseguiu claramente identificar como Apollion Azazel, ou como ele preferia identificar "O demônio", a velocidade do seus passos começou a reduzir e por um momento pensou em sair correndo alucinado de volta para a cabine, contudo como sua última tentativa de fuga foi frustrada com um estupefaça na fuça, o garoto preferiu manter-se firme andando até o "Olhos amarelos". Os olhos faiscantes do professor o miravam e então o garoto Lewis simplesmente paralisou boquiaberto.

Spoiler:

- Lewis. Veio ao meu conhecimento que o senhor já consegue realizar um feitiço estuporante. Meus parabéns. - Um sentimento de orgulho surgiu no garoto, ainda que bem desconfiado - E muito obrigado por demonstrar os seus conhecimentos em um monitor da sua própria casa. Detenção. - "Tava bom demais para ser verdade" pensou ele ainda ouvindo o sermão - Por dois meses o senhor está proibido de frequentar o clube de duelos, e vai pedir desculpas do Sr. Baudelaire na cerimônia de abertura, se quiser ter a sua varinha de volta ainda esse ano. - "Pedir desculpas para o cara que me fez lamber o chão? Mas nem.....Pera, aprisionar minha varinha já é sacanagem" debatia mentalmente enquanto o professor prosseguia - E fique grato por não cancelarmos os fundos para o pagamento dos seus estudos... duvido que se o ouro para pagar viesse dos seus pais trouxas você não agiria de forma tão irresponsável com o conhecimento adquirido - "Você fala como se fosse você que pagasse, cramulhão dos inferno" fechou o pensamento e prosseguiu cabisbaixo com os seguintes dizeres - Sim senhor professor Azazel.

- Ah, e a senhorita deve desculpas ao Sr. Lewis. Também vai pedir hoje à noite no Salão Principal. E vai preparar uma poção para ajudar na recuperação nos ferimentos dele hoje antes de dormir - "Disso eu gostei, chupa essa Charles", pensou ele ainda caminhando para a saída do expresso, entretanto pouco depois uma enorme explosão o desestabilizou e junto com um zumbido nos ouvidos escutou o prof. Apollion - Espero que isso sirva para entender os perigos de uma explosão desnecessária - "É tipo ensinar que bater em alguém é feio batendo em alguém, como eu odeio esse infeliz" e pressionava o dedo contra o ouvido fazendo movimentos circulares tentando uma reanimação. Enfim era a vez de Charles, virou-se e ficou assistindo com uma sensação tão prazerosa que mal conseguia disfarçar, "Ele perdeu a monitoria, vai ter que ficar cuidando dos primeiro-anistas!?......... Pera aí, não tomaram a varinha dele? Não vai receber pena por danos morais? Maldito olhos amarelos"

Spoiler:
Após conversar com Elliot e Mimi, o garoto Lewis tentou reaver sua varinha mas foi impedido por um professor que não tirava os olhos dele. Após adormecer foi acordado por Elliot e deu de cara com Azazel na saída do vagão, recebeu sua punição e aceitou cabisbaixo, embora tenha se sentido ofendido por ter uma detenção pior que a do Charles.
OFF¹: Não ficou tão legal, mas uma hora vai ficar, prometo. xD


Última edição por Chester Lewis em Qua Set 12, 2012 5:09 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

Mensagem por Gabriella Alleborn em Dom Set 09, 2012 7:26 pm


”Resumo e OFF”:



Gabriella sai do trem, ignora Azazel até ele dizer seu nome, e após levar o sermão que considerada inútil, corre para abraçar o namorado.



OFF: Flood, a gente vê por aqui. Preguiça de revisar.




I'll show the wind how to fly
When the world gets in my face
I say... FUCK OFF!

Gabriella Alleborn dormiu como um bebê durante toda a viagem – seu sono não fora interrompido sequer pelo berrador que uma das sonserinas havia recebido. Todavia, seu subconsciente havia aproveitado o momento para lhe atormentar com diversas cenas: numa delas, Michael caia, inconsciente, com um buraco no ombro; na outra, Anthony começava um duelo mortal com seu primo Karsten, um alemão extremamente desprovido de escrúpulos; em outra, ela e seu pai estava parados em uma sala escura, o homem apenas a encarando, até um lobo de olhos vermelhos surgir por trás dele e avançar na grifinória... Ela acordou com o trem já parando na estação.

Felizmente ela não havia suado, por conta do bom clima da cabine. Olhou para os lados e ninguém estava prestando atenção em sua existência. Uma boa notícia: não precisava de ninguém tirando com sua cara por ter pesadelos... Ainda sonolenta, escutou a voz do professor que ela mais odiava em toda Hogwarts: Apollion Azazel, para variar, sendo ridículo. Pra que diabos descerem de cabeça baixa? Pra ele evitar ver a cara de nojo que Gabriella fazia sempre que o via?

Gabriella, como já estava ferrada e não ligava nem um pouco para detenções, desceu dando língua para o professor. E ignorou solenemente todas as falas de dele (o que foi bom, porque se tivesse ouvido que Chester iria ter que pedir desculpas públicas por finalmente ter sido corajoso a menina acabaria fazendo uma loucura no jantar) – já que não queria saber nem das punições dos Baudelaire (quaisquer que fossem não seriam suficientemente justas mesmo...) – auxiliada pelo barulho da plataforma, enquanto procurava Anthony e Anna. Elliot, Mimi e Chester estavam bem ali, e Fae não demoraria a aparecer, então não precisaria se preocupar com eles – eram todos muito bem vacinados contra Apollin.

Infelizmente, enquanto tentava se desviar da figura bárbara de olhos amarelos cor de bosta de diarreia, assim que atravessou a fila formada na saída do trem, este resolveu que era hora de anunciar sua detenção... E que inferno era aquele? Se Dolben iria pegar detenção também, por que diabos não tinha passado a viagem na cabine chata? Capaz de ela ter perseguido seu namorado a viagem toda!

Mas dos males o menor: só teria que passar na sala do Azazel (pra que mesmo? Dizer “Oi, capeta”?), e pegaria detenção, que mesmo que fosse em conjunto com a intragável inimiga mortal, era com o diretor, que Gabriella não tinha muito contato, mas parecia um cara legal – mais ou menos tão compreensivo quanto a sua avó, Kathlyn, o que automaticamente fazia a menina ter algum respeito por ele.

Deixando Azazel sozinho com própria loucura, avistou o namorado, que já a tinha visto e estava bem próximo, na verdade. Saiu correndo em direção a ele, arrastando seu malão, atropelando meio mundo no processo. Abraçou o garoto com força, pendurando-se em seu pescoço, com um sorriso largo e verdadeiro repentinamente se abrindo em seu rosto – um alívio que parecia ser duplo. O sonserino a envolveu pela cintura, em resposta, também lhe dando um abraço de urso. A menina não pensava muito sobre aquilo, mas era uma das melhores coisas do mundo poder tê-lo perto.

- Hey, você 'tá bem? – Perguntou, dando vazão ao ligeiro nervosismo que sentiu em seu sonho, como se realmente tivesse acontecido algo com seu namorado. – Sonhei que você estava se matando com o Karsten... – E deu uma pausa checando a bagagem do garoto. – E cadê a minha vassoura? Ela tá bem? – Teria perguntado também se Dolben já havia sido engolida pela nova amiguinha que ela possuía na bochecha, mas não precisava tentar mata-la uma segunda vez ao dia, de estomago vazio.

-

Were you born to resist or be abused? / I swear I'll never give in / I refuse
(The best of You – Foo Fighters)

SUNDAY, BLOODY SUNDAY / ANNA E MICHAEL: SOLUÇÃO DEFINITIVA. / ELQWUQUHSA DOLBEN... / ... and all the wounds are reopening again.

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Re: Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

Mensagem por Anthony Blanche em Dom Set 09, 2012 8:15 pm


Resumo e OFF:


Resumo.
A chegada a Hogwarts e por consequência, poder finalmente ver sua namorada depois de um longo dia de viagem separados parece animar Anthony, que aproveita o bom humor causado por isso para implicar com Michael e Anna, como o usual, antes que finalmente consiga achar e ir falar com Gabriella.




Off. Antes de mais nada: Anthony é odioso, ok? XD Anna é normalmente fofa e educada (quando não mexem com ela ), mas ele é complicado. Vai dar pra entender quem ler. Não tive tempo de revisar ^^'''''


Sick of this space wish we could be far away

Conforme a noite foi caindo lentamente no horizonte, o loiro foi exibindo sinais de calmaria. Estava longe de ser nerd e ter toda a expectativa de voltar ao castelo para ter aulas, mas pelo que se lembrava era uma das primeiras vezes que estava feliz em estarem chegando à Hogwarts. E tudo porque sua namorada finalmente sairia da cabine dos condenados à detenção certa professores e eles poderiam passar várias horas juntos.

Abriu o relógio de bolso, constatando que os ponteiros quase iam para o lugar devido; ou melhor, ajustando para as duas horas de atraso iminente. E pela gritaria dos mais novos nas janelas, já devia dar para ver o castelo além da curva. O aristocrata alemão parecia prestes a estuporar os aluninhos barulhentos e só dessa vez ele os protegeria – afinal tudo para contrariar o Alleborn.

Não era nem de longe a viagem que esperava, constatou isso ao abrir a porta da cabine deixando as três damas... Digo, as duas damas e o príncipe-perdido passarem. Com as mãos nos bolsos começou a caminhar na direção de uma das portas do vagão, ignorando dessa vez toda a animação que o cachorro de pêlos dourados exibia, latindo para todos que saiam de suas cabines. E nem foi preciso sair do caminho que traçava, afinal as pessoas desviavam dele com facilidade. Se Aimee estivesse atrás dele(como acontecia sempre que a morena precisava abrir caminho em multidões animadas), não estaria enfrentando dificuldades para passar.

- Não devíamos checar se o Michael está bem? – ouviu o questionamento de Aimee atrás dele, ao que continuou andando (os outros que desviassem ué), mas virou o rosto para falar com ela.

- Que nada, ele deve estar todo alegre de poste de iluminação do lado da Anninha, você sabe... A ciumeira doida de sempre. – e deu nos ombros, finalmente achando a porta.

Jamais cogitou recobrar a vontade de rir antes de reencontrar sua cherie, contudo assim que estava passando pela porta do trem, logo reconheceu os olhos de vagalume do professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. E não que isso fosse motivo pra risada, ainda que o cara fosse maníaco de implicar até com a sobra dele se movimentasse errado ou mesmo certo, o professor era pancado, devia ter haver com a cor dos olhos, mas a provocação dele naquele instante foi demais.

Agarrar, putz! Precisava de um dicionário. Nem ele que não era super inteligente. Mas como ver sua irmãzinha queridinha roxa de vergonha era sempre divertido, o francês não conseguiu conter a risada. Desceu os degraus do trem ainda rindo, não resistindo também ao fato de precisar fazer piada com a desgraça do casal. Deu um tapinha amigável nas costas de Michael, para dizer com todo o cinismo que lhe era peculiar.

- Ae! – disse em um tom animado, tentando não rir mais ainda da cara do amigo - Se agarrando com a nova monitora da Corvinal bem no meio da plataforma! - levantou as duas sobrancelhas em deboche.

- Pelo menos minha namorada tá perto pra eu poder fazer isso. – quase grunhiu o alemão, ao que o loiro ergueu o polegar como se dissesse: “joinha”.

- Ei, eu pelo menos posso agarrar a minha sem que lufanos se percam por causa disso, ó. – Apontou o professor de DCAT dando bronca em lufano perdido; eram sempre eles pelo visto. - É, isso ai Mademoiselle Blanche, tá pensando que isso daqui é um mundo bruxo que não proíbe conversas rápidas? Isso aqui é Hogwarts! E o vice-diretor é chegado em um regime... Sei lá, da cabeça dele? – e saiu andando após um vasto sorriso.

Por ser consideravelmente mais alto que a maioria dos alunos fora os anões de plantão do primeiro ano que não podiam ser considerados por ninguém, conseguia visualizar melhor a multidão e tentar achar sua namorada naquele caos. Quer dizer, achar um grupo saindo da cabine dos professores não devia ser muito difícil. De alguma maneira, de repente soube em que direção caminhar, deixando seus pés o guiarem, passando e empurrando pelos demais alunos.

Só não esperava que o professor de DCAT estivesse no meio do barulho. Pff depois diziam que Hogwarts era um local seguro... Como podia ser seguro se nem os professores se entendiam quando o negócio era uma detenção? E começou o blablabla, como se já não fosse massacrante aturar o falatório em salas de aula. Detenções, blablabla, castigos, blablabla, vocês isso e vocês aquilo, blablabla... Bocejou calmamente, não é como se prestassem atenção nele e caramba, tédio!

Notou que a grifinoriana continuava desaforada como sempre e fez o que deveria ser feito: ignorou solenemente todo o resto e veio na direção dele. Abraçou-a imediatamente, sorrindo abertamente, finalmente calmo por vê-la, saber que estava bem e que podia mantê-la segura. Era só o que importava, no final das contas.

Exceto que... Pff, o priminho-inho que se dava bem com a Anninha queridinha. Era verdade, o aristocrata-da-coroa-desbotada estava lá e ele que tinha que dar a notícia. Ficava impressionado ainda, como ficar meio segundo perto de sua namorada tinha a capacidade de fazer desaparecer todos os problemas, afinal ela era sempre mais importante. E como mais importante, merecia informação. Onde estava sua irmã nessa horas? Não era ela a amiguinha dele?
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Re: Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

Mensagem por Kayra Leigh em Seg Set 17, 2012 3:34 pm

Levei algum tempo para ajustar as unhas de Isadore. Não muito, porque ela era muito asseada, e caso não fosse, eu sentaria muito, mas muito longe dela – afinal, lidar com pobre é coisa do funcionalismo público, né?! Então, depois disso, só pensamentos. Encostei a minha cabeça na janela e observei o borrão em que as imagens externas se tornavam mediante a velocidade do trem. Às vezes fechava os olhos e pensava na minha má-sorte. Era muita uruca pra tão pouca Kayra.

Cada vez que eu me lembrava de que só tinha as roupas do corpo, sentia um arrepio na espinha. Culparia o kamikaze pelo resto do ano, mas eu também tinha minha parcela de culpa. Pequena, mas tinha. A maior parte dos meus bens estava naquela mala. Mais cedo, meu pai havia despachado a mala escolar. Uniformes, livros, equipamento de quadribol, tudo OK. Mas não dá pra fazer higiene pessoal com as páginas de Defesa Contra as Artes das Trevas – se bem que, em alguns casos... bom, deixa pra lá. Voltando ao assunto, tenho certeza de que aquela mala, com meus uniformes, só comportava uns dois ou três pares de calcinhas, todas basiquinhas e sem graça. Então, o que fazer? Cortar os lençóis vagabundos de Hogwarts e usar de calçolão? Do jeito que a coisa andava, era algo a considerar.

Mas o pior de tudo era me lembrar do berrador. Eu conhecia bem a avó que tinha. Se ela perdeu seu precioso tempo para me mandar uma carta simplesmente para esfregar na minha cara o fato de que ela estava a par e – mais do que isso – no controle da situação, não gostaria de saber o que ela planejava. Eu já havia sido ameaçada de deserção em outras situações, como quando tentei enterrar viva a filha do caseiro – vovó tem horror a processos trabalhistas –, agora, com o nome da família nos tabloides gregos e franceses, eu tinha certeza de que ela iria muito além da deserção. Só estava preocupada com o quê, exatamente, ela pretendia fazer.

Foi em meio às minhas preocupações que o trem foi, pouco a pouco, reduzindo a velocidade. Limitei-me a olhar para os meus próprios pés, ainda grudentos de bebida trouxa, antes de me levantar e desembarcar. Não me sentia lá muito à vontade, principalmente por ser uma forasteira em detenção. Mas procurava o lado positivo da coisa: embora negativa, já havia imposto a minha marca em Hogwarts, e essa, meu bem, é difícil de apagar.


– Bem-vinda a Hogwarts – sussurrou Isadore. Suspirei em sinal de resignação. Como diz o ditado, “Se está no inferno, abrace o capeta”.

Desembarcamos em fila indiana, como os criminosos que queriam que nos sentíssemos. Ao contrário do que eles esperavam, se é que esperavam algo de mim, procurei botar na cara aquela expressão de “eu sou mais eu, você que se f**a!”, e do alto dos meus Louboutin, mandei uma tremenda cara de nojo pra estação e suas carruagens puxadas por testrálios, os quais, por motivos pra lá de escusos, eu jamais assumiria ver.

O professor responsável por nosso cárcere desembarcou conosco. Cumprimentou uma outra figura que, pra mim, parecia saída de algum livro chinfrim de mistérios. Tudo indicava que Hogwarts estava repleta de personalidadezinhas de quinta, mas Durmstrang também tinha as suas, portanto, o negócio era respirar fundo e deixar-me ser levada pela maré – enquanto, é claro, essa postura me fosse conveniente.

Cada um de nós levou o ser sermão e a indicação de um castigo. Charles ia servir de babá de primeiranistas e eu me segurei pra não rir. Isadore também seria babá, mas de alunos nascidos trouxas. Dessa vez eu ri. Sabia a aversão que minha amiga carregava contra os chamados sangue ruins, por isso, imaginava as atrocidades que ela faria com os moleques! Numa boa, o pseudomoralismo de Hogwarts começava a me agradar. Até mesmo quando chegou o meu castigo: serviço comunitário, carteiras quebradas e todo o bibibi que eu já esperava. Eu, que praticamente limpei o traseiro de uma professorazinha mal-amada, pouco me importaria em dar umas marteladas em umas mesinhas por aí. A única coisa que me desagradou, claro, foi o fato de, mais uma vez, confiscarem a minha varinha.

Claro que não perdi a oportunidade de resmungar:


– Vai ser uma chamada e tanto para os jornais: “Alunos levados são impedidos de acompanhar as aulas”. Esse lugar realmente tem potencial!

Pointer estava na minha lista. Lewis, na de Charles, e Alleborn, na de Isadore. E o ano letivo que estava apenas começando. Agora eu só precisava dar um jeito de me vestir decentemente. Esse era um problema muito maior do que trouxas, carteiras quebradas e listas negras!

Spoiler:
RESUMO: Kayra chega a Hogwarts e considera a escola mais branda do que Durmsrang. Post pra participação e só.



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Capítulo VII

Mensagem por Elliot B. Pointer em Qua Set 19, 2012 2:11 am

. Capítulo VII .

Elliot deu uma leve piscadela ao ouvir a conclusão do amigo sobre a possibilidade da bomba estar ainda ali. Ele não queria pensar naquilo, estava com uma forte sensação que alguém ali naquela sala era legilimante. Então, ele não podia pensar em nada que pudesse dar traços de sua potencialidade ou seu plano, deveria continuar passando despercebido... Era a única forma de poder agir quando fosse preciso. Então, vendo Chester levantar-se para procurar sua varinha, ele apenas deu uma respirada profunda e começou a pensar na constante física que relaciona temperatura e energia das moléculas, a chamada Constante de Boltzmann. Fórmula física que recebeu o nome do austríaco Ludwig Boltzmann que contribuiu imensamente para a física e mecânica estatística com sua constante – relacionando entropia e probabilidade, embora de forma que só foi expressa realmente devido a Max Planck. A constante de Boltzmann também era a fórmula que o Capitão Britânia da Terra 616 pensava pra enganar sua irmã Psylocke quando lutavam juntos, já que a telepata utilizava de suas habilidades pra poder analisar o próximo movimento do oponente.

E durante toda a viagem, Elliot prosseguiu repetindo para si mesmo a fórmula, como se repete um mantra. De forma tal, que quando acordou Chester, acabou dizendo:

— 1,3806503 × 10-²³ m² kg s-² K-¹... Digo, acorda Chester, a gente chegou. — respondeu o garoto fazendo alguns alongamentos pra poder manter seu corpo aquecido após todas aquelas horas sentado. Talvez da próxima vez ele ficasse repetindo algum katá em vez de pensar na Constante de Boltzmann.

— Que número é esse?

— Vim pensando na Constante de Boltzmann a viagem toda. Tô achando que algum desses aurores é legilimante... — ele abriu um sorriso, embora o que sentisse em seu âmago fosse uma presença hostil. Ele não era necessariamente sensitivo, mas possuía uma forte intuição e podia sentir aquela presença lhe envolvendo, como quatro batidas que prenunciasse seu fim. Dando uma olhadela ao redor, apenas pôde ver a sua colega sonserina, com quem tinha uma relação amigável, e seus dois colegas. O monitor não parecia ter interesse em nada ali e a outra garota, que parecia se chamar Kayra, parecia recém-chegada e ele ainda não a metera em confusão. Ela tinha um ar aristocrático, o tipo de pessoa que não repararia nele. Então, quem? A menos que...

— Eu preferiria pensar na sua irmã... Quer dizer, eu pensaria no clube de duelos, não vejo a hora de começar

— Não vejo muita diferença entre minha irmã e clube de duelos... Boa sorte. — aquela sentença do seu amigo o despertara de seus pensamentos, jogando em uma nova onda de pensamentos que envolvia Fae torturando Chester de várias maneiras e ele não podendo fazer nada porque foi opção do amigo. Era por isso que ele não se envolvia em relacionamentos. Só trazia problemas e confusões.

Recebendo a varinha de volta, ele a cerrou em sua mão, enquanto mergulhava em seu inconsciente... Ele viu-se em uma colina, um monte elevado que era rodeado por uma floresta, com diversas árvores, dos mais variados tipos e tamanhos. Na colina, havia apenas uma árvore, uma aveleira. Abrindo um sorriso, ele olhou para a floresta, não conseguia enxergar, mas sabia que ele estava ali. Olhos vermelhos se abriram no escuro da mata, fitando o garoto.

— Não sei porque você se incomoda.

— Você ainda precisa dela. A ligação ainda não é forte o suficiente para que a varinha não seja mais necessária. — a voz era profunda e antiga, como de um ser que viveu por muito tempo.

— Tudo bem. Vou tentar não me afastar dela mais... Só não garanto que professores nessas detenções venham tomá-la. — o garoto abriu um meio-sorriso.

— Não existe tentar. Ou faça, ou não. — o garoto acenou assertivamente, sério. Com a voz mais amena, a criatura na floresta prosseguiu. — E mantenha seu treinamento em sigilo...


Elliot olhou pelo canto de olho a aproximação do “yellow eyes”. Provavelmente já estava a par da situação e viera apenas pra tentar demonstrar autoridade. Ignorando completamente o conspirador demoníaco, Elliot apenas retirou o malão de bugigangas do vagão de carga. Nesse exato momento, o professor Azazel veio com sua sentença...

— Aonde pensa que vai, Sr. Pointer? Bombarda!

Por puro reflexo, Elliot jogou-se para o lado, girando um pouco no chão e caindo de joelho no chão. O demônio estava louco, explodindo as coisas assim perto dos demais alunos. A sorte é que o malão não se rompeu, os pedaços de metais ali dentro poderiam ter tornado a coisa mais complicada. Entretanto, o demônio tinha feito um favor, sem saber, a ele: ele teria que quebrar os circuitos e destruir os aparelhos pra depois fundi-los e criar novos moldes... O bombarda do Azazel certamente já fizera a primeira parte por ele. Contendo o sorriso e tentando colocar um olhar de indignação, fitou o pai de Lilith.

— Espero que isso sirva para entender os perigos de uma explosão desnecessária. — Ainda encarando-o, continuou — Sua varinha fica aqui comigo por duas semanas. Seja bem vindo.

Sentiu Falkor rugir em sua mente, enquanto ensaiava mentalmente um “Desculpe, de novo”. Retorando a varinha do bolso do sobretudo, entregou-a ao professor, que nem esperou por qualquer outra reação do garoto, pois deveria continuar com seu show. Sua sorte é que suas roupas e pertences estavam na mochila, tendo um malão menor com essas coisas, mas que estaria lá atrás, no vagão de carga. Porque o garoto pretendia correr pra longe com aquele malão de bugigangas antes que fosse interceptado, entregando a alguém que não estaria em detenção e passaria despercebido, sem ter as coisas reviradas. Pra então, só depois, vir pegar o seu malão de pertences. Olhos límpidos o fitaram no meio da multidão e ele abriu um sorriso. Kelly White. Sempre podia contar com ela. Pra tudo.

— Kelly, não tenho muito tempo. Antes que o Azazel perceba, pega esse malão e coloca junto com o seu. Empresta a Tay. — falou pedindo a varinha dela, a garota o entregou, embora continuasse olhando intrigada. Ele sabia que Tay era geniosa e não obedeceria a ele. Ele olhou ao redor, vendo que ninguém estava prestando atenção, agachou-se, pra disfarçar e moveu as mãos, em vez da varinha, enquanto pronunciava. — Reparo. — a mala voltou a parecer nova e o garoto abriu um sorriso, quando levou um chute no braço. Ele levantou-se, fitando a amiga que parecia com raiva dele.

— Já te disse pra ser mais cuidadoso com isso! — falou ela, em um tom de voz mais alto. Sabia do segredo dele. Vendo-se observada por uma outra garota, a garota pensou rápido, puxando a varinha das mãos do garoto. — Minha varinha não é pra ser utilizada de forma tão brusca assim.

— Desculpe. Azazel pegou minha varinha. — ele fez uma expressão de “não foi intencional”. — Depois te conto melhor no Salão Comunal. Preciso pegar minhas coisas antes que o tinhoso perceba o logro. — dando uma piscadela, ele começou a afastar-se, mas como se lembrasse de algo voltou-se na direção dela e sussurrou. — Obrigado, de novo.

A garota riu e começou a acompanhar os demais em direção às carruagens. Elliot voltou correndo até o vagão de carga e pegou o seu malão, ainda olhando desconfiado pro sarcófago egípcio... Mas seus devaneios foram interrompidos por aquela sensação ruim novamente, como se alguém o rondasse. Olhando ao redor, acabou não percebendo o olhar da garota grega que o marcara como alguém a sofrer futuramente em suas mãos. Sem saber, o garoto fizera uma inimiga...


Spoiler:
Elliot encontra uma forma bem incomum de burlar possíveis leituras de mente e tem seu malão de bugigangas explodido pelo professor Azazel, bem como sua varinha confiscada. Entregando o malão de bugigangas pra sua amiga Kelly, ele prosseguiu pra pegar seus malões normais, ignorando o fato de que tinha ganho uma inimiga pessoal que tem o potencial de transformar sua vida em um inferno.


Off: Ações da Kelly autorizadas, já que ela não tá podendo postar.



-
"Se o Destino for mesmo um Moinho...
Nós somos a razão que o faz se mover."



"Avançamos acreditando na sua infalibilidade,
Para além de onde as forças se encontram."



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Re: Boas Vindas Calorosas a Hogwarts

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